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Em prol do lucro, câncer e outras doenças, projeto que retira aviso sobre transgênicos é aprovado na Câmara para saciar bolso de bancada ruralista e agroempresariado.

A Câmara dos Deputados aprovou ontem (28) o projeto que acaba com a exigência de afixar o símbolo de transgenia nos rótulos dos mortais produtos geneticamente modificados (OGM) destinados a consumo humano. O texto modifica a Lei 11.105/2005 que determinava a obrigação da informação em todos os produtos destinados a consumo humano que contivessem ou fossem produzidos com OGM ou derivados, por exemplo, milho, soja, arroz, óleo de soja e fubá e tantos outros alimentos industrializados que se consomem atualmente.

Assim como ocorreu com a aprovação do projeto de lei sobre a biodiversidade, o debate sobre o fim da exigência do rótulo colocou em oposição deputados da bancada ruralista e defensores do meio ambiente, que argumentaram que o projeto retira o direito de quem consome de saber o que está comprando.

“O projeto é excelente, garantimos o direito do consumidor de ser informado”, ousou dizer o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), membro da bancada ruralista. Segundo ele, 90% da soja e do milho comercializados no Brasil têm produtos transgênicos em sua composição. “Nós não podemos, nós mesmos, criar obstáculos para o consumo dos nossos produtos. O agronegócio é que alimenta o país”, afirmou o deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), relator da matéria na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio.

“Eu queria alertar que esse projeto visa a diminuir o nível de informações que tem hoje. Ele não está acrescentando nada; ele está retirando o direito do consumidor de saber que produto está levando para a sua casa”, disse o líder do PV, Sarney Filho (MA). “Se hoje o agronegócio é uma das atividades que beneficia o Brasil, se é uma atividade dinâmica, ele tem a responsabilidade de informar corretamente o consumidor”, completou.

“Se todo mundo aqui diz que o transgênico é uma maravilha, porque quer retirar o símbolo [que identifica o produto] do rótulo. Isso é muito contraditório”, ressaltou o vice-líder do PT, Alessandro Molon (RJ).
O deputado Ivan Valente (Psol-SP) afirmou que, enquanto outros países proíbem completamente o uso de alimentos transgênicos, no Brasil se busca “desobrigar a rotulagem dos transgênicos e excluir o símbolo de identificação”. Ivan Valente depois afirmou que não existe consenso se os transgênicos fazem ou não mal à saúde.

Ao fim da votação, os deputados contrários ao projeto conseguiram retirar do texto trecho que determinava que os alimentos que não contêm transgênicos só poderiam inserir na embalagem a informação “livre de transgênicos”, somente se houvesse produtos “similares transgênicos no mercado brasileiro e comprovada a total ausência no produto de organismos geneticamente modificados, por meio de análise específica.” “Não há motivo para inserir essa restrição no projeto”, disse Molon. O texto agora vai para análise e votação dos senadores.

Fontes:EBC e Câmara , Uniomystikaum


Transgênicos: aprovado projeto que acaba com exigência de informação no rótulo

Em prol do lucro, câncer e outras doenças, projeto que retira aviso sobre transgênicos é aprovado na Câmara para saciar bolso de bancada ruralista e agroempresariado.

A Câmara dos Deputados aprovou ontem (28) o projeto que acaba com a exigência de afixar o símbolo de transgenia nos rótulos dos mortais produtos geneticamente modificados (OGM) destinados a consumo humano. O texto modifica a Lei 11.105/2005 que determinava a obrigação da informação em todos os produtos destinados a consumo humano que contivessem ou fossem produzidos com OGM ou derivados, por exemplo, milho, soja, arroz, óleo de soja e fubá e tantos outros alimentos industrializados que se consomem atualmente.

Assim como ocorreu com a aprovação do projeto de lei sobre a biodiversidade, o debate sobre o fim da exigência do rótulo colocou em oposição deputados da bancada ruralista e defensores do meio ambiente, que argumentaram que o projeto retira o direito de quem consome de saber o que está comprando.

“O projeto é excelente, garantimos o direito do consumidor de ser informado”, ousou dizer o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), membro da bancada ruralista. Segundo ele, 90% da soja e do milho comercializados no Brasil têm produtos transgênicos em sua composição. “Nós não podemos, nós mesmos, criar obstáculos para o consumo dos nossos produtos. O agronegócio é que alimenta o país”, afirmou o deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), relator da matéria na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio.

“Eu queria alertar que esse projeto visa a diminuir o nível de informações que tem hoje. Ele não está acrescentando nada; ele está retirando o direito do consumidor de saber que produto está levando para a sua casa”, disse o líder do PV, Sarney Filho (MA). “Se hoje o agronegócio é uma das atividades que beneficia o Brasil, se é uma atividade dinâmica, ele tem a responsabilidade de informar corretamente o consumidor”, completou.

“Se todo mundo aqui diz que o transgênico é uma maravilha, porque quer retirar o símbolo [que identifica o produto] do rótulo. Isso é muito contraditório”, ressaltou o vice-líder do PT, Alessandro Molon (RJ).
O deputado Ivan Valente (Psol-SP) afirmou que, enquanto outros países proíbem completamente o uso de alimentos transgênicos, no Brasil se busca “desobrigar a rotulagem dos transgênicos e excluir o símbolo de identificação”. Ivan Valente depois afirmou que não existe consenso se os transgênicos fazem ou não mal à saúde.

Ao fim da votação, os deputados contrários ao projeto conseguiram retirar do texto trecho que determinava que os alimentos que não contêm transgênicos só poderiam inserir na embalagem a informação “livre de transgênicos”, somente se houvesse produtos “similares transgênicos no mercado brasileiro e comprovada a total ausência no produto de organismos geneticamente modificados, por meio de análise específica.” “Não há motivo para inserir essa restrição no projeto”, disse Molon. O texto agora vai para análise e votação dos senadores.

Fontes:EBC e Câmara , Uniomystikaum



Não é de hoje que alguns pesquisadores estudam a ação de adoçantes artificiais no corpo humano. Já se sabe, por exemplo, que eles têm a capacidade de alterar as bactérias do intestino humano e, por causa disso, fazer com que o consumidor acabe ganhando peso.

Além dos quilinhos extras, alguns adoçantes artificiais podem elevar as taxas de açúcar no sangue e, inclusive, são considerados substâncias cancerígenas.

A Pepsi parece ter reconhecido esses fatores como verdadeiros e anunciou que os refrigerantes dietéticos da marca não terão mais aspartame em sua composição.

A novidade foi divulgada nesta sexta-feira (24) e, de acordo com o jornal The Verge, o ingrediente “do mal” vai ser removido de todos os produtos da marca.

Mudança

Um porta-voz da marca explicou que a mudança foi feita com base em, pedidos dos consumidores de Pepsi Diet dos EUA. O aspartame será substituído por outros adoçantes artificiais: sucralose e acessulfame de potássio.

É verdade que esses adoçantes não são naturais também, mas o que os diferencia do aspartame é o fato de que eles não têm efeitos controversos no corpo humano. A novidade será estampada nas latas da Pepsi, que trarão a mensagem “Agora é livre de aspartame”. Enquanto isso, a Coca-Cola, maior concorrente da marca, continua a fabricar seus produtos com a temida substância e, ao que tudo indica, não há previsão de mudança. E aí, o que você achou dessa ideia?

Fontes: MegaCurioso , The Verge/Chris Welch

Pepsi deixará de fabricar refrigerantes com aspartame

Não é de hoje que alguns pesquisadores estudam a ação de adoçantes artificiais no corpo humano. Já se sabe, por exemplo, que eles têm a capacidade de alterar as bactérias do intestino humano e, por causa disso, fazer com que o consumidor acabe ganhando peso.

Além dos quilinhos extras, alguns adoçantes artificiais podem elevar as taxas de açúcar no sangue e, inclusive, são considerados substâncias cancerígenas.

A Pepsi parece ter reconhecido esses fatores como verdadeiros e anunciou que os refrigerantes dietéticos da marca não terão mais aspartame em sua composição.

A novidade foi divulgada nesta sexta-feira (24) e, de acordo com o jornal The Verge, o ingrediente “do mal” vai ser removido de todos os produtos da marca.

Mudança

Um porta-voz da marca explicou que a mudança foi feita com base em, pedidos dos consumidores de Pepsi Diet dos EUA. O aspartame será substituído por outros adoçantes artificiais: sucralose e acessulfame de potássio.

É verdade que esses adoçantes não são naturais também, mas o que os diferencia do aspartame é o fato de que eles não têm efeitos controversos no corpo humano. A novidade será estampada nas latas da Pepsi, que trarão a mensagem “Agora é livre de aspartame”. Enquanto isso, a Coca-Cola, maior concorrente da marca, continua a fabricar seus produtos com a temida substância e, ao que tudo indica, não há previsão de mudança. E aí, o que você achou dessa ideia?

Fontes: MegaCurioso , The Verge/Chris Welch

Olá, sejam bem vindos ao blog “Chemtrail Brasil”.

Este grupo, a partir de hoje, se estabelecerá como o primeiro blog a tratar a geoengenharia através de um novo prisma. Diferentemente da grande maioria dos internautas, aqui a geoengenharia será tratada de forma objetiva e realista, desconsiderando seus elementos folclóricos e apofênicos.

Tentamos aqui encontrar elementos substanciais acerca da geoengenharia, baseados em fatos observáveis e não em especulações oriundas do caos de informações propagados na internet.

Para compreendermos o que está sendo colocado aqui, precisamos distinguir a "geoengenheria folclore" da "geoengenharia observável".

A Geoengenharia Folclórica:

A geoengenharia folclórica é esta que está aí veiculada na Internet, e que agrega um vasto universo de situações que em sua maioria não condizem com a realidade, pois são fruto da desinformação e caos de informações gerados através da Internet devido justamente ao seu caráter multifacetado, imprevisível e imediatista. Bem, é nesta roupagem folclórica da geoengenharia que encontramos temas como:

1) A existência de um mega projeto global que através de aviões clandestinos especializados visa pulverizar agentes químicos na atmosfera de todo o planeta.

2) Pulverização deliberada de agentes químicos em grandes centros populacionais visando genocídio em massa e redução da população.

3) Pulverização deliberada de agentes biológicos sobre os centros populacionais visando a pandemia e o lucro dos monopólios da vacina.

4) O decréscimo da saúde geral das pessoas devido a ingestão e respiração diária de metais pesados oriundos da pulverização.

5) Evergreen Aviation seria uma das principais responsáveis pela execução da pulverização global

6) O uso de aparatos orgônicos (chembusters) e afins para bloquear a dispersão das trilhas químicas no céu.

7) O envolvimento de raças alienígenas nas operações de engenharia climática.

Todos estes elementos constituem a face folclórica da geoengenharia.

A Geoengenharia Observável

A "geopengenharia observável" descarta todos estes agregados apresentados acima. Trata-se de uma visão mais objetiva e pontual do que realmente seja a geoengenharia, baseada na observação empírica e analise de dados. Nesta visão são rechaçados alguns dos pontos que formam a versão folclórica, gerando assim uma nova concepção acerca do real carácter da geoengenharia. Baseado nisso, algumas das novas prerrogativas são:

1) Os aviões responsáveis por deixar as trilhas no céu não são aviões militares ou aviões comerciais adaptados. São na verdade aeronaves comerciais comuns levando passageiros.

2) As trilhas, ora chamadas de chemtrails (trilhas químicas) não são trilhas de aerossol deliberadamente pulverizadas, mas tratam-se de condensações permanentes oriundas dos motores da aeronave. Ou seja, o termo chemtrail deve ser substituído pelo termo "permanent contrail" (trilha de condensação permanente).

3) As trilhas estão se tornando permanentes não pelo fato de serem aerossóis aspergidos no céu, mas devido possivelmente a um outro fator ainda desconhecido, que altera a condição da atmosfera a nível electromagnético, ou físico-químico, propiciando a condensação permanente das trilhas dos aviões comerciais.

Lembramos que as conclusões expostas acima são passiveis de também estarem equivocadas... trabalhamos com verdades provisórias, ou seja, sabemos que com as novas informações que estão sempre surgindo, a possibilidade de mutação do conhecimento é inevitável.

O que é a geoengenharia? Nós não sabemos, mas a cada dia chegamos a novas conclusões. Esperamos um dia desvendar por fim este mistério.

Saiba o que é em detalhes a Geoengenharia Observável no documentário abaixo:



Fonte: Chemtrail Brasil

A Geoengenharia Observável! Conheça em detalhes o real caráter da geoengenharia

Olá, sejam bem vindos ao blog “Chemtrail Brasil”.

Este grupo, a partir de hoje, se estabelecerá como o primeiro blog a tratar a geoengenharia através de um novo prisma. Diferentemente da grande maioria dos internautas, aqui a geoengenharia será tratada de forma objetiva e realista, desconsiderando seus elementos folclóricos e apofênicos.

Tentamos aqui encontrar elementos substanciais acerca da geoengenharia, baseados em fatos observáveis e não em especulações oriundas do caos de informações propagados na internet.

Para compreendermos o que está sendo colocado aqui, precisamos distinguir a "geoengenheria folclore" da "geoengenharia observável".

A Geoengenharia Folclórica:

A geoengenharia folclórica é esta que está aí veiculada na Internet, e que agrega um vasto universo de situações que em sua maioria não condizem com a realidade, pois são fruto da desinformação e caos de informações gerados através da Internet devido justamente ao seu caráter multifacetado, imprevisível e imediatista. Bem, é nesta roupagem folclórica da geoengenharia que encontramos temas como:

1) A existência de um mega projeto global que através de aviões clandestinos especializados visa pulverizar agentes químicos na atmosfera de todo o planeta.

2) Pulverização deliberada de agentes químicos em grandes centros populacionais visando genocídio em massa e redução da população.

3) Pulverização deliberada de agentes biológicos sobre os centros populacionais visando a pandemia e o lucro dos monopólios da vacina.

4) O decréscimo da saúde geral das pessoas devido a ingestão e respiração diária de metais pesados oriundos da pulverização.

5) Evergreen Aviation seria uma das principais responsáveis pela execução da pulverização global

6) O uso de aparatos orgônicos (chembusters) e afins para bloquear a dispersão das trilhas químicas no céu.

7) O envolvimento de raças alienígenas nas operações de engenharia climática.

Todos estes elementos constituem a face folclórica da geoengenharia.

A Geoengenharia Observável

A "geopengenharia observável" descarta todos estes agregados apresentados acima. Trata-se de uma visão mais objetiva e pontual do que realmente seja a geoengenharia, baseada na observação empírica e analise de dados. Nesta visão são rechaçados alguns dos pontos que formam a versão folclórica, gerando assim uma nova concepção acerca do real carácter da geoengenharia. Baseado nisso, algumas das novas prerrogativas são:

1) Os aviões responsáveis por deixar as trilhas no céu não são aviões militares ou aviões comerciais adaptados. São na verdade aeronaves comerciais comuns levando passageiros.

2) As trilhas, ora chamadas de chemtrails (trilhas químicas) não são trilhas de aerossol deliberadamente pulverizadas, mas tratam-se de condensações permanentes oriundas dos motores da aeronave. Ou seja, o termo chemtrail deve ser substituído pelo termo "permanent contrail" (trilha de condensação permanente).

