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Você provavelmente está acostumado a ver armas de raio em jogos, como Call of Duty, ou em filmes, como “Star Wars” e “Star Trek”. Limitadas à ficção, elas dispensam o uso de projéteis para usar raios no lugar — e também são mais precisas e têm maior dano.

Porém, de acordo com relato do Defense One, o exército norte-americano está testando armas "elétricas" para uso contra eletrônicos durante confrontos. A publicação ainda comenta que elas não parecem como "algo visto antes, com aquela aparência de desenho animado". A "raygun" seria acoplada a um rifle M4, como uma baioneta.

Batizado de "Burke's Pulsar", o dispositivo utiliza pequenas antenas e a energia da explosão que é convertida em energia elétrica. O nome desse efeito é piezoelétrico.

Assim que a eletricidade é formada, ela é enviada pelo "cano" e então espalhada pela frente do atirador. A distância e o poder de fogo do gadget ainda são confidenciais, segundo o exército.

De acordo com o Defense, uma arma desse calibre, sem disparar projéteis, serve para impedir que veículos avancem, desabilitar bombas e até celulares. A Burke's Pulsar deve custar em torno de US$ 1 mil (R$ 2,9 mil) por unidade para o exército.

Fontes: Defense One, Tecmundo

Ficção? Exército norte-americano testa arma de raio

Você provavelmente está acostumado a ver armas de raio em jogos, como Call of Duty, ou em filmes, como “Star Wars” e “Star Trek”. Limitadas à ficção, elas dispensam o uso de projéteis para usar raios no lugar — e também são mais precisas e têm maior dano.

Porém, de acordo com relato do Defense One, o exército norte-americano está testando armas "elétricas" para uso contra eletrônicos durante confrontos. A publicação ainda comenta que elas não parecem como "algo visto antes, com aquela aparência de desenho animado". A "raygun" seria acoplada a um rifle M4, como uma baioneta.

Batizado de "Burke's Pulsar", o dispositivo utiliza pequenas antenas e a energia da explosão que é convertida em energia elétrica. O nome desse efeito é piezoelétrico.

Assim que a eletricidade é formada, ela é enviada pelo "cano" e então espalhada pela frente do atirador. A distância e o poder de fogo do gadget ainda são confidenciais, segundo o exército.

De acordo com o Defense, uma arma desse calibre, sem disparar projéteis, serve para impedir que veículos avancem, desabilitar bombas e até celulares. A Burke's Pulsar deve custar em torno de US$ 1 mil (R$ 2,9 mil) por unidade para o exército.

Fontes: Defense One, Tecmundo

Projeto pioneiro não dá certo e causa polêmica na comunidade científica

Pela primeira vez na história, embriões humanos foram geneticamente modificados. Junjie Huang, geneticista na Universidade de Sun Yat-sen, em Guangzhou, na China, confirmou que sua equipe modificou o gene responsável por uma doença sanguínea fatal em embriões inviáveis - aqueles que não resultam em um feto.

A equipe de Huang usou uma técnica bem conhecida na ciência genética chamada CRISPR/Cas9. Basicamente, os cientistas injetam, em um embrião, uma enzima que pode ser programada para se ligar a tala de DNA num local específico do gene. Durante o processo, é introduzida uma outra molécula para esse local para reparar defeitos genéticos. Até hoje, não existem outros relatos do uso dessa técnica em um embrião humano.

Os cientistas chineses usaram 86 embriões-teste obtidos a partir de clínicas de fertilidade. Por terem um conjunto extra de cromossomos eles eram inviáveis, o que significa que não formariam fetos. Após a injeção de enzima nos embriões, a equipe esperou 48 horas para que a molécula de DNA reconhecesse a enzima substituta.

15 embriões morreram e 71 sobreviveram. Desses, 54 foram analisados e apenas 28 (a metade) mostraram uma união bem sucedida. A maioria dos embriões rejeitou a enzima extra. Huang admitiu que a experiência não foi um sucesso e encerrou as pesquisas.