3) As trilhas estão se tornando permanentes não pelo fato de serem aerossóis aspergidos no céu, mas devido possivelmente a um outro fator ainda desconhecido, que altera a condição da atmosfera a nível electromagnético, ou físico-químico, propiciando a condensação permanente das trilhas dos aviões comerciais.

Lembramos que as conclusões expostas acima são passiveis de também estarem equivocadas... trabalhamos com verdades provisórias, ou seja, sabemos que com as novas informações que estão sempre surgindo, a possibilidade de mutação do conhecimento é inevitável.

O que é a geoengenharia? Nós não sabemos, mas a cada dia chegamos a novas conclusões. Esperamos um dia desvendar por fim este mistério.

Saiba o que é em detalhes a Geoengenharia Observável no documentário abaixo:



Fonte: Chemtrail Brasil

O que antes era apenas uma possibilidade, a cada dia que passa tem ganhado consistência e se aproximando mais da verdade do que a verdade pré-estabelecida sobre oc chemtrails. A ideia de que estamos sendo vítima de uma mega operação global clandestina de pulverização atmosférica tem se mostrado cada vez mais inconsistente, sendo real somente na mente fértil daqueles que caíram no grande conto criado na internet nos últimos três anos. Mas se os rastros permanentes que estão sendo vistos e chamados de chemtrails não são oriundos de aviões clandestinos pulverizadores, o que estaria provocando essas trilhas permanentes no mundo todo?

Uma das possibilidades é esta: a de que a geoengenharia (dispersão de químicos) aconteça num momento anterior ao da passagem dos aviões comerciais. A verdadeira dispersão dos químicos acontece sem nem se quer nós a percebemos. Nós só a percebemos quando os aviões comercias (e demais) transitam pela área contaminada com o agente químico previamente pulverizado (que no caso é transparente). ao transitar pela área contaminada os aviões a jato comuns geram trilhas de condensação anômalas (persistentes), que estão sendo erroneamente chamadas de Trilhas Químicas (chemtrails). Essa é a primeira proposta... já uma segunda e mais radical é a de que nem existem aviões borrifando químicos previamente à passagem dos comercias. O que existe é uma anomalia natural acontecendo no planeta e que tem gerado este fenômeno de trilhas persistentes que estamos vendo no mundo. Ninguém fala nada e tudo se mantem em sigilo pois não querem que saibamos o que está de fato acontecendo no planeta (em sua atmosfera). Podemos estar lidando com problemas naturais, como a fuga do metano na sibéria, efeitos do Sol (radiação), problemas com o campo magnético e assim por diante.

Desta forma, fica mais plausível dizer:

1) Chemtrails não existem, na verdade são contrails persistentes geradas pela passagem de aviões ordinários por regiões, onde aí sim, pode ter havido algum processo prévio de pulverização de químicos.

2) Se existe química deliberadamente pulverizada por humanos, ela já está na atmosfera antes da passagem dos comercias (e demais aviões a jato, todos estão sujeitos).

3) de fato não há química deliberada, o que há é uma anomalia natural sendo mantida em sigilo.

Um dos colaboradores da nossa equipe nos enviou um vídeo muito interessante sobre um estudo que ele está fazendo em relação ao que temos chamado de "nuvens bomba". Nuvens que surgem de forma instantânea no céu (como bombas). Tal estudo está sendo feito no intento de dar suporte à teoria de que "se existe química deliberadamente pulverizada por humanos, ela já está na atmosfera antes da passagem dos comercias (e demais aviões a jato, todos estão sujeitos)."



Fontes: Semeando , Chemtrail Brasil

As Nuvens bomba, Indícios da verdadeira geoengenharia

O que antes era apenas uma possibilidade, a cada dia que passa tem ganhado consistência e se aproximando mais da verdade do que a verdade pré-estabelecida sobre oc chemtrails. A ideia de que estamos sendo vítima de uma mega operação global clandestina de pulverização atmosférica tem se mostrado cada vez mais inconsistente, sendo real somente na mente fértil daqueles que caíram no grande conto criado na internet nos últimos três anos. Mas se os rastros permanentes que estão sendo vistos e chamados de chemtrails não são oriundos de aviões clandestinos pulverizadores, o que estaria provocando essas trilhas permanentes no mundo todo?

Uma das possibilidades é esta: a de que a geoengenharia (dispersão de químicos) aconteça num momento anterior ao da passagem dos aviões comerciais. A verdadeira dispersão dos químicos acontece sem nem se quer nós a percebemos. Nós só a percebemos quando os aviões comercias (e demais) transitam pela área contaminada com o agente químico previamente pulverizado (que no caso é transparente). ao transitar pela área contaminada os aviões a jato comuns geram trilhas de condensação anômalas (persistentes), que estão sendo erroneamente chamadas de Trilhas Químicas (chemtrails). Essa é a primeira proposta... já uma segunda e mais radical é a de que nem existem aviões borrifando químicos previamente à passagem dos comercias. O que existe é uma anomalia natural acontecendo no planeta e que tem gerado este fenômeno de trilhas persistentes que estamos vendo no mundo. Ninguém fala nada e tudo se mantem em sigilo pois não querem que saibamos o que está de fato acontecendo no planeta (em sua atmosfera). Podemos estar lidando com problemas naturais, como a fuga do metano na sibéria, efeitos do Sol (radiação), problemas com o campo magnético e assim por diante.

Desta forma, fica mais plausível dizer:

1) Chemtrails não existem, na verdade são contrails persistentes geradas pela passagem de aviões ordinários por regiões, onde aí sim, pode ter havido algum processo prévio de pulverização de químicos.

2) Se existe química deliberadamente pulverizada por humanos, ela já está na atmosfera antes da passagem dos comercias (e demais aviões a jato, todos estão sujeitos).

3) de fato não há química deliberada, o que há é uma anomalia natural sendo mantida em sigilo.

Um dos colaboradores da nossa equipe nos enviou um vídeo muito interessante sobre um estudo que ele está fazendo em relação ao que temos chamado de "nuvens bomba". Nuvens que surgem de forma instantânea no céu (como bombas). Tal estudo está sendo feito no intento de dar suporte à teoria de que "se existe química deliberadamente pulverizada por humanos, ela já está na atmosfera antes da passagem dos comercias (e demais aviões a jato, todos estão sujeitos)."



Fontes: Semeando , Chemtrail Brasil

Gabriel Fernandes, da AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia, explica na Tv Itararé, de Campina Grande, o que são sementes transgênicas e debate sobre seu impacto na saúde das pessoas.

Assista ao vídeo, no vimeo a Tv Itararé: vimeo.com/112054456



Fontes: Pratos Limpos , Portal Orgânico

Entrevista com Gabriel Fernandes sobre transgênicos e sementes da paixão

Gabriel Fernandes, da AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia, explica na Tv Itararé, de Campina Grande, o que são sementes transgênicas e debate sobre seu impacto na saúde das pessoas.

Assista ao vídeo, no vimeo a Tv Itararé: vimeo.com/112054456



Fontes: Pratos Limpos , Portal Orgânico

Por Francine Lima

Muito provavelmente, sim.

Embora tenhamos uma legislação de rotulagem avançada em relação à de outros países nesse quesito, por obrigar as empresas a avisar na embalagem o uso da biotecnologia, ela não garante seu cumprimento por todas as empresas, deixando o consumidor não apenas mal informado, como também mais descrente das instuições. E com razão.

Pra tentar responder à pergunta do título, fiz uma longa pesquisa, iniciada em junho, e obtive respostas parciais que me levavam a perguntar mais e mais e nunca chegar a uma resposta completa. Queria saber se é possível termos certeza da procedência do milho que estamos comendo, e quanto mais eu pesquisava mais lacunas eu identificava. A triste conclusão é que sabemos pouquíssimo e temos poucas chances de saber o suficiente.

O tema é tão complexo e me deu tanto trabalho que precisei, novamente, dividir o vídeo em partes, pra que vocês não se cansem. A segunda parte, que publicarei daqui a uma semana, é ainda mais cheia de informações que a primeira. Eu espero que tenha conseguido traduzir um pouco do que aprendi.

Com vocês, meu primeiro vídeo sobre o milho.



Fonte: Canal do Campo a Mesa

Estamos comendo milho transgênico sem saber?

Por Francine Lima

Muito provavelmente, sim.

Embora tenhamos uma legislação de rotulagem avançada em relação à de outros países nesse quesito, por obrigar as empresas a avisar na embalagem o uso da biotecnologia, ela não garante seu cumprimento por todas as empresas, deixando o consumidor não apenas mal informado, como também mais descrente das instuições. E com razão.

Pra tentar responder à pergunta do título, fiz uma longa pesquisa, iniciada em junho, e obtive respostas parciais que me levavam a perguntar mais e mais e nunca chegar a uma resposta completa. Queria saber se é possível termos certeza da procedência do milho que estamos comendo, e quanto mais eu pesquisava mais lacunas eu identificava. A triste conclusão é que sabemos pouquíssimo e temos poucas chances de saber o suficiente.

O tema é tão complexo e me deu tanto trabalho que precisei, novamente, dividir o vídeo em partes, pra que vocês não se cansem. A segunda parte, que publicarei daqui a uma semana, é ainda mais cheia de informações que a primeira. Eu espero que tenha conseguido traduzir um pouco do que aprendi.

Com vocês, meu primeiro vídeo sobre o milho.



Fonte: Canal do Campo a Mesa

Tylenol tem sido um nome comum para o alívio da dor sem receita médica por mais de 50 anos. Mas a popular droga analgésica está recebendo uma grande reformulação na rotulagem após uma série de processos por danos pessoais.

 De acordo com a Associated Press (AP), como muitos usuários de Tylenol nos dias de hoje estão sofrendo grandes danos no fígado ou morrendo, que o fabricante da droga, McNeil Consumer Healthcare, decidiu colocar uma grande etiqueta vermelha na tampa que informa aos usuários sobre os riscos da droga.

Mesmo quando tomado nas doses recomendadas, o acetaminofeno (também conhecido como paracetamol), o principal ingrediente ativo do Tylenol, pode causar grandes danos ao fígado, podendo levar à insuficiência hepática e até mesmo a morte. De fato, o paracetamol é atualmente a principal causa de falência hepática súbita nos EUA, uma vez que foi demonstrado que os seus metabolitos tóxicos matam as células do fígado.

A droga é tão tóxica que até 80 mil pessoas estão correndo para a sala de emergência anualmente devido a intoxicação por paracetamol, e outros 500 vão acabar mortos por insuficiência hepática.

Estes são números preocupantes que podem vir como uma surpresa para a maioria das pessoas , especialmente considerando que milhões de americanos usam Tylenol e medicamentos contendo paracetamol regularmente. Mas, com mais de 85 processos por danos pessoais , movidos contra a empresa no tribunal federal, McNeil está sentindo a pressão em sua droga que tem sido apontada como uma das mais seguras drogas analgésicas no mercado, o que claramente não é.

“A aviso irá deixar bem claro que a droga sem receita médica contém paracetamol, um ingrediente de alívio da dor que é a principal causa de insuficiência hepática súbita da nação“, escreve Matthew Perrone para o AP.” A nova tampa é projetada para chamar a atenção das pessoas que não leem os avisos que já aparecem nas letras miúdas no rótulo do produto, de acordo com os executivos da empresa.”

O novo rótulo, que conterá com as frases “CONTÉM ACETAMINOFENO (Paracetalmol)” e “Leia sempre a bula“, está previsto que apareça pela primeira vez em todos os frascos de Extra Strength Tylenol (Tylenol Extra Forte), que contém 50 por cento a mais de paracetamol por dose do que o Tylenol normal. E nos próximos meses, todos os frascos de Tylenol, incluindo o Tylenol força regular, terão o novo rótulo.

NyQuil, Sudafed, Excedrin e muitas outras drogas comuns também contêm acetaminofeno/paracetamol

Apesar do novo rótulo, a McNeil, que é propriedade da gigante farmacêutica Johnson & Johnson (J & J), insiste que o Tylenol é seguro quando tomado como indicado. Mas o que a empresa deixa de admitir é que muitas pessoas estão tomando não só o Tylenol, mas também outros medicamentos que contêm paracetamol, o que aumenta a dose do produto químico a níveis que são muito maiores do que provavelmente se imagina.

Uma pesquisa recente também sugere um aumento de até 123% no risco de desfunção renal pela combinação de Paracetamol com álcool.

De acordo com AP, aproximadamente um em cada quatro americanos, ou cerca de 78 milhões de pessoas, consomem produtos com drogas que contem acetaminofeno semanalmente. Verifica-se que cerca de 600 medicamentos sem receita médica, contêm paracetamol.

Combinando diferentes drogas contendo acetaminofeno/paracetamol é uma das principais causas de overdose de paracetamol, dizem os especialistas, por isso a adição das novas etiquetas. Mas algumas pessoas que ficam bem dentro da dose máxima diária de paracetamol, que está atualmente fixada em 4.000 miligramas (mg) por dia, ainda ficam doentes ou morrem, o que sugere que talvez qualquer nível de acetaminofeno é tóxico e deve ser evitado.

“É ainda um pouco de um quebra-cabeça“, diz a Dra. Anne Larson do Centro Médico Sueco em Seattle, Washington. “É uma predisposição genética? As pessoas alegam que elas tomaram a quantidade certa, mas elas realmente tomaram a mais? É difícil saber.”

Fontes:
Notícias Naturais , Mercury News , Food Consumer , Science Natural News , Natural News , Medical News Today

Tylenol Pode Matar: Novo Aviso Admite que o Popular Analgésico Causa Danos ao Fígado e Morte

Tylenol tem sido um nome comum para o alívio da dor sem receita médica por mais de 50 anos. Mas a popular droga analgésica está recebendo uma grande reformulação na rotulagem após uma série de processos por danos pessoais.

 De acordo com a Associated Press (AP), como muitos usuários de Tylenol nos dias de hoje estão sofrendo grandes danos no fígado ou morrendo, que o fabricante da droga, McNeil Consumer Healthcare, decidiu colocar uma grande etiqueta vermelha na tampa que informa aos usuários sobre os riscos da droga.

Mesmo quando tomado nas doses recomendadas, o acetaminofeno (também conhecido como paracetamol), o principal ingrediente ativo do Tylenol, pode causar grandes danos ao fígado, podendo levar à insuficiência hepática e até mesmo a morte. De fato, o paracetamol é atualmente a principal causa de falência hepática súbita nos EUA, uma vez que foi demonstrado que os seus metabolitos tóxicos matam as células do fígado.

A droga é tão tóxica que até 80 mil pessoas estão correndo para a sala de emergência anualmente devido a intoxicação por paracetamol, e outros 500 vão acabar mortos por insuficiência hepática.

Estes são números preocupantes que podem vir como uma surpresa para a maioria das pessoas , especialmente considerando que milhões de americanos usam Tylenol e medicamentos contendo paracetamol regularmente. Mas, com mais de 85 processos por danos pessoais , movidos contra a empresa no tribunal federal, McNeil está sentindo a pressão em sua droga que tem sido apontada como uma das mais seguras drogas analgésicas no mercado, o que claramente não é.

“A aviso irá deixar bem claro que a droga sem receita médica contém paracetamol, um ingrediente de alívio da dor que é a principal causa de insuficiência hepática súbita da nação“, escreve Matthew Perrone para o AP.” A nova tampa é projetada para chamar a atenção das pessoas que não leem os avisos que já aparecem nas letras miúdas no rótulo do produto, de acordo com os executivos da empresa.”

O novo rótulo, que conterá com as frases “CONTÉM ACETAMINOFENO (Paracetalmol)” e “Leia sempre a bula“, está previsto que apareça pela primeira vez em todos os frascos de Extra Strength Tylenol (Tylenol Extra Forte), que contém 50 por cento a mais de paracetamol por dose do que o Tylenol normal. E nos próximos meses, todos os frascos de Tylenol, incluindo o Tylenol força regular, terão o novo rótulo.

NyQuil, Sudafed, Excedrin e muitas outras drogas comuns também contêm acetaminofeno/paracetamol

Apesar do novo rótulo, a McNeil, que é propriedade da gigante farmacêutica Johnson & Johnson (J & J), insiste que o Tylenol é seguro quando tomado como indicado. Mas o que a empresa deixa de admitir é que muitas pessoas estão tomando não só o Tylenol, mas também outros medicamentos que contêm paracetamol, o que aumenta a dose do produto químico a níveis que são muito maiores do que provavelmente se imagina.

Uma pesquisa recente também sugere um aumento de até 123% no risco de desfunção renal pela combinação de Paracetamol com álcool.

De acordo com AP, aproximadamente um em cada quatro americanos, ou cerca de 78 milhões de pessoas, consomem produtos com drogas que contem acetaminofeno semanalmente. Verifica-se que cerca de 600 medicamentos sem receita médica, contêm paracetamol.

Combinando diferentes drogas contendo acetaminofeno/paracetamol é uma das principais causas de overdose de paracetamol, dizem os especialistas, por isso a adição das novas etiquetas. Mas algumas pessoas que ficam bem dentro da dose máxima diária de paracetamol, que está atualmente fixada em 4.000 miligramas (mg) por dia, ainda ficam doentes ou morrem, o que sugere que talvez qualquer nível de acetaminofeno é tóxico e deve ser evitado.

“É ainda um pouco de um quebra-cabeça“, diz a Dra. Anne Larson do Centro Médico Sueco em Seattle, Washington. “É uma predisposição genética? As pessoas alegam que elas tomaram a quantidade certa, mas elas realmente tomaram a mais? É difícil saber.”

Fontes:
Notícias Naturais , Mercury News , Food Consumer , Science Natural News , Natural News , Medical News Today

"O açúcar é 8 vezes mais viciante que a cocaína".

A partir dos anos 70, ficamos rodeados de comidas industrializadas cheias de açúcar, amidos e gordura. Elas estão em todos os lugares, desde a fórmula que é dada para bebês, até no molho de salada. As crianças são os principais alvos da indústria alimentícia através da publicidade, para se tornarem desde cedo, viciadas.

O resultado é que, nos EUA, 2/3 da população está obesa ou acima do peso. Saiba dos truques das corporações na arte de enganar o consumidor e das soluções para se livrar de uma obesidade epidêmica.



Fontes: Doc Verdade , Filmes Online Gratis

Documentário: To cheio! / Fed Up (2014)

"O açúcar é 8 vezes mais viciante que a cocaína".

A partir dos anos 70, ficamos rodeados de comidas industrializadas cheias de açúcar, amidos e gordura. Elas estão em todos os lugares, desde a fórmula que é dada para bebês, até no molho de salada. As crianças são os principais alvos da indústria alimentícia através da publicidade, para se tornarem desde cedo, viciadas.

O resultado é que, nos EUA, 2/3 da população está obesa ou acima do peso. Saiba dos truques das corporações na arte de enganar o consumidor e das soluções para se livrar de uma obesidade epidêmica.



Fontes: Doc Verdade , Filmes Online Gratis

“Um membro do corpo docente da Libéria escreveu um artigo no jornal liberiano, o Daily Observer, alegando que o Ebola é resultado de experimentos realizados pelo bioterrorismo dos EUA.

Dr. Cyril Broderick alegou, entre outras coisas, que “locais em torno da África e na África Ocidental, ao longo dos anos foram usadas para testes de doenças emergentes, especialmente o Ebola.

“A OMS e várias outras agências da ONU têm sido implicados na seleção e seduzindo países africanos para participar de testes, promovendo a vacinação, mas buscando vários regimentos de teste”, continuou ele.

“Relatórios do Departamento de Defesa dos EUA (DoD) informam o financiamento de testes de Ebola em seres humanos, que começaram poucas semanas antes do surto que ocorreu em Guiné e Serra Leoa”. Afirma um relatório do International Business Times .

Acontece também que a fuga de Ebola coincide com campanhas de vacinação da ONU . Indústrias farmacêuticas e de biotecnologia teriam lucrado com a crise de ebola quando generais de biodefesa e pesquisa, altos funcionários públicos e burocratas da ONU, timidamente assinaram contratos de vários milhões de euros. É bem coincidência o fato do primeiro surto na Guiné acontecer ao longo de três campanhas de vacinação, realizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e a UNICEF. Pelo menos dois dos programas de vacinação foram implementados por Médicos Sem Fronteiras, enquanto algumas dessas vacinas foram produzidas pela Sanofi Pasteur, a farmacêutica francesa cujo acionista majoritário é o Grupo Rothschild.
Naturalmente, os Rothschilds executam quase todos os bancos centrais do mundo, e possuem uma rede familiar de cerca de 500 trilhões de dólares. Eles são os únicos que puxam as cordas de nosso planeta, e lucrariam ainda mais com este surto.

Agora, eu pessoalmente não estou especialista em Ebola, mas a história tem um jeito engraçado de se repetir. Aqui é a minha previsão, espere um ataque de falsa bandeira dos EUA como uma forma de controlar a população e matá-los no processo. Vão anunciar um surto (que pode, na verdade, ser um lançamento de uma arma biológica química, e não Ebola) e, em seguida, vão começar a administrar a vacina à população. Eles podem até tentar torná-la obrigatória. NÃO tomem a vacina. Isto é como Ebola vai se espalhar, e é assim que o justificará ocupando outros países estrangeiros e estabelecendo bases militares. Isso faz parte de sua agenda global.”

Pra gerar ainda mais polêmica, você sabia que o CDC (Centers for Disease Control) tem uma patente sobre o vírus Ebola? Conforme relatado na NaturalNews , o governo americano possui uma patente particular do Ebola, conhecido como “EboBun.” É a patente ‘CA2741523A1‘ e foi premiado em 2010. Clique aqui  e confira:

PATENTE CA 2741523 A1

Os requerentes da patente estão claramente descritos como:

”O Governo dos Estados Unidos da América, representado pelo Secretário do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, Centro de Controle de Doenças.”

Por que uma organização governamental afirma ter o monopólio de uma doença infecciosa, e em seguida, ter exploração sobre seu uso comercial?

Outro ponto intrigante é o fato de que pesquisadores foram “contaminados” e vieram a falecer em um curto período de tempo. Todos membros experientes do Hospital do Governo Kenema (KGH), localizado em Serra Leoa, onde o primeiro surto de Ebola surgiu. Estes que foram acometidos da síndrome que extermina cientistas que se metem a revelar o que não devem.

Sheik Humarr Khan, um virologista renomado, foi diretor do programa nacional de combate à febre de Lassa, que é um tipo de doença hemorrágica aguda tão grave quanto o Ebola, além de ter trabalhado para o Centro Africano de Excelência em Genômica de Doenças Infecciosas (ACEGID) na Nigéria. Ele não sabia se proteger do vírus?
Alex Moigboi enfermeiro com mais de 10 anos de experiência que cuidava desses pacientes “se descuidou”? Alice Kovoma enfermeira, Mohamed Fullah, foi técnico de laboratório que ajudou nos estudos do vírus. Mbalu Fonnie enfermeira com mais de 30 anos tratando da febre de Lassa cai nessa também?
E Sidiki Saffa, técnico de laboratório que coletava amostras de sangue morreu pouco depois de um “acidente vascular cerebral”, dizem que relacionado ao Ebola, será?

Portanto, são investigadores que morreram poucos dias antes de publicarem resultados de suas pesquisas científicas sobre a origem e difusão do Ebola em uma revista científica de prestígio – Sciencie.

Portanto, cabe a nós mesmos pesquisarmos e questionarmos todas essas informações, principalmente as que chegam através da mídia popular, pois a história do Ebola tem todos os ingredientes de uma clássica e perigosa operação de falsa bandeira.

Agradecimento ao leitor Matheus D.R.C

Referência: Blog Laura Botelho

Fontes: Google Patents , Spirit Science And Metaphysics , Verdade Mundial , Libertar ,

Governo Americano possui uma patente particular do Ebola

“Um membro do corpo docente da Libéria escreveu um artigo no jornal liberiano, o Daily Observer, alegando que o Ebola é resultado de experimentos realizados pelo bioterrorismo dos EUA.

Dr. Cyril Broderick alegou, entre outras coisas, que “locais em torno da África e na África Ocidental, ao longo dos anos foram usadas para testes de doenças emergentes, especialmente o Ebola.

“A OMS e várias outras agências da ONU têm sido implicados na seleção e seduzindo países africanos para participar de testes, promovendo a vacinação, mas buscando vários regimentos de teste”, continuou ele.

“Relatórios do Departamento de Defesa dos EUA (DoD) informam o financiamento de testes de Ebola em seres humanos, que começaram poucas semanas antes do surto que ocorreu em Guiné e Serra Leoa”. Afirma um relatório do International Business Times .

Acontece também que a fuga de Ebola coincide com campanhas de vacinação da ONU . Indústrias farmacêuticas e de biotecnologia teriam lucrado com a crise de ebola quando generais de biodefesa e pesquisa, altos funcionários públicos e burocratas da ONU, timidamente assinaram contratos de vários milhões de euros. É bem coincidência o fato do primeiro surto na Guiné acontecer ao longo de três campanhas de vacinação, realizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e a UNICEF. Pelo menos dois dos programas de vacinação foram implementados por Médicos Sem Fronteiras, enquanto algumas dessas vacinas foram produzidas pela Sanofi Pasteur, a farmacêutica francesa cujo acionista majoritário é o Grupo Rothschild.
Naturalmente, os Rothschilds executam quase todos os bancos centrais do mundo, e possuem uma rede familiar de cerca de 500 trilhões de dólares. Eles são os únicos que puxam as cordas de nosso planeta, e lucrariam ainda mais com este surto.

Agora, eu pessoalmente não estou especialista em Ebola, mas a história tem um jeito engraçado de se repetir. Aqui é a minha previsão, espere um ataque de falsa bandeira dos EUA como uma forma de controlar a população e matá-los no processo. Vão anunciar um surto (que pode, na verdade, ser um lançamento de uma arma biológica química, e não Ebola) e, em seguida, vão começar a administrar a vacina à população. Eles podem até tentar torná-la obrigatória. NÃO tomem a vacina. Isto é como Ebola vai se espalhar, e é assim que o justificará ocupando outros países estrangeiros e estabelecendo bases militares. Isso faz parte de sua agenda global.”

Pra gerar ainda mais polêmica, você sabia que o CDC (Centers for Disease Control) tem uma patente sobre o vírus Ebola? Conforme relatado na NaturalNews , o governo americano possui uma patente particular do Ebola, conhecido como “EboBun.” É a patente ‘CA2741523A1‘ e foi premiado em 2010. Clique aqui  e confira:

PATENTE CA 2741523 A1

Os requerentes da patente estão claramente descritos como:

”O Governo dos Estados Unidos da América, representado pelo Secretário do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, Centro de Controle de Doenças.”

Por que uma organização governamental afirma ter o monopólio de uma doença infecciosa, e em seguida, ter exploração sobre seu uso comercial?

Outro ponto intrigante é o fato de que pesquisadores foram “contaminados” e vieram a falecer em um curto período de tempo. Todos membros experientes do Hospital do Governo Kenema (KGH), localizado em Serra Leoa, onde o primeiro surto de Ebola surgiu. Estes que foram acometidos da síndrome que extermina cientistas que se metem a revelar o que não devem.

Sheik Humarr Khan, um virologista renomado, foi diretor do programa nacional de combate à febre de Lassa, que é um tipo de doença hemorrágica aguda tão grave quanto o Ebola, além de ter trabalhado para o Centro Africano de Excelência em Genômica de Doenças Infecciosas (ACEGID) na Nigéria. Ele não sabia se proteger do vírus?
Alex Moigboi enfermeiro com mais de 10 anos de experiência que cuidava desses pacientes “se descuidou”? Alice Kovoma enfermeira, Mohamed Fullah, foi técnico de laboratório que ajudou nos estudos do vírus. Mbalu Fonnie enfermeira com mais de 30 anos tratando da febre de Lassa cai nessa também?
E Sidiki Saffa, técnico de laboratório que coletava amostras de sangue morreu pouco depois de um “acidente vascular cerebral”, dizem que relacionado ao Ebola, será?

Portanto, são investigadores que morreram poucos dias antes de publicarem resultados de suas pesquisas científicas sobre a origem e difusão do Ebola em uma revista científica de prestígio – Sciencie.

Portanto, cabe a nós mesmos pesquisarmos e questionarmos todas essas informações, principalmente as que chegam através da mídia popular, pois a história do Ebola tem todos os ingredientes de uma clássica e perigosa operação de falsa bandeira.

Agradecimento ao leitor Matheus D.R.C

Referência: Blog Laura Botelho

Fontes: Google Patents , Spirit Science And Metaphysics , Verdade Mundial , Libertar ,

Natural News

Em pouco tempo, todos nós vamos ser inundados com uma campanha de propaganda da grande mídia, exigindo que todos nós aceitemos uma vacina contra o Ebola. Neste momento, uma vacina já entrou em testes em humanos na África, informa a NBC News. [1] A vacina foi desenvolvida pelo NIH, e o ensaio clínico está sendo executado pela Universidade de Maryland.

Mas há um grande problema em tudo isso: a vacina não será testada contra o Ebola. Ela será “aprovada” pela FDA em tempo recorde, sem nunca ter sido mostrada sendo eficaz, em outras palavras.

Você pode achar isso estranho… e é. Os medicamentos são normalmente testados contra a droga afirma tratar. Por exemplo, os medicamentos de pressão arterial alta são testados em pessoas que têm pressão arterial alta para determinar se a droga “funciona” na redução da sua pressão arterial. Estes resultados são tipicamente comparados com um grupo de controle, que também tem uma pressão arterial alta, mas receberam um placebo. A diferença dos resultados entre os dois grupos é atribuída ao medicamento.

Um teste de vacina contra o Ebola corretamente construída também teria que usar dois grupos de pessoas: um grupo de controle que não recebe nenhuma vacina e, em seguida, fica exposto ao Ebola, e um grupo tratado que recebe a vacina e depois fica exposto ao Ebola. A diferença entre os resultados dos dois grupos seria atribuída à vacina. Obviamente, nenhum ensaio clínico de vacina vai expor intencionalmente alguém ao Ebola. Assim, a questão se a vacina funciona até mesmo contra o Ebola não será respondida, mesmo quando a vacina for “aprovada” para uso na população.
Os ensaios clínicos não vão testar a eficácia da vacina contra o Ebola

Em vez de testar se a vacina funciona contra o Ébola, os ensaios clínicos estão apenas tentando determinar se a vacina provoca efeitos colaterais e produz uma resposta imune. Como o Dr. Myron Levine, diretor do Centro de Desenvolvimento de Vacinas (DCV) da Universidade de Maryland, explica:

Esta pesquisa vai nos dar informações cruciais se a vacina é segura, bem tolerada e capaz de estimular respostas imunológicas adequadas na maior população-alvo prioritária, os profissionais de saúde na África Ocidental.