Polêmica entre cientistas
Os resultados reacendem um debate antigo na comunidade científica. Por um lado existem os cientistas que acreditam que a alteração do genoma humano pode prevenir doenças genéticas; e, por outro, há aqueles que acreditam que os efeitos de alteração genética não podem ser previstos e podem ser devastadores para a humanidade.

Mesmo se a taxa de sucesso fosse de 100%, a maioria dos cientistas alegam que essa técnica é antiética. Segundo eles, alterações genéticas em um embrião humano são repassados ​​para a prole e os efeitos sobre as gerações futuras são imprevisíveis.

Fontes: RevistaGalileu , Discovery

Cientistas modificaram geneticamente um embrião humano pela primeira vez

Projeto pioneiro não dá certo e causa polêmica na comunidade científica

Pela primeira vez na história, embriões humanos foram geneticamente modificados. Junjie Huang, geneticista na Universidade de Sun Yat-sen, em Guangzhou, na China, confirmou que sua equipe modificou o gene responsável por uma doença sanguínea fatal em embriões inviáveis - aqueles que não resultam em um feto.

A equipe de Huang usou uma técnica bem conhecida na ciência genética chamada CRISPR/Cas9. Basicamente, os cientistas injetam, em um embrião, uma enzima que pode ser programada para se ligar a tala de DNA num local específico do gene. Durante o processo, é introduzida uma outra molécula para esse local para reparar defeitos genéticos. Até hoje, não existem outros relatos do uso dessa técnica em um embrião humano.

Os cientistas chineses usaram 86 embriões-teste obtidos a partir de clínicas de fertilidade. Por terem um conjunto extra de cromossomos eles eram inviáveis, o que significa que não formariam fetos. Após a injeção de enzima nos embriões, a equipe esperou 48 horas para que a molécula de DNA reconhecesse a enzima substituta.

15 embriões morreram e 71 sobreviveram. Desses, 54 foram analisados e apenas 28 (a metade) mostraram uma união bem sucedida. A maioria dos embriões rejeitou a enzima extra. Huang admitiu que a experiência não foi um sucesso e encerrou as pesquisas.

Polêmica entre cientistas
Os resultados reacendem um debate antigo na comunidade científica. Por um lado existem os cientistas que acreditam que a alteração do genoma humano pode prevenir doenças genéticas; e, por outro, há aqueles que acreditam que os efeitos de alteração genética não podem ser previstos e podem ser devastadores para a humanidade.

Mesmo se a taxa de sucesso fosse de 100%, a maioria dos cientistas alegam que essa técnica é antiética. Segundo eles, alterações genéticas em um embrião humano são repassados ​​para a prole e os efeitos sobre as gerações futuras são imprevisíveis.

Fontes: RevistaGalileu , Discovery

Reportagem da BBC se infiltrou em empresa que fabrica iPhones 6, da Apple
Imagens registradas com a ajuda de câmeras escondidas pelo programa Panorama, da BBC, dentro de uma fábrica que monta iPhones e iPads na China mostram operários exaustos e situações de trabalho que parecem não condizer com padrões de boa conduta da Apple.

Em 2010, após 14 cometerem suicídio em outra fábrica que produzia iPhones, a Apple prometeu proteger os trabalhadores.

A BBC foi investigar se a situação mudou. Sem se identificar, repórteres foram contratados para trabalhar na fábrica por meio de agências de emprego.

O programa constatou longas jornadas, documentos de identidade sendo confiscados de funcionários e operários exaustos dormindo nas linhas de produção da empresa Pegatrom, onde são montados iPhones e iPads.

A Pegatron, que administra a fábrica, diz que está investigando cuidadosamente as alegações da BBC e tomará todas as medidas necessárias.

A Apple diz que trabalha em conjunto com fornecedores para prevenir horas extras em excesso e alega que faz mais do que qualquer outra empresa para garantir condições de trabalho justas e seguras.