Observe cuidadosamente que ele não diz se o ensaio clínico vai dizer-lhes se a vacina realmente interrompe a transmissão do vírus Ebola. O que eles estão procurando neste ensaio clínico é saber se a vacina provoca efeitos colaterais e se produz uma “resposta imune” de anticorpos.

Estes anticorpos, ao que parece, não são anticorpos do Ebola. Eles são anticorpos para uma pequena cadeia de proteínas (que se assemelham a uma parte do Ebola) ligados a um adenovírus (um vírus da gripe comum). A esperança entre os desenvolvedores de vacinas é que os anticorpos que aparecerem em resposta a esta estrutura de proteínas construída artificialmente também vão trabalhar contra o Ebola. Mas não haverá nenhuma prova disso. Será simplesmente uma “melhor estimativa” e que pode não funcionar em todos.

Uma vez que a vacina experimental e não testada for implantada, duas coisas vão acontecer

Independentemente do fato de que a vacina contra o Ebola não será testada contra o Ebola, há duas coisas que irão acontecer imediatamente após a implantação da vacina:

1) Todo o progresso na contenção do surto do Ebola será imediatamente e exclusivamente creditado à vacina contra o Ebola.

2) Todas as falhas na contenção do surto de Ebola serão imediatamente e exclusivamente atribuídas às pessoas que se recusarem a se vacinar contra o Ebola.

Tal é o dogma da religião da vacina: Mesmo sem qualquer prova científica que seja, a cada evento que acontecer será interpretado como uma confirmação da infalibilidade absoluta da vacina. Aqueles que ousam questionar a eficácia ou segurança da vacina serão marcados como “assassinos”, enquanto aqueles que cegamente aceitam a adoração da vacina e que tudo dará certo, serão rotulados como “salvadores”.

Mesmo que a vacina contra o Ebola fosse uma solução salina pura, com nenhum fragmento viral qualquer – ou seja, “placebo” – os dois pontos acima ainda seriam verdadeiros. O simples fato de ser uma vacina faz com que as mentes uma vez científicas, sejam sobrecarregadas com o fervor religioso e abandonem todo o ceticismo racional. Nenhum questionamento da vacina contra o Ebola será tolerado em qualquer lugar, e qualquer um que ouse levantar questões sobre a segurança, eficácia ou ingredientes da formulação, será cruelmente responsabilizado pelo agravamento do surto, quase como se tivessem correndo por aí com uma seringa cheia de Ebola, injetando deliberadamente as pessoas em shopping centers e aeroportos.

Por que na ditadura científica de hoje executada por empresas farmacêuticas, o único pecado pior do que ser um portador de Ebola que infecta outros é ser um cético da vacina que faz perguntas científicas sobre os ingredientes da vacina, do controle de qualidade de sua produção e da eficácia da vacina. Na religião do cientificismo, há tolerância zero para aqueles que não têm fé cega nas vacinas. Ou você adora a vacina e os seus proponentes, ou você vai ser condenado como um perigo à segurança pública.

No clima médico politizado de hoje, você percebe que, se a vacina realmente “funciona” é irrelevante. É por isso que a prata coloidal nunca será testada contra o Ebola pelas autoridades de saúde. Eles não querem saber se ela funciona. Todo esse sistema ocidental da medicina não está interessado no que funciona. Ele só está interessado no que oferece lucros.

E parece que o Ebola está prestes a criar uma colheita de lucros para todos eles, mesmo que o seu produto ‘vacina’ na verdade não funcione. Mas quem tem tempo para ciência de verdade quando há uma pandemia avançando, certo?  ;)

Fontes: Natural News , Noticias Naturais

O Que? A Vacina Contra o Ebola não Está Sendo Testada contra o Ebola?

Natural News

Em pouco tempo, todos nós vamos ser inundados com uma campanha de propaganda da grande mídia, exigindo que todos nós aceitemos uma vacina contra o Ebola. Neste momento, uma vacina já entrou em testes em humanos na África, informa a NBC News. [1] A vacina foi desenvolvida pelo NIH, e o ensaio clínico está sendo executado pela Universidade de Maryland.

Mas há um grande problema em tudo isso: a vacina não será testada contra o Ebola. Ela será “aprovada” pela FDA em tempo recorde, sem nunca ter sido mostrada sendo eficaz, em outras palavras.

Você pode achar isso estranho… e é. Os medicamentos são normalmente testados contra a droga afirma tratar. Por exemplo, os medicamentos de pressão arterial alta são testados em pessoas que têm pressão arterial alta para determinar se a droga “funciona” na redução da sua pressão arterial. Estes resultados são tipicamente comparados com um grupo de controle, que também tem uma pressão arterial alta, mas receberam um placebo. A diferença dos resultados entre os dois grupos é atribuída ao medicamento.

Um teste de vacina contra o Ebola corretamente construída também teria que usar dois grupos de pessoas: um grupo de controle que não recebe nenhuma vacina e, em seguida, fica exposto ao Ebola, e um grupo tratado que recebe a vacina e depois fica exposto ao Ebola. A diferença entre os resultados dos dois grupos seria atribuída à vacina. Obviamente, nenhum ensaio clínico de vacina vai expor intencionalmente alguém ao Ebola. Assim, a questão se a vacina funciona até mesmo contra o Ebola não será respondida, mesmo quando a vacina for “aprovada” para uso na população.
Os ensaios clínicos não vão testar a eficácia da vacina contra o Ebola

Em vez de testar se a vacina funciona contra o Ébola, os ensaios clínicos estão apenas tentando determinar se a vacina provoca efeitos colaterais e produz uma resposta imune. Como o Dr. Myron Levine, diretor do Centro de Desenvolvimento de Vacinas (DCV) da Universidade de Maryland, explica:

Esta pesquisa vai nos dar informações cruciais se a vacina é segura, bem tolerada e capaz de estimular respostas imunológicas adequadas na maior população-alvo prioritária, os profissionais de saúde na África Ocidental.

Observe cuidadosamente que ele não diz se o ensaio clínico vai dizer-lhes se a vacina realmente interrompe a transmissão do vírus Ebola. O que eles estão procurando neste ensaio clínico é saber se a vacina provoca efeitos colaterais e se produz uma “resposta imune” de anticorpos.

Estes anticorpos, ao que parece, não são anticorpos do Ebola. Eles são anticorpos para uma pequena cadeia de proteínas (que se assemelham a uma parte do Ebola) ligados a um adenovírus (um vírus da gripe comum). A esperança entre os desenvolvedores de vacinas é que os anticorpos que aparecerem em resposta a esta estrutura de proteínas construída artificialmente também vão trabalhar contra o Ebola. Mas não haverá nenhuma prova disso. Será simplesmente uma “melhor estimativa” e que pode não funcionar em todos.

Uma vez que a vacina experimental e não testada for implantada, duas coisas vão acontecer

Independentemente do fato de que a vacina contra o Ebola não será testada contra o Ebola, há duas coisas que irão acontecer imediatamente após a implantação da vacina:

1) Todo o progresso na contenção do surto do Ebola será imediatamente e exclusivamente creditado à vacina contra o Ebola.

2) Todas as falhas na contenção do surto de Ebola serão imediatamente e exclusivamente atribuídas às pessoas que se recusarem a se vacinar contra o Ebola.

Tal é o dogma da religião da vacina: Mesmo sem qualquer prova científica que seja, a cada evento que acontecer será interpretado como uma confirmação da infalibilidade absoluta da vacina. Aqueles que ousam questionar a eficácia ou segurança da vacina serão marcados como “assassinos”, enquanto aqueles que cegamente aceitam a adoração da vacina e que tudo dará certo, serão rotulados como “salvadores”.

Mesmo que a vacina contra o Ebola fosse uma solução salina pura, com nenhum fragmento viral qualquer – ou seja, “placebo” – os dois pontos acima ainda seriam verdadeiros. O simples fato de ser uma vacina faz com que as mentes uma vez científicas, sejam sobrecarregadas com o fervor religioso e abandonem todo o ceticismo racional. Nenhum questionamento da vacina contra o Ebola será tolerado em qualquer lugar, e qualquer um que ouse levantar questões sobre a segurança, eficácia ou ingredientes da formulação, será cruelmente responsabilizado pelo agravamento do surto, quase como se tivessem correndo por aí com uma seringa cheia de Ebola, injetando deliberadamente as pessoas em shopping centers e aeroportos.

Por que na ditadura científica de hoje executada por empresas farmacêuticas, o único pecado pior do que ser um portador de Ebola que infecta outros é ser um cético da vacina que faz perguntas científicas sobre os ingredientes da vacina, do controle de qualidade de sua produção e da eficácia da vacina. Na religião do cientificismo, há tolerância zero para aqueles que não têm fé cega nas vacinas. Ou você adora a vacina e os seus proponentes, ou você vai ser condenado como um perigo à segurança pública.

No clima médico politizado de hoje, você percebe que, se a vacina realmente “funciona” é irrelevante. É por isso que a prata coloidal nunca será testada contra o Ebola pelas autoridades de saúde. Eles não querem saber se ela funciona. Todo esse sistema ocidental da medicina não está interessado no que funciona. Ele só está interessado no que oferece lucros.

E parece que o Ebola está prestes a criar uma colheita de lucros para todos eles, mesmo que o seu produto ‘vacina’ na verdade não funcione. Mas quem tem tempo para ciência de verdade quando há uma pandemia avançando, certo?  ;)

Fontes: Natural News , Noticias Naturais

Documentário Sementes da Liberdade
Embora não percebamos ou saibamos, consumimos inúmeros alimentos geneticamente modificados. Mas as preocupações vão além da discussão sobre a segurança destes produtos. Estamos indo em direção a uma época em que teremos de pagar para uma empresa para termos o direito de plantar nossa própria comida.

O documentário “Sementes da Liberdade” traz à tona uma nova polêmica que está além daquela que questionava se os alimentos transgênicos ou geneticamente modificados, fazem ou não mal à saúde humana. A nova polêmica diz respeito a pergunta: “quem são os donos das sementes?”

A agricultura é o berço da Humanidade

Antigamente podia-se pegar as sementes que uma planta gerava e plantá-las em outro lugar, cuidar de seu crescimento, regá-las e colhê-las. A isto chamamos de Agricultura e este foi, depois da descoberta do fogo, o ponto central de desenvolvimento do que hoje chamamos de Humanidade.

Este processo foi utilizado por milhares de anos e até hoje está presente, mesmo dentro de nossas casas. Qual mãe ou avó nunca plantou um hortinha no quintal de casa ou mudou uma planta de um vaso para outro? Um agricultor pode colher e guardar, em seu galpão, sementes das plantas que ele mesmo plantou, para utilizá-las no plantio da próxima estação. Em princípio o preço por este processo, ou seja, o quanto devemos à natureza, é basicamente nossa força de trabalho. As sementes são generosamente desenvolvidas por ela.

Mas com o advento da Agricultura não tivemos apenas soluções. Como tudo na vida os problemas também surgiram e um deles foram as pragas.

Mais comida? Mais agrotóxico

A Agricultura, com o passar do tempo, exigia que maiores espaços fossem dedicados a uma mesma cultura. Isto, por um lado, facilitava o seu manejo e a colheita, mas, por outro, dificulta a diversidade de espécies em certas regiões. Isto fez com que a diversidade de plantas e animais, que antes equilibravam o ambiente, desaparecessem.

Imagine uma larva que se alimenta de uma espécie de milho. Como antes este milho ficava em meio a outras plantas isto tornava mais provável que pássaros ou outros insetos que viviam ali comessem esta larva, controlando sua proliferação. Assim o próprio ambiente equilibrava tudo que estava a sua volta.

Mas com as extensas monoculturas, aumentando cada vez mais suas áreas, este equilíbio foi afetado, fazendo com que a humanidade passasse a procurar novos métodos de controle para não perder suas plantações ou as tornar menos rentáveis. Dentre estes métodos o que se expandiu em maior escala foram os defensivos agrícolas ou agrotóxicos, que agora fazem o trabalho que antes era do ambiente em torno. Um exemplo das consequências do uso de agrotóxicos pode ser vista nesta reportagem do Globo Rural clicando aqui.

Porém o documentário "Sementes da Liberdade" traz a tona um segundo motivo para tal expansão.

Trocar um problema por outro. Os transgênicos

Com o desenvolvimento da engenharia genética surge um novo ramo que pretendia ‘eliminar’ os agrotóxicos, fazendo com que as próprias plantas eliminassem as pragas que as atacavam. Estas plantas passaram a ser chamadas de geneticamente modificadas ou transgênicas.

A grande polêmica é que, ao criar uma destas plantas, geneticamente modificadas ou transgênicas, suas sementes ganham patentes, patentes estas que pertencem a mega empresas do ramo. Isto faz com que, não só uma planta, mas aquela espécie geneticamente modificada passe a ser uma propriedade destas empresas.

O que isto implica então? Implica que para plantá-las deve-se pagar à empresa, mesmo que você não tenha adquirido a semente diretamente desta ou daquela. Isto pode parecer algo absurdo, “imagina que vão ficar cobrando este tipo de coisa” afirmaria alguém. Ações na justiça norte americana contra agricultores dizem claramente que isto não só poderia, como está acontecendo neste exato momento.
Quem são os donos das sementes?

Um dos casos retratados no documentário, um agricultor do Canadá que sempre plantou sementes que ele mesmo estocava por gerações, mostra bem este aspecto sombrio.

Em um certo ano uma plantação vizinha contaminou suas sementes com os genes modificados de uma empresa. O agricultor foi processado por utilização das sementes sem haver pago à empresa. Este cenário, em minha opinião, é perigosíssimo porque nos coloca completamente a mercê de corporações sem escrupulos para ganhar dinheiro e pode destruir ou enfraquecer muito gerações de famílias que vivem da terra.

Então a discussão já nem mais é tão técnica quanto a questão dos transgênicos fazerem ou não mal à saúde (apesar deste debate ainda ser atual), é algo mais palpável, que pode ser medido muito mais diretamente, é a questão do direito sobre poder plantar e colher. Estamos falando das pessoas serem obrigadas a pagar à alguém para terem o direito de plantar em sua própria terra, com suas prórias mãos e sem qualquer tipo de benefício, mas tão somente pelas patentes envolvidas.

Assista ao documentário abaixo, tire suas conclusões e comente!




Referências:

Autor
Daniel Pereira Formado em Física / Astrofísica pela Universidade de São Paulo. Fez cursos nas faculdades de Filosofia, Geologia e Matemática na Universidade de São Paulo. Fez cursos na área de artes plásticas e história da arte no Centro Cultural São Paulo. Também frequentou o curso de Introdução a Psicanálise pelo Instituto Sedes Sapientiae. Atua na área de tecnologia e web desenvolvendo soluções voltadas para várias áreas do conhecimento, incluindo pesquisa com redes sociais. Atualmente atua para um grande portal de notícias.
 
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Transgênicos - Quem são os donos das sementes?

Documentário Sementes da Liberdade
Embora não percebamos ou saibamos, consumimos inúmeros alimentos geneticamente modificados. Mas as preocupações vão além da discussão sobre a segurança destes produtos. Estamos indo em direção a uma época em que teremos de pagar para uma empresa para termos o direito de plantar nossa própria comida.

O documentário “Sementes da Liberdade” traz à tona uma nova polêmica que está além daquela que questionava se os alimentos transgênicos ou geneticamente modificados, fazem ou não mal à saúde humana. A nova polêmica diz respeito a pergunta: “quem são os donos das sementes?”

A agricultura é o berço da Humanidade

Antigamente podia-se pegar as sementes que uma planta gerava e plantá-las em outro lugar, cuidar de seu crescimento, regá-las e colhê-las. A isto chamamos de Agricultura e este foi, depois da descoberta do fogo, o ponto central de desenvolvimento do que hoje chamamos de Humanidade.

Este processo foi utilizado por milhares de anos e até hoje está presente, mesmo dentro de nossas casas. Qual mãe ou avó nunca plantou um hortinha no quintal de casa ou mudou uma planta de um vaso para outro? Um agricultor pode colher e guardar, em seu galpão, sementes das plantas que ele mesmo plantou, para utilizá-las no plantio da próxima estação. Em princípio o preço por este processo, ou seja, o quanto devemos à natureza, é basicamente nossa força de trabalho. As sementes são generosamente desenvolvidas por ela.

Mas com o advento da Agricultura não tivemos apenas soluções. Como tudo na vida os problemas também surgiram e um deles foram as pragas.

Mais comida? Mais agrotóxico

A Agricultura, com o passar do tempo, exigia que maiores espaços fossem dedicados a uma mesma cultura. Isto, por um lado, facilitava o seu manejo e a colheita, mas, por outro, dificulta a diversidade de espécies em certas regiões. Isto fez com que a diversidade de plantas e animais, que antes equilibravam o ambiente, desaparecessem.

Imagine uma larva que se alimenta de uma espécie de milho. Como antes este milho ficava em meio a outras plantas isto tornava mais provável que pássaros ou outros insetos que viviam ali comessem esta larva, controlando sua proliferação. Assim o próprio ambiente equilibrava tudo que estava a sua volta.

Mas com as extensas monoculturas, aumentando cada vez mais suas áreas, este equilíbio foi afetado, fazendo com que a humanidade passasse a procurar novos métodos de controle para não perder suas plantações ou as tornar menos rentáveis. Dentre estes métodos o que se expandiu em maior escala foram os defensivos agrícolas ou agrotóxicos, que agora fazem o trabalho que antes era do ambiente em torno. Um exemplo das consequências do uso de agrotóxicos pode ser vista nesta reportagem do Globo Rural clicando aqui.

Porém o documentário "Sementes da Liberdade" traz a tona um segundo motivo para tal expansão.

Trocar um problema por outro. Os transgênicos

Com o desenvolvimento da engenharia genética surge um novo ramo que pretendia ‘eliminar’ os agrotóxicos, fazendo com que as próprias plantas eliminassem as pragas que as atacavam. Estas plantas passaram a ser chamadas de geneticamente modificadas ou transgênicas.

A grande polêmica é que, ao criar uma destas plantas, geneticamente modificadas ou transgênicas, suas sementes ganham patentes, patentes estas que pertencem a mega empresas do ramo. Isto faz com que, não só uma planta, mas aquela espécie geneticamente modificada passe a ser uma propriedade destas empresas.

O que isto implica então? Implica que para plantá-las deve-se pagar à empresa, mesmo que você não tenha adquirido a semente diretamente desta ou daquela. Isto pode parecer algo absurdo, “imagina que vão ficar cobrando este tipo de coisa” afirmaria alguém. Ações na justiça norte americana contra agricultores dizem claramente que isto não só poderia, como está acontecendo neste exato momento.
Quem são os donos das sementes?

Um dos casos retratados no documentário, um agricultor do Canadá que sempre plantou sementes que ele mesmo estocava por gerações, mostra bem este aspecto sombrio.

Em um certo ano uma plantação vizinha contaminou suas sementes com os genes modificados de uma empresa. O agricultor foi processado por utilização das sementes sem haver pago à empresa. Este cenário, em minha opinião, é perigosíssimo porque nos coloca completamente a mercê de corporações sem escrupulos para ganhar dinheiro e pode destruir ou enfraquecer muito gerações de famílias que vivem da terra.

Então a discussão já nem mais é tão técnica quanto a questão dos transgênicos fazerem ou não mal à saúde (apesar deste debate ainda ser atual), é algo mais palpável, que pode ser medido muito mais diretamente, é a questão do direito sobre poder plantar e colher. Estamos falando das pessoas serem obrigadas a pagar à alguém para terem o direito de plantar em sua própria terra, com suas prórias mãos e sem qualquer tipo de benefício, mas tão somente pelas patentes envolvidas.

Assista ao documentário abaixo, tire suas conclusões e comente!




Referências:

Autor
Daniel Pereira Formado em Física / Astrofísica pela Universidade de São Paulo. Fez cursos nas faculdades de Filosofia, Geologia e Matemática na Universidade de São Paulo. Fez cursos na área de artes plásticas e história da arte no Centro Cultural São Paulo. Também frequentou o curso de Introdução a Psicanálise pelo Instituto Sedes Sapientiae. Atua na área de tecnologia e web desenvolvendo soluções voltadas para várias áreas do conhecimento, incluindo pesquisa com redes sociais. Atualmente atua para um grande portal de notícias.
 
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Nesta quarta feira, dia 17 de Setembro de 2014, um grupo de três alunos denunciaram a geo-engenharia em uma exposição na Feira do Conhecimento, evento regional que aconteceu no Centro de Convenções do Município de São José, situado na Grande Florianópolis.

Os jovens, coordenados por seu professor, elaboraram uma bela exposição com direito a banners, reportagens e recursos digitais com Notebook e Tablets. Tudo isso para prover ao espectador uma experiencia o mais completa possível da realidade da geoengenharia, visto que a distância que as pessoas comuns estão deste conhecimento é tão grande, que para muitos é difícil processar essas informações. No entanto, este problema pedagógico foi resolvido com a eficiência dos alunos para expor o tema e a ilustração simultânea de imagens passadas na tela dos computadores diante dos espectadores curiosos.

Dentre os espectadores, as crianças foram as que mais se interessaram. Atraídas pelas imagens de nuvens e aviões, paravam para ouvir as explicações dos expositores. Mesmo tratando-se de uma linguagem complexa, as crianças apreciavam as explicações e se fascinavam com as imagens coloridas.

Mas é claro que não foram só as crianças as interessadas. Por ali passaram adolescentes, pais e também professores, muitos destes, de química, física, biologia e etc. Em muitos momentos perguntas céticas foram feitas, mas os alunos estavam preparados para respondê-las e deram o melhor de si, afinal pesquisaram com dedicação o tema que estavam exibindo.

Essa é uma iniciativa muito importante, pois trata-se da geo-engenharia sendo exposta em um evento educacional. Ou seja, são crianças e jovens, a futura geração, tendo acesso pela primeira vez a essa realidade. Isso é fundamental para o processo de conscientização a respeito da existência da geo-engenharia no mundo atual. (Por Oberon de Mello)



Obs: Se não funcionar o video acesse aqui.

Referências:
Chemtrails Brasil , Blog Anti-NOM

Fonte: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

Alunos da rede pública denunciam geo-engenharia (Chemtrail) em feira de ciências

Nesta quarta feira, dia 17 de Setembro de 2014, um grupo de três alunos denunciaram a geo-engenharia em uma exposição na Feira do Conhecimento, evento regional que aconteceu no Centro de Convenções do Município de São José, situado na Grande Florianópolis.

Os jovens, coordenados por seu professor, elaboraram uma bela exposição com direito a banners, reportagens e recursos digitais com Notebook e Tablets. Tudo isso para prover ao espectador uma experiencia o mais completa possível da realidade da geoengenharia, visto que a distância que as pessoas comuns estão deste conhecimento é tão grande, que para muitos é difícil processar essas informações. No entanto, este problema pedagógico foi resolvido com a eficiência dos alunos para expor o tema e a ilustração simultânea de imagens passadas na tela dos computadores diante dos espectadores curiosos.

Dentre os espectadores, as crianças foram as que mais se interessaram. Atraídas pelas imagens de nuvens e aviões, paravam para ouvir as explicações dos expositores. Mesmo tratando-se de uma linguagem complexa, as crianças apreciavam as explicações e se fascinavam com as imagens coloridas.

Mas é claro que não foram só as crianças as interessadas. Por ali passaram adolescentes, pais e também professores, muitos destes, de química, física, biologia e etc. Em muitos momentos perguntas céticas foram feitas, mas os alunos estavam preparados para respondê-las e deram o melhor de si, afinal pesquisaram com dedicação o tema que estavam exibindo.

Essa é uma iniciativa muito importante, pois trata-se da geo-engenharia sendo exposta em um evento educacional. Ou seja, são crianças e jovens, a futura geração, tendo acesso pela primeira vez a essa realidade. Isso é fundamental para o processo de conscientização a respeito da existência da geo-engenharia no mundo atual. (Por Oberon de Mello)



Obs: Se não funcionar o video acesse aqui.

Referências:
Chemtrails Brasil , Blog Anti-NOM

Fonte: Fórum Anti Nova Ordem Mundial


Os benefícios do chocolate para a saúde do coração estão bem documentados na literatura científica. Mas uma nova revisão feita por cientistas da Universidade de Campinas lança uma sombra sobre o chocolate comercial como uma fonte segura para a obtenção destes benefícios, tendo constatado que muitos dos produtos de chocolate vendidos no Brasil contêm quantidades preocupantes de chumbo e cádmio.

Publicado no The American Chemical Society (ACS) Journal of Agricultural and Food Chemistry, a pesquisa analisou 30 diferentes marcas de chocolate ao leite, escuro e de chocolate branco vendidas em todo o Brasil – alguns destes produtos também são vendidos nos EUA. Pesquisadores testaram cada um dos produtos para os dois metais, os quais podem causar danos cerebrais e outros problemas de saúde, especialmente em crianças.

Eles descobriram que muitos deles continham preocupantes níveis de chumbo e cádmio, que se acreditada que entrem nos grãos de cacau através do solo contaminado. Embora todos os produtos verificados estejam abaixo dos limiares máximos de segurança estabelecidos pelo governo brasileiro, a União Europeia e a Organização Mundial de Saúde (OMS), verificaram em dois deles maiores níveis do que os limites estabelecidos pela Food and Drug Administration (FDA) dos EUA.

Com base nos testes, em dois dos chocolates foram detectados níveis de chumbo superior a nível de segurança recomendada pela FDA de 100 nanogramas por grama (ng/g) do produto. De acordo com um anúncio do estudo, o teor de chumbo dessas duas amostras era cerca de 130 ng/g e 140 ng/g. Em geral, as 30 amostras mediram entre menos de 21 ng/g e 138,4 ng/g de chumbo.

Com relação ao conteúdo de cádmio, todas as amostras mediram entre abaixo de 1,7 ng/g e 107,6 ng/g do metal. Com base nos testes realizados, os pesquisadores estimam que uma criança pequena que pesa cerca de 14 quilos, que come apenas 10 gramas de chocolate por dia, ou menos de um quarto de uma barra de chocolate de tamanho padrão, vai consumir cerca de 20 por cento do consumo máximo que a União Europeia recomenda em uma semana.

“Os resultados mostraram que o chocolate pode ser uma fonte de ingestão significativa de Cd [cádmio] e Pb [chumbo] especialmente para as crianças“, concluiu a equipe.

Chocolate escuro e chocolate com níveis elevados de cacau estão entre os piores

Ambos os níveis de chumbo e cádmio pareciam estar diretamente correlacionados com o conteúdo total de cacau, o que indica que os tipos de chocolate amplamente considerados mais saudáveis podem realmente ser mais ameaçadores em termos de contaminação por metais pesados. O chocolate escuro, ao que parece, tinha os níveis mais altos dos dois metais, enquanto os chocolates branco e ao leite, que contêm mais açúcar do que cacau, apresentaram os menores níveis.

Isto parece correlacionar-se diretamente com as conclusões do site Natural News Forense Food Lab, que detectou altos níveis de cádmio em muitos produtos de cacau em pó. Em contraste com o cacau em flocos, que contêm muito menos cádmio e outros metais pesados, com base em testes, o cacau em pó contém frenquentemente altos níveis questionáveis deste metal tóxico.

Os resultados dos testes do Food Forenses Lab sobre o cacau em pó estão disponíveis aqui: NaturalNews.com

O chumbo, como você já deve saber, pode causar danos cerebrais, atrasos de linguagem e problemas comportamentais em crianças em desenvolvimento, bem como dor abdominal, dor de cabeça crônica e anemia em adultos. O cádmio pode causar grandes danos aos órgãos e também foi mostrado como um disruptor de hormônios, tendo um efeito semelhante ao estrogênio.

Um resumo do novo estudo sobre o chocolate, intitulado “Cádmio e Chumbo em Chocolates Comercializados no Brasil”, está disponível aqui: Pubs.ACS.org.

Referências:
- Notícias Naturais: [Estudo] Quantidades Excessivas de Chumbo e Cádmio Encontradas no Chocolate Brasileiro

Natural News: Excessive amounts of lead, cadmium found in Brazilian chocolate

- [ESTUDO] ACS Publications: Cadmium and Lead in Chocolates Commercialized in Brazil

ACS Chemistry for Life: Lead and cadmium found in some chocolate bought in Brazil

Counsel & Heal: Lead and Cadmium Found in Brazilian Chocolate

- Natural News: ConsumerLab, Natural News Labs both confirm high levels of toxic cadmium in popular cacao powders

Science Natural News: Scientific studies on chocolate

Fonte: Fórum Notícias Naturais

Quantidades Excessivas de Chumbo e Cádmio Encontradas no Chocolate Brasileiro

Os benefícios do chocolate para a saúde do coração estão bem documentados na literatura científica. Mas uma nova revisão feita por cientistas da Universidade de Campinas lança uma sombra sobre o chocolate comercial como uma fonte segura para a obtenção destes benefícios, tendo constatado que muitos dos produtos de chocolate vendidos no Brasil contêm quantidades preocupantes de chumbo e cádmio.

Publicado no The American Chemical Society (ACS) Journal of Agricultural and Food Chemistry, a pesquisa analisou 30 diferentes marcas de chocolate ao leite, escuro e de chocolate branco vendidas em todo o Brasil – alguns destes produtos também são vendidos nos EUA. Pesquisadores testaram cada um dos produtos para os dois metais, os quais podem causar danos cerebrais e outros problemas de saúde, especialmente em crianças.

Eles descobriram que muitos deles continham preocupantes níveis de chumbo e cádmio, que se acreditada que entrem nos grãos de cacau através do solo contaminado. Embora todos os produtos verificados estejam abaixo dos limiares máximos de segurança estabelecidos pelo governo brasileiro, a União Europeia e a Organização Mundial de Saúde (OMS), verificaram em dois deles maiores níveis do que os limites estabelecidos pela Food and Drug Administration (FDA) dos EUA.

Com base nos testes, em dois dos chocolates foram detectados níveis de chumbo superior a nível de segurança recomendada pela FDA de 100 nanogramas por grama (ng/g) do produto. De acordo com um anúncio do estudo, o teor de chumbo dessas duas amostras era cerca de 130 ng/g e 140 ng/g. Em geral, as 30 amostras mediram entre menos de 21 ng/g e 138,4 ng/g de chumbo.

Com relação ao conteúdo de cádmio, todas as amostras mediram entre abaixo de 1,7 ng/g e 107,6 ng/g do metal. Com base nos testes realizados, os pesquisadores estimam que uma criança pequena que pesa cerca de 14 quilos, que come apenas 10 gramas de chocolate por dia, ou menos de um quarto de uma barra de chocolate de tamanho padrão, vai consumir cerca de 20 por cento do consumo máximo que a União Europeia recomenda em uma semana.

“Os resultados mostraram que o chocolate pode ser uma fonte de ingestão significativa de Cd [cádmio] e Pb [chumbo] especialmente para as crianças“, concluiu a equipe.

Chocolate escuro e chocolate com níveis elevados de cacau estão entre os piores

Ambos os níveis de chumbo e cádmio pareciam estar diretamente correlacionados com o conteúdo total de cacau, o que indica que os tipos de chocolate amplamente considerados mais saudáveis podem realmente ser mais ameaçadores em termos de contaminação por metais pesados. O chocolate escuro, ao que parece, tinha os níveis mais altos dos dois metais, enquanto os chocolates branco e ao leite, que contêm mais açúcar do que cacau, apresentaram os menores níveis.

Isto parece correlacionar-se diretamente com as conclusões do site Natural News Forense Food Lab, que detectou altos níveis de cádmio em muitos produtos de cacau em pó. Em contraste com o cacau em flocos, que contêm muito menos cádmio e outros metais pesados, com base em testes, o cacau em pó contém frenquentemente altos níveis questionáveis deste metal tóxico.

Os resultados dos testes do Food Forenses Lab sobre o cacau em pó estão disponíveis aqui: NaturalNews.com

O chumbo, como você já deve saber, pode causar danos cerebrais, atrasos de linguagem e problemas comportamentais em crianças em desenvolvimento, bem como dor abdominal, dor de cabeça crônica e anemia em adultos. O cádmio pode causar grandes danos aos órgãos e também foi mostrado como um disruptor de hormônios, tendo um efeito semelhante ao estrogênio.

Um resumo do novo estudo sobre o chocolate, intitulado “Cádmio e Chumbo em Chocolates Comercializados no Brasil”, está disponível aqui: Pubs.ACS.org.

Referências:
- Notícias Naturais: [Estudo] Quantidades Excessivas de Chumbo e Cádmio Encontradas no Chocolate Brasileiro

Natural News: Excessive amounts of lead, cadmium found in Brazilian chocolate

- [ESTUDO] ACS Publications: Cadmium and Lead in Chocolates Commercialized in Brazil

ACS Chemistry for Life: Lead and cadmium found in some chocolate bought in Brazil

Counsel & Heal: Lead and Cadmium Found in Brazilian Chocolate

- Natural News: ConsumerLab, Natural News Labs both confirm high levels of toxic cadmium in popular cacao powders

Science Natural News: Scientific studies on chocolate

Fonte: Fórum Notícias Naturais

Até agora todo mundo tem testemunhado as raias da fuga branca no céu, que se estende de horizonte a horizonte, em última análise, transformando o céu em uma nuvem escura. Não podemos mais ignorar o fato de que nossos céus estão sendo pesadamente poluído com alumínio, bário, chumbo, arsênico, cromo, cádmio, selênio e prata. Todos os que atribuem a uma série de problemas de saúde, incluindo: efeitos neurológicos, lesões cardíacas, problemas de visão, falhas de reprodução, danos ao sistema imunológico, distúrbios gastrointestinais, renais danificadas, fígado danificado, problemas hormonais, e muito mais.

A verdade é que o governo é a pulverização chemtrails mortais, na esperança de redução da população.Além disso, eles têm sido conhecidos por usar chemtrails como agentes de análise biológica sobre a população; ao mesmo tempo, alegando que eles são nada mais do que mero vapor.
Nós agora temos evidências 100% inegável que existem chemtrails. O vídeo abaixo é de Rosalind Peterson, presidente da Coalizão de Defesa Agricultura. Nele, ela abordar a Nações Unidas sobre chemtrails, geoengenharia, e modificação do tempo (HAARP).

Se você fosse um cético antes, eu posso assegurá-lo, que você não vai ser depois de ouvir o que ela (o vídeo abaixo) tem a dizer para as pessoas no poder.



Fontes: Caminho Alternativo , Pak Alert Press

ONU expõe 100% de provas de que estamos sendo envenenados por Chemtrails

Até agora todo mundo tem testemunhado as raias da fuga branca no céu, que se estende de horizonte a horizonte, em última análise, transformando o céu em uma nuvem escura. Não podemos mais ignorar o fato de que nossos céus estão sendo pesadamente poluído com alumínio, bário, chumbo, arsênico, cromo, cádmio, selênio e prata. Todos os que atribuem a uma série de problemas de saúde, incluindo: efeitos neurológicos, lesões cardíacas, problemas de visão, falhas de reprodução, danos ao sistema imunológico, distúrbios gastrointestinais, renais danificadas, fígado danificado, problemas hormonais, e muito mais.

A verdade é que o governo é a pulverização chemtrails mortais, na esperança de redução da população.Além disso, eles têm sido conhecidos por usar chemtrails como agentes de análise biológica sobre a população; ao mesmo tempo, alegando que eles são nada mais do que mero vapor.
Nós agora temos evidências 100% inegável que existem chemtrails. O vídeo abaixo é de Rosalind Peterson, presidente da Coalizão de Defesa Agricultura. Nele, ela abordar a Nações Unidas sobre chemtrails, geoengenharia, e modificação do tempo (HAARP).

Se você fosse um cético antes, eu posso assegurá-lo, que você não vai ser depois de ouvir o que ela (o vídeo abaixo) tem a dizer para as pessoas no poder.



Fontes: Caminho Alternativo , Pak Alert Press

Por Francine Lima

Molho de tomate pronto, miojo, nuggets, maionese, salsicha e bebidas lácteas cor de rosa, entre muitos outros itens do supermercado, são o paraíso de quem não tem muita grana e ainda não se interessou em aprender a cozinhar (pelo menos o básico do básico). A indústria alimentícia lucra muito em cima de quem não sabe.

Molho de tomate pronto é muito barato. E fácil e usar. Você abre o pacote, aquece no micro-ondas e joga na macarronada. Só que esse almoço fácil pode aumentar bastante seu consumo de sódio se você não se preocupar em escolher um molho minimamente natural, sem aditivos e com pouco sal (que existem; basta procurar e pagar mais caro). Nesse aspecto, polpas e extratos são mais saudáveis que a maioria dos molhos prontos. Mas você só vai entender a diferença se prestar atenção no que dizem as embalagens.

Apelar sempre para o industrializado, sem prestar atenção aos detalhes, significa confiar sua sobrevivência a uma indústria que não faz a menor questão de que você aprenda a comer melhor.
Eu (Francine Lima) fiz um vídeo para evidenciar algumas diferenças entre um molho de tomate caseiro e os industrializados. Confira a seguir:






Espero que, depois de ver o vídeo, você saiba escolher melhor os produtos feitos a base de tomate no supermercado. Ou então, resolva experimentar fazer molho caseiro a partir de tomates frescos mesmo.

Boas compras!


Francine Lima:Jornalista e acredita que informação clara, transparente e sem conflitos de interesse sobre nosso sistema alimentar pode contribuir para a construção da cidadania. Você é o que você sabe sobre o que come.


Fontes: Saúde Alternativa , Canal Do Campo à Mesa , Canal do Otário

Do que é feito um molho de tomate industrializado?

Por Francine Lima

Molho de tomate pronto, miojo, nuggets, maionese, salsicha e bebidas lácteas cor de rosa, entre muitos outros itens do supermercado, são o paraíso de quem não tem muita grana e ainda não se interessou em aprender a cozinhar (pelo menos o básico do básico). A indústria alimentícia lucra muito em cima de quem não sabe.

Molho de tomate pronto é muito barato. E fácil e usar. Você abre o pacote, aquece no micro-ondas e joga na macarronada. Só que esse almoço fácil pode aumentar bastante seu consumo de sódio se você não se preocupar em escolher um molho minimamente natural, sem aditivos e com pouco sal (que existem; basta procurar e pagar mais caro). Nesse aspecto, polpas e extratos são mais saudáveis que a maioria dos molhos prontos. Mas você só vai entender a diferença se prestar atenção no que dizem as embalagens.

Apelar sempre para o industrializado, sem prestar atenção aos detalhes, significa confiar sua sobrevivência a uma indústria que não faz a menor questão de que você aprenda a comer melhor.
Eu (Francine Lima) fiz um vídeo para evidenciar algumas diferenças entre um molho de tomate caseiro e os industrializados. Confira a seguir:






Espero que, depois de ver o vídeo, você saiba escolher melhor os produtos feitos a base de tomate no supermercado. Ou então, resolva experimentar fazer molho caseiro a partir de tomates frescos mesmo.

Boas compras!


Francine Lima:Jornalista e acredita que informação clara, transparente e sem conflitos de interesse sobre nosso sistema alimentar pode contribuir para a construção da cidadania. Você é o que você sabe sobre o que come.


Fontes: Saúde Alternativa , Canal Do Campo à Mesa , Canal do Otário

Os HPV são vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas

O governo do Japão está preocupado com cerca de 2.000 reações adversas da vacina HPV
O Ministério da Saúde do Japão está expondo os efeitos colaterais destrutivos provenientes das populares vacinas contra o HPV como a Gardasil e a Cervarix, promovidas mundialmente. Até hoje, cerca de 3,28 milhões de japoneses exclusivamente foram inoculados com estas vacinas contra a HPV. Até o momento, 1.968 casos adversos foram apresentados ao governo japonês, detalhando efeitos colaterais médicos graves, relata o Tokyo Times.

Gardasil é fabricada pela Merck e Cervarix é fabricada pela GlaxoSmithKline.

Os japoneses estão relatando efeitos colaterais variando desde "dor prolongada e dormência à infertilidade e paralisia." Por causa destas queixas, o governo japonês decidiu retirar seu apoio a estas amplamente difundidas e controversas vacinas contra o HPV.

O governo do Japão está preocupado com cerca de 2.000 reações adversas da vacina HPV.

As vacinas de HPV não foram paralisadas ou suspensas no Japão. O governo simplesmente apenas não está promovendo ativamente mais o uso delas. Estas vacinas contra o HPV ainda estão disponíveis gratuitamente para meninas, fornecidas através de subsídios, exigido por lei. A única diferença agora é que as instituições médicas japonesas devem agora informar as jovens garotas que o ministério de saúde do governo japonês não recomenda mais a vacina contra HPV.

O que significa "HPV"?

É a sigla em inglês para papilomavírus humano. Os HPV são vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas. Existem mais de 100 tipos diferentes de HPV, sendo que cerca de 40 tipos podem infectar o trato ano-genital.

A infecção pelo HPV é muito frequente, mas transitória, regredido espontaneamente na maioria das vezes. No pequeno número de casos nos quais a infecção persiste e, especialmente, é causada por um tipo viral oncogênico (com potencial para causar câncer), pode ocorrer o desenvolvimento de lesões precursoras, que se não forem identificadas e tratadas podem progredir para o câncer, principalmente no colo do útero, mas também na vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e boca.

Você já leu a bula da vacina HPV?


Fonte: International Press

Governo japonês está preocupado com os efeitos da vacina contra HPV, como infertilidade e paralisia

Os HPV são vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas

O governo do Japão está preocupado com cerca de 2.000 reações adversas da vacina HPV
O Ministério da Saúde do Japão está expondo os efeitos colaterais destrutivos provenientes das populares vacinas contra o HPV como a Gardasil e a Cervarix, promovidas mundialmente. Até hoje, cerca de 3,28 milhões de japoneses exclusivamente foram inoculados com estas vacinas contra a HPV. Até o momento, 1.968 casos adversos foram apresentados ao governo japonês, detalhando efeitos colaterais médicos graves, relata o Tokyo Times.

Gardasil é fabricada pela Merck e Cervarix é fabricada pela GlaxoSmithKline.

Os japoneses estão relatando efeitos colaterais variando desde "dor prolongada e dormência à infertilidade e paralisia." Por causa destas queixas, o governo japonês decidiu retirar seu apoio a estas amplamente difundidas e controversas vacinas contra o HPV.

O governo do Japão está preocupado com cerca de 2.000 reações adversas da vacina HPV.

As vacinas de HPV não foram paralisadas ou suspensas no Japão. O governo simplesmente apenas não está promovendo ativamente mais o uso delas. Estas vacinas contra o HPV ainda estão disponíveis gratuitamente para meninas, fornecidas através de subsídios, exigido por lei. A única diferença agora é que as instituições médicas japonesas devem agora informar as jovens garotas que o ministério de saúde do governo japonês não recomenda mais a vacina contra HPV.

O que significa "HPV"?

É a sigla em inglês para papilomavírus humano. Os HPV são vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas. Existem mais de 100 tipos diferentes de HPV, sendo que cerca de 40 tipos podem infectar o trato ano-genital.

A infecção pelo HPV é muito frequente, mas transitória, regredido espontaneamente na maioria das vezes. No pequeno número de casos nos quais a infecção persiste e, especialmente, é causada por um tipo viral oncogênico (com potencial para causar câncer), pode ocorrer o desenvolvimento de lesões precursoras, que se não forem identificadas e tratadas podem progredir para o câncer, principalmente no colo do útero, mas também na vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e boca.

Você já leu a bula da vacina HPV?


Fonte: International Press


Vitória foi conquistada por um pequeno grupo de camponeses apicultores

Um pequeno grupo de apicultores infligiu uma importante derrota à gigante da biotecnologia Monsanto, o que brecou as ambições da empresa de plantar milhares de hectares de grãos de soja geneticamente modificados para resistir a seu próprio pesticida Roundup.

Um juiz distrital do estado de Yucatan derrubou no mês passado uma permissão concedida pelo ministério da agricultura do país e pela agência de proteção ambiental, de junho de 2002, que levaria à plantação comercial da soja.

A permissão autorizava a Monsanto a plantar suas sementes em sete estados, em mais de 235.000 hectares, apesar de protestos de milhares de agricultores, do Greenpeace, da Comissão Nacional do Conhecimento e Utilização da Biodiversidade do México e da Comissão Nacional de Áreas Protegidas, além do Instituto Nacional de Ecologia.

Um grupo de camponeses do grupo indígena maia entrou com uma ação argumentando que a licença colocava em risco a produção tradicional de mel numa região que inclui as comunidades Ticul, Santa Elena, Oxkutzcab, Tzucacab, Tekax, Peto e Tizimin, em Yucatan.

“A decisão do juiz foi uma grande conquista, por não haver reconhecimento de nosso direito legítimo de tomar decisões sobre nosso território e nossa sobrevivência,” disse o apicultor Lorenzo Itzá Ek. “A apicultura é nossa principal atividade econômica tradicional e não queremos nosso mel contaminado com transgênicos ou outros produtos tóxicos, com substâncias químicas que matam nossas abelhas.”

Foi a terceira derrota da Monsanto no leste do México este ano. Em abril e maio um tribunal em Campeche decidiu a favor de apicultores das comunidades locais de Hopelchén e Pac-Chen. As decisões se seguiram às de um juiz federal que, em outubro de 2013, proibiu que o ministério da agricultura e a agência ambiental concedessem mais licenças para plantação de milho transgênico no México.

No Brasil… agricultores estão pedindo que quatro fabricantes de sementes transgênicas os reembolsem pelo pesticida que usaram em suas plantações de milho este ano. De acordo com Ricardo Ricardo Tomczyk, presidente da Aprosoja, no Mato Grosso do Sul, a Spodoptera frugiperda (também conhecida como broca do milho), desenvolveu resistência à proteína venenosa do tipo de milho geneticamente modificado “Bt corn.” As empresas envolvidas são Monsanto, Dow Chemical e Dupont, todas americanas, e a Syngenta, baseada na Suíça, diz o ww4report.

Fontes: Verdade Mundial , Planeta Sustentavel Abril , ww4report , Forum Anti Nova Ordem Mundial

México proíbe uso de sementes transgênicas da Monsanto


Vitória foi conquistada por um pequeno grupo de camponeses apicultores

Um pequeno grupo de apicultores infligiu uma importante derrota à gigante da biotecnologia Monsanto, o que brecou as ambições da empresa de plantar milhares de hectares de grãos de soja geneticamente modificados para resistir a seu próprio pesticida Roundup.

Um juiz distrital do estado de Yucatan derrubou no mês passado uma permissão concedida pelo ministério da agricultura do país e pela agência de proteção ambiental, de junho de 2002, que levaria à plantação comercial da soja.

A permissão autorizava a Monsanto a plantar suas sementes em sete estados, em mais de 235.000 hectares, apesar de protestos de milhares de agricultores, do Greenpeace, da Comissão Nacional do Conhecimento e Utilização da Biodiversidade do México e da Comissão Nacional de Áreas Protegidas, além do Instituto Nacional de Ecologia.

Um grupo de camponeses do grupo indígena maia entrou com uma ação argumentando que a licença colocava em risco a produção tradicional de mel numa região que inclui as comunidades Ticul, Santa Elena, Oxkutzcab, Tzucacab, Tekax, Peto e Tizimin, em Yucatan.

“A decisão do juiz foi uma grande conquista, por não haver reconhecimento de nosso direito legítimo de tomar decisões sobre nosso território e nossa sobrevivência,” disse o apicultor Lorenzo Itzá Ek. “A apicultura é nossa principal atividade econômica tradicional e não queremos nosso mel contaminado com transgênicos ou outros produtos tóxicos, com substâncias químicas que matam nossas abelhas.”

Foi a terceira derrota da Monsanto no leste do México este ano. Em abril e maio um tribunal em Campeche decidiu a favor de apicultores das comunidades locais de Hopelchén e Pac-Chen. As decisões se seguiram às de um juiz federal que, em outubro de 2013, proibiu que o ministério da agricultura e a agência ambiental concedessem mais licenças para plantação de milho transgênico no México.

No Brasil… agricultores estão pedindo que quatro fabricantes de sementes transgênicas os reembolsem pelo pesticida que usaram em suas plantações de milho este ano. De acordo com Ricardo Ricardo Tomczyk, presidente da Aprosoja, no Mato Grosso do Sul, a Spodoptera frugiperda (também conhecida como broca do milho), desenvolveu resistência à proteína venenosa do tipo de milho geneticamente modificado “Bt corn.” As empresas envolvidas são Monsanto, Dow Chemical e Dupont, todas americanas, e a Syngenta, baseada na Suíça, diz o ww4report.

Fontes: Verdade Mundial , Planeta Sustentavel Abril , ww4report , Forum Anti Nova Ordem Mundial

O ex-CEO da Microsoft, e mega-magnata Bill Gates há muito tempo utiliza sua vasta fortuna em estudos sobre os organismos geneticamente modificados (OGM's), através de sua Fundação Bill & Melinda Gates, mas os esforços de Gates foram recebidas com fortes críticas de milhões de ativistas em todo o mundo.

A Fundação Bill & Melinda Gates doará quase 6 milhões de "despolarizar" o debate sobre os OGM.

O debate em torno dos OGM's  tem crescido nos últimos anos, com os ativistas  alertando sobre os perigos dos alimentos geneticamente modificados a saúde , bem como os riscos ambientais ( ver aqui e aqui ) dos cultivos criados em laboratórios.

As Corporações Pro-OGM vem tentando lutar contra estas campanhas (um exemplo disto, é este artigo, onde a Monsanto ofereceu dinheiro as "mães blogueiras" para moldar a opinião pública).

Agora, em um esforço para "despolarizar" o debate sobre os OGM's, a Fundação Bill & Melinda Gates está fazendo uma doação de vários milhões de dólares para uma das universidades mais importantes dos Estados Unidos.

Universidade Cornell  lidera equipes focadas em OGM's

A Universidade de Cornell (EUA),  lidera um novo esforço internacional que "tentará adicionar uma voz mais forte em torno do OGM's", de acordo com este artigo da própria escola.

O programa, viabilizado por meio de 5,6 milhões de dólares  em concessão da Fundação Gates, supostamente pretende ajudar a informar  os consumidores através de um centro de informações on-line, bem como programas de treinamento, com o objetivo de educar sobre "impactos potenciais da tecnologia agrícola OGM .Recursos multimídia, incluindo vídeos de agricultores que utilizam a tecnologia será incluído também.

A indústria da biotecnologia seria beneficiada, pois isso pode  acabar com a preocupação generalizada em relação aos problemas de reputação  sobre as plantações OGM's.

De acordo com um relatório do USDA (Departamento de Agricultura nos EUA),  a quantidade de uso de herbicidas no milho GM aumentou de cerca de 1,5 libras por ace em 2001 para mais de 2 quilos por hectare plantado em 2010, em oposição direta as declarações contrárias feitas pelas empresas de OGM's.

O uso de herbicidas tem vindo a aumentar ao longo dos últimos nove anos de acordo com um estudo recente da Forbes.

A ascensão das "super ervas  daninhas resistentes aos herbicidas" também tem sido associada à adoção do OGM, tanto que o estado do Texas pediu (e foi negado) um produto químico para parar um surto em três milhões de hectares de algodão geneticamente modificado.

E, enquanto a indústria de biotecnologia, muitas vezes alega que está ajudando a "alimentar o mundo", um  relatório da ONU, recentemente disse que a agricultura orgânica em pequena escala é realmente a melhor escolha ao invés dos OGM's.

Será objetividade o programa da Universidade?

Considerando-se clara a tendência de Gates em favor dos OGM's , podemos razoavelmente esperar para ver qualquer tipo de objetividade no programa da Universidade Cornell?

Gates elogia os OGM's como uma solução da fome no mundo, apesar das evidências mostrarem o contrário, ignorando o papel dramático que o imperialismo tem desempenhado nos países africanos onde ele está tentando difundir os OGM's, bem como a promessa de pequenas agriculturas independentes em pequena escala como mencionada acima.

O "debate sobre OGM's" já está firmemente inclinado em favor da agricultura não-OGM's onde em geral o cultivo está em declínio em todo o mundo e maior parte da produção vem de apenas seis países.

Embora o objetivo declarado do programa é difundir "controvérsia", os resultados recentes da ciência independente e da opinião pública estão apoiando os alimentos orgânicos.

Os alimentos geneticamente modificados têm proliferado nos EUA quase exclusivamente devido à falta de rotulagem e transparência em geral.

Independentemente do programa  da Universidade de Cornell estar ou não envolvido, uma coisa é certa: o consumidor está se tornando inteligente o suficiente para fazer a sua própria em relação aos OGM's, e isso é provável que seja um problema para as empresas de biotecnologia.

Texto Traduzido do Inglês

Referências: (Inglês) Institute For Responsible Technology  , Alt Health Works  ,  RT USA , University Cornell , Aljazeera America , Forbes , Alt Health Works (2)  ,Huffington Post , Alt Health Works (3)

Fonte: (Inglês) Alt Health Works

Fundação Gates doa milhões a Universidade a fim de acrescentar uma "voz forte" sobre debate de OGM's

O ex-CEO da Microsoft, e mega-magnata Bill Gates há muito tempo utiliza sua vasta fortuna em estudos sobre os organismos geneticamente modificados (OGM's), através de sua Fundação Bill & Melinda Gates, mas os esforços de Gates foram recebidas com fortes críticas de milhões de ativistas em todo o mundo.

A Fundação Bill & Melinda Gates doará quase 6 milhões de "despolarizar" o debate sobre os OGM.

O debate em torno dos OGM's  tem crescido nos últimos anos, com os ativistas  alertando sobre os perigos dos alimentos geneticamente modificados a saúde , bem como os riscos ambientais ( ver aqui e aqui ) dos cultivos criados em laboratórios.

As Corporações Pro-OGM vem tentando lutar contra estas campanhas (um exemplo disto, é este artigo, onde a Monsanto ofereceu dinheiro as "mães blogueiras" para moldar a opinião pública).

Agora, em um esforço para "despolarizar" o debate sobre os OGM's, a Fundação Bill & Melinda Gates está fazendo uma doação de vários milhões de dólares para uma das universidades mais importantes dos Estados Unidos.

Universidade Cornell  lidera equipes focadas em OGM's

A Universidade de Cornell (EUA),  lidera um novo esforço internacional que "tentará adicionar uma voz mais forte em torno do OGM's", de acordo com este artigo da própria escola.

O programa, viabilizado por meio de 5,6 milhões de dólares  em concessão da Fundação Gates, supostamente pretende ajudar a informar  os consumidores através de um centro de informações on-line, bem como programas de treinamento, com o objetivo de educar sobre "impactos potenciais da tecnologia agrícola OGM .Recursos multimídia, incluindo vídeos de agricultores que utilizam a tecnologia será incluído também.

A indústria da biotecnologia seria beneficiada, pois isso pode  acabar com a preocupação generalizada em relação aos problemas de reputação  sobre as plantações OGM's.

De acordo com um relatório do USDA (Departamento de Agricultura nos EUA),  a quantidade de uso de herbicidas no milho GM aumentou de cerca de 1,5 libras por ace em 2001 para mais de 2 quilos por hectare plantado em 2010, em oposição direta as declarações contrárias feitas pelas empresas de OGM's.

O uso de herbicidas tem vindo a aumentar ao longo dos últimos nove anos de acordo com um estudo recente da Forbes.

A ascensão das "super ervas  daninhas resistentes aos herbicidas" também tem sido associada à adoção do OGM, tanto que o estado do Texas pediu (e foi negado) um produto químico para parar um surto em três milhões de hectares de algodão geneticamente modificado.

E, enquanto a indústria de biotecnologia, muitas vezes alega que está ajudando a "alimentar o mundo", um  relatório da ONU, recentemente disse que a agricultura orgânica em pequena escala é realmente a melhor escolha ao invés dos OGM's.

Será objetividade o programa da Universidade?

Considerando-se clara a tendência de Gates em favor dos OGM's , podemos razoavelmente esperar para ver qualquer tipo de objetividade no programa da Universidade Cornell?

Gates elogia os OGM's como uma solução da fome no mundo, apesar das evidências mostrarem o contrário, ignorando o papel dramático que o imperialismo tem desempenhado nos países africanos onde ele está tentando difundir os OGM's, bem como a promessa de pequenas agriculturas independentes em pequena escala como mencionada acima.

O "debate sobre OGM's" já está firmemente inclinado em favor da agricultura não-OGM's onde em geral o cultivo está em declínio em todo o mundo e maior parte da produção vem de apenas seis países.

Embora o objetivo declarado do programa é difundir "controvérsia", os resultados recentes da ciência independente e da opinião pública estão apoiando os alimentos orgânicos.

Os alimentos geneticamente modificados têm proliferado nos EUA quase exclusivamente devido à falta de rotulagem e transparência em geral.

Independentemente do programa  da Universidade de Cornell estar ou não envolvido, uma coisa é certa: o consumidor está se tornando inteligente o suficiente para fazer a sua própria em relação aos OGM's, e isso é provável que seja um problema para as empresas de biotecnologia.

Texto Traduzido do Inglês

Referências: (Inglês) Institute For Responsible Technology  , Alt Health Works  ,  RT USA , University Cornell , Aljazeera America , Forbes , Alt Health Works (2)  ,Huffington Post , Alt Health Works (3)

Fonte: (Inglês) Alt Health Works

Na Itália, famosa por seus restaurantes, nenhum deles pode usar essas panelas de alumínio, devido à proibição do governo. É que as panelas de alumínio contaminam intensamente a comida. Para você ter uma idéia.

Pesquisa da Universidade do Paraná demonstrou que as panelas vendidas no Brasil deixam resíduos de alumínio nos alimentos que vão de 700 a 1.400 vezes acima do permitido. Isso só ao preparar a comida. Se esta ficar guardada na panela por algumas horas, ou de um dia para o outro, este valor pode triplicar ou quintuplicar. Viu por que vale a pena trocar de panelas?

Mas não é só, sabe as latinhas de refrigerantes e cervejas, hoje, tão difundidas no Brasil? Pesquisa do Departamento de Química da PUC demonstrou que elas não são fabricadas de acordo com os padrões internacionais.

Em conseqüência, seu refrigerante predileto pode conter quase 600 vezes mais de alumínio do que se estivesse na garrafa. E além do alumínio foram demonstrados pelo mesmo estudo mais 12 outros metais altamente perigosos para a saúde. Nessas latinhas, o manganês, que causa o mal de Parkinson; o cádmio, que causa psicoses; o chumbo, encontrado no organismo de muitos assassinos, e outros. Que tal? Prefira as garrafas.

Descoberto em 1809, o alumínio é um metal muito leve (só é mais pesado do que o magnésio) e já foi muito caro. Naquela época, Napoleão III, imperador da França, pagou 150 mil libras esterlinas (mais ou menos 300 mil reais) por um jogo de talheres de alumínio. Esse metal tem espantosa versatilidade, sendo utilizado em muitas ligas metálicas.

Depois do aço, é o metal mais usado no mundo, seja em panelas, embalagens aluminizadas, latas de refrigerantes e cervejas, antiácidos e desodorantes antitranspirantes, assim como vasilhames para cães e gatos comerem e beberem. Nestes animais, com o tempo, pode causar paralisia dos membros posteriores que leva ao sacrifício precoce dos animais. Na maioria das vezes os veterinários, por falta de exames, dizem que o animal está muito velho.
Se seu cabelo está caindo, desconfie do alumínio.

Este metal, quando está excessivo no organismo, provoca grande oleosidade no couro cabeludo, que vai sufocar a raiz dos cabelos. Usar xampus contra a oleosidade ajuda, mas se você não eliminar a causa, vai perder muito cabelo. Muitas vezes, a queda de cabelos vem acompanhada de dormências ou formigamentos quando se fica na mesma posição (com as pernas cruzadas, por exemplo).

Além dos seus cabelos, todo o seu organismo está sendo prejudicado: o alumínio deposita-se no cérebro, causando o mal de Alzheimer (esclerose mental precoce) e expulsa o cálcio dos ossos, produzindo a osteoporose. Esse cálcio vai se depositar em outros lugares, produzindo bursite, tártaro nos dentes, bico de papagaio, cálculos renais...E também vai para dentro das suas artérias, estimulando a pressão alta e a possibilidade de isquemias cardíacas (infarto), cerebral (trombose) e genitais (frigidez e impotência).

Para o Dr. Mauro Tarandach, da Sociedade Brasileira de Pediatria, está bem claro o papel do alumínio nas doenças da infância, graças ao avanço da biologia molecular no que tange ao papel dos oligoelementos na fisiologia e na patologia. Os sintomas clínicos da intoxicação por alumínio nas crianças, além da hiperatividade e da indisciplina, são muitos: anemia microcítica hipocrômica refratária ao tratamento com ferro, alterações ósseas e renais, anorexia e até psicoses, o que se agrava com a continuidade da intoxicação.

Atualmente se utiliza a biorressonância para avaliar o nível do alumínio e outros metais. O método é muito menos dispendioso, podendo ser utilizado no consultório ou na casa do paciente.
E como é que o alumínio entra no organismo? Através das panelas de alumínio, por exemplo, que vêm sendo proibidas em muitos países do mundo.

Em suma, o alumínio é muito útil... porém, mortal.


Excesso de alumínio no organismo leva a envelhecimento precoce e Alzheimer. Não utilize panelas de alumínio!

Já o Teflon das panelas antiaderentes, tem na sua composição o flúor. Este, por sua vez, tem efeito mutagênico que pode levar a infertilidade. (Detalhe, se o flúor que está no teflon pode levar a infertilidade, e o flúor que é colocado na água que bebemos?) Para refletir antes de dormir…

Então, qual a panela ideal para se usar na cozinha? Segundo dr. Lair Ribeiro, a melhor panela é a de cerâmica! Fica a dica. Outra opção seria o vidro.


Dr. Lair Ribeiro, médico cardiologista/nutrólogo, autor de 35 (15 best sellers) livros, 25 dos quais são traduzidos para outros idiomas e disponíveis em mais de 40 países, na área de auto-conhecimento e 149 trabalhos científicos publicados em revistas médicas americanas indexadas.

O Dr. Lair Ribeiro teve a oportunidade de viver 17 anos nos EUA e trabalhar em três universidades americanas -- Harvard Medical School, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University. Além disso, foi diretor médico da Merck Sharp & Dohme e diretor executivo, chegando a vice-presidente, da Ciba Corporation (hoje Novartis).

Ele hoje trabalha em vários países da América do Sul, Central, do Norte e na Europa ministrando conferências e Workshops sobre desenvolvimento pessoal/profissional e faz também cursos para médicos na área de antienvelhecimento e modulação hormonal bioidêntica.

Veja a entrevista acima na íntegra aqui: https://www.youtube.com/watch?v=CMLbOkMxlBc&feature=youtu.be





Panelas de Ceramica


As panelas de cerâmica, principalmente as de barro com superfície marrom brilhante, devem ter selo de qualidade que garanta que não são usados compostos à base de chumbo.O organismo incorpora o chumbo, que é altamente tóxico,  os sintomas aparecem em crianças, após um ano de uso da panela; em adultos, quatro anos. O ideal são panelas de barro ou de cerâmicas ofuscadas



Panelas de Vidro

As panelas de vidro são as únicas que não transferem qualquer resíduo para a comida, sendo ideais do ponto de vista da saúde. Além disso são lindas e a transparência permite ver o processo de elaboração dos alimentos. A facilidade da limpeza é outro ponto positivo. Os pontos negativos são o preço, a fragilidade do material e não serem recicladas, por ser feita com vidro temperado


Os modelos de vidro e de cerâmica são os que trazem menos risco à saúde humana, desde que obedeçam aos padrões estabelecidos para esse tipo de equipamento. Ao adquirir essas panelas, tente conservá-las ao máximo, já que a reciclagem ainda não é possível para tais materiais.

Referências: Ecycle , Mundo Walmart

Fontes: Milenar , E How , Saúde Alternativa , Jorgeroriz

Os males das panelas de Alumínio e Teflon

Na Itália, famosa por seus restaurantes, nenhum deles pode usar essas panelas de alumínio, devido à proibição do governo. É que as panelas de alumínio contaminam intensamente a comida. Para você ter uma idéia.

Pesquisa da Universidade do Paraná demonstrou que as panelas vendidas no Brasil deixam resíduos de alumínio nos alimentos que vão de 700 a 1.400 vezes acima do permitido. Isso só ao preparar a comida. Se esta ficar guardada na panela por algumas horas, ou de um dia para o outro, este valor pode triplicar ou quintuplicar. Viu por que vale a pena trocar de panelas?

Mas não é só, sabe as latinhas de refrigerantes e cervejas, hoje, tão difundidas no Brasil? Pesquisa do Departamento de Química da PUC demonstrou que elas não são fabricadas de acordo com os padrões internacionais.

Em conseqüência, seu refrigerante predileto pode conter quase 600 vezes mais de alumínio do que se estivesse na garrafa. E além do alumínio foram demonstrados pelo mesmo estudo mais 12 outros metais altamente perigosos para a saúde. Nessas latinhas, o manganês, que causa o mal de Parkinson; o cádmio, que causa psicoses; o chumbo, encontrado no organismo de muitos assassinos, e outros. Que tal? Prefira as garrafas.

Descoberto em 1809, o alumínio é um metal muito leve (só é mais pesado do que o magnésio) e já foi muito caro. Naquela época, Napoleão III, imperador da França, pagou 150 mil libras esterlinas (mais ou menos 300 mil reais) por um jogo de talheres de alumínio. Esse metal tem espantosa versatilidade, sendo utilizado em muitas ligas metálicas.

Depois do aço, é o metal mais usado no mundo, seja em panelas, embalagens aluminizadas, latas de refrigerantes e cervejas, antiácidos e desodorantes antitranspirantes, assim como vasilhames para cães e gatos comerem e beberem. Nestes animais, com o tempo, pode causar paralisia dos membros posteriores que leva ao sacrifício precoce dos animais. Na maioria das vezes os veterinários, por falta de exames, dizem que o animal está muito velho.
Se seu cabelo está caindo, desconfie do alumínio.

Este metal, quando está excessivo no organismo, provoca grande oleosidade no couro cabeludo, que vai sufocar a raiz dos cabelos. Usar xampus contra a oleosidade ajuda, mas se você não eliminar a causa, vai perder muito cabelo. Muitas vezes, a queda de cabelos vem acompanhada de dormências ou formigamentos quando se fica na mesma posição (com as pernas cruzadas, por exemplo).

Além dos seus cabelos, todo o seu organismo está sendo prejudicado: o alumínio deposita-se no cérebro, causando o mal de Alzheimer (esclerose mental precoce) e expulsa o cálcio dos ossos, produzindo a osteoporose. Esse cálcio vai se depositar em outros lugares, produzindo bursite, tártaro nos dentes, bico de papagaio, cálculos renais...E também vai para dentro das suas artérias, estimulando a pressão alta e a possibilidade de isquemias cardíacas (infarto), cerebral (trombose) e genitais (frigidez e impotência).

Para o Dr. Mauro Tarandach, da Sociedade Brasileira de Pediatria, está bem claro o papel do alumínio nas doenças da infância, graças ao avanço da biologia molecular no que tange ao papel dos oligoelementos na fisiologia e na patologia. Os sintomas clínicos da intoxicação por alumínio nas crianças, além da hiperatividade e da indisciplina, são muitos: anemia microcítica hipocrômica refratária ao tratamento com ferro, alterações ósseas e renais, anorexia e até psicoses, o que se agrava com a continuidade da intoxicação.

Atualmente se utiliza a biorressonância para avaliar o nível do alumínio e outros metais. O método é muito menos dispendioso, podendo ser utilizado no consultório ou na casa do paciente.
E como é que o alumínio entra no organismo? Através das panelas de alumínio, por exemplo, que vêm sendo proibidas em muitos países do mundo.

Em suma, o alumínio é muito útil... porém, mortal.


Excesso de alumínio no organismo leva a envelhecimento precoce e Alzheimer. Não utilize panelas de alumínio!

Já o Teflon das panelas antiaderentes, tem na sua composição o flúor. Este, por sua vez, tem efeito mutagênico que pode levar a infertilidade. (Detalhe, se o flúor que está no teflon pode levar a infertilidade, e o flúor que é colocado na água que bebemos?) Para refletir antes de dormir…

Então, qual a panela ideal para se usar na cozinha? Segundo dr. Lair Ribeiro, a melhor panela é a de cerâmica! Fica a dica. Outra opção seria o vidro.


Dr. Lair Ribeiro, médico cardiologista/nutrólogo, autor de 35 (15 best sellers) livros, 25 dos quais são traduzidos para outros idiomas e disponíveis em mais de 40 países, na área de auto-conhecimento e 149 trabalhos científicos publicados em revistas médicas americanas indexadas.

O Dr. Lair Ribeiro teve a oportunidade de viver 17 anos nos EUA e trabalhar em três universidades americanas -- Harvard Medical School, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University. Além disso, foi diretor médico da Merck Sharp & Dohme e diretor executivo, chegando a vice-presidente, da Ciba Corporation (hoje Novartis).

Ele hoje trabalha em vários países da América do Sul, Central, do Norte e na Europa ministrando conferências e Workshops sobre desenvolvimento pessoal/profissional e faz também cursos para médicos na área de antienvelhecimento e modulação hormonal bioidêntica.

Veja a entrevista acima na íntegra aqui: https://www.youtube.com/watch?v=CMLbOkMxlBc&feature=youtu.be





Panelas de Ceramica


As panelas de cerâmica, principalmente as de barro com superfície marrom brilhante, devem ter selo de qualidade que garanta que não são usados compostos à base de chumbo.O organismo incorpora o chumbo, que é altamente tóxico,  os sintomas aparecem em crianças, após um ano de uso da panela; em adultos, quatro anos. O ideal são panelas de barro ou de cerâmicas ofuscadas



Panelas de Vidro

As panelas de vidro são as únicas que não transferem qualquer resíduo para a comida, sendo ideais do ponto de vista da saúde. Além disso são lindas e a transparência permite ver o processo de elaboração dos alimentos. A facilidade da limpeza é outro ponto positivo. Os pontos negativos são o preço, a fragilidade do material e não serem recicladas, por ser feita com vidro temperado


Os modelos de vidro e de cerâmica são os que trazem menos risco à saúde humana, desde que obedeçam aos padrões estabelecidos para esse tipo de equipamento. Ao adquirir essas panelas, tente conservá-las ao máximo, já que a reciclagem ainda não é possível para tais materiais.

Referências: Ecycle , Mundo Walmart

Fontes: Milenar , E How , Saúde Alternativa , Jorgeroriz

Documentário sobre o adoçante artificial ASPARTAME. A historia deste composto químico que provoca muitas doenças no ser humano e que muitas vezes leva a sua morte. A manipulação de estudos científicos, entidades reguladoras e até mesmo governos para a colocação no mercado deste produto químico que e vendido como adoçante.

Estudos do "New England Journal of Medicine" mostram um enorme aumento nos casos de câncer cerebral, fibromialgia, lupus, depressão, esclerose múltipla, transtornos bipolares e outras desordens neurológicas, etc.. O aumento dramático dos casos coincidem com a introdução de um novo alimento no mercado mundial: O Aspartame. De acordo com especialistas, 10% dos componentes da molécula do aspartame, dependendo da ingestão, se transformam em metanol, extremamente venenoso, a molécula é ainda formada por mais dois componentes nocivos.

De acordo com o neurocirurgião Russell Blaylock, a maioria das pessoas que consomem frequentemente o aspartame terá algum dos 92 sintomas, dentre eles, enxaquecas, mudança de humor, náusea, mudança na visão, perda de memória, insônia, arritmia cardíaca, dificuldades respiratórias, etc.. A produção de serotonina é drasticamente afetada pelo consumo deste produto.

O documentário mostra também que os estudos científicos patrocinados pelas próprias empresas e o FDA escondiam os efeitos devastadores do aspartame.

O filme acaba também tocando no caso do glutamato monossódico (relaçador de sabor) - aqui, popularmente conhecido como Aji-no-Moto, também presentes em boa parte das comidas instantâneas - dizendo que também tem efeitos horríveis no cérebro.


Deixo-vos com esta citação: “As pessoas compram mais medicamentos para curarem as mesmas coisas que estas empresas de químicos criaram.”

Os perigos do Aspartame e os bastidores de sua aprovação pela FDA (Food and Drugs Administration), agência que regulamenta o setor de remédios e alimentos nos Estados Unidos. Documentário em inglês, com legendas em português (de Portugal).

(Ver antes: Documentário – O Mundo Segundo a Monsanto – para conhecer a ligação da Monsanto com o Aspartame)

Parte 1


Parte 2


Fontes: bliptv 1 , bliptv 2 , Doc Verdade , Contra Educação

Documentário – Aspartame: Doce Miséria, Um Mundo Envenenado

Documentário sobre o adoçante artificial ASPARTAME. A historia deste composto químico que provoca muitas doenças no ser humano e que muitas vezes leva a sua morte. A manipulação de estudos científicos, entidades reguladoras e até mesmo governos para a colocação no mercado deste produto químico que e vendido como adoçante.

Estudos do "New England Journal of Medicine" mostram um enorme aumento nos casos de câncer cerebral, fibromialgia, lupus, depressão, esclerose múltipla, transtornos bipolares e outras desordens neurológicas, etc.. O aumento dramático dos casos coincidem com a introdução de um novo alimento no mercado mundial: O Aspartame. De acordo com especialistas, 10% dos componentes da molécula do aspartame, dependendo da ingestão, se transformam em metanol, extremamente venenoso, a molécula é ainda formada por mais dois componentes nocivos.

De acordo com o neurocirurgião Russell Blaylock, a maioria das pessoas que consomem frequentemente o aspartame terá algum dos 92 sintomas, dentre eles, enxaquecas, mudança de humor, náusea, mudança na visão, perda de memória, insônia, arritmia cardíaca, dificuldades respiratórias, etc.. A produção de serotonina é drasticamente afetada pelo consumo deste produto.

O documentário mostra também que os estudos científicos patrocinados pelas próprias empresas e o FDA escondiam os efeitos devastadores do aspartame.

O filme acaba também tocando no caso do glutamato monossódico (relaçador de sabor) - aqui, popularmente conhecido como Aji-no-Moto, também presentes em boa parte das comidas instantâneas - dizendo que também tem efeitos horríveis no cérebro.


Deixo-vos com esta citação: “As pessoas compram mais medicamentos para curarem as mesmas coisas que estas empresas de químicos criaram.”

Os perigos do Aspartame e os bastidores de sua aprovação pela FDA (Food and Drugs Administration), agência que regulamenta o setor de remédios e alimentos nos Estados Unidos. Documentário em inglês, com legendas em português (de Portugal).

(Ver antes: Documentário – O Mundo Segundo a Monsanto – para conhecer a ligação da Monsanto com o Aspartame)

Parte 1


Parte 2


Fontes: bliptv 1 , bliptv 2 , Doc Verdade , Contra Educação

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