Após a exibição do programa Panorama pela BBC, no Reino Unido, o vice-presidente-sênior de operações da Apple, Jeff Williams, disse por e-mail que a reportagem dava a entender que a empresa não está melhorando as condições de trabalho em sua cadeia produtiva. "Nada está mais longe da verdade", afirmou.

Williams afirmou ainda que ele e o executivo-chefe da empresa, Tim Cook, ficaram "profundamente ofendidos com a ideia de que Apple estaria quebrando uma promessa com os trabalhadores em nossos fornecedores ou enganar os clientes de alguma maneira".



Fonte: BBC Brasil

Câmera escondida revela abuso contra empregados em fabricante da Apple na China

Reportagem da BBC se infiltrou em empresa que fabrica iPhones 6, da Apple
Imagens registradas com a ajuda de câmeras escondidas pelo programa Panorama, da BBC, dentro de uma fábrica que monta iPhones e iPads na China mostram operários exaustos e situações de trabalho que parecem não condizer com padrões de boa conduta da Apple.

Em 2010, após 14 cometerem suicídio em outra fábrica que produzia iPhones, a Apple prometeu proteger os trabalhadores.

A BBC foi investigar se a situação mudou. Sem se identificar, repórteres foram contratados para trabalhar na fábrica por meio de agências de emprego.

O programa constatou longas jornadas, documentos de identidade sendo confiscados de funcionários e operários exaustos dormindo nas linhas de produção da empresa Pegatrom, onde são montados iPhones e iPads.

A Pegatron, que administra a fábrica, diz que está investigando cuidadosamente as alegações da BBC e tomará todas as medidas necessárias.

A Apple diz que trabalha em conjunto com fornecedores para prevenir horas extras em excesso e alega que faz mais do que qualquer outra empresa para garantir condições de trabalho justas e seguras.

Após a exibição do programa Panorama pela BBC, no Reino Unido, o vice-presidente-sênior de operações da Apple, Jeff Williams, disse por e-mail que a reportagem dava a entender que a empresa não está melhorando as condições de trabalho em sua cadeia produtiva. "Nada está mais longe da verdade", afirmou.

Williams afirmou ainda que ele e o executivo-chefe da empresa, Tim Cook, ficaram "profundamente ofendidos com a ideia de que Apple estaria quebrando uma promessa com os trabalhadores em nossos fornecedores ou enganar os clientes de alguma maneira".



Fonte: BBC Brasil

O Leitor tem um smartphone?
Gosta de Facebook então decidiu instalar a aplicação Messenger?
Muito bem. Então faça um favor a si mesmo: desinstale-a.

Não? Gosta e quer ficar com ela? Ok, tudo bem. Mas sabe quais autorizações concedeu na altura da instalação?

Se calhar vale a pena lembra-las, pois o Leitor autorizou a aplicação Messenger a:
  • gravar o áudio com o microphone do Seu smartphone em qualquer altura e sem pedir a Sua autorização. 
  • tirar fotografias ou gravar vídeo em qualquer altura sem pedir a Sua autorização.
  • ler e modificar todos Seus contactos
  • efectuar chamadas telefónicas
  • determinar qual a Sua posição geográfica
  • controlar as chamadas efectuadas (número ligado, ID dos dispositivos, etc.)
  • ler e modificar o registo das chamadas efectuadas e recebidas
  • efectuar o download de dados de internet
  • recuperar informações acerca das aplicações utilizadas

Falta só entregar-lhe as chaves do carro.

"Mas" diz o Leitor "ninguém lê todas aquelas autorizações na altura de instalar uma aplicação".
Verdade. Mas se calhar seria melhor começar a lê-las, pois Messenger não é a única App que chupa dados.

"Mas " diz ainda o Leitor "estão quase sempre em inglês e eu falo só Português e o dialecto da parte ocidental do Madagáscar".
Tá bom, mas hoje temos internet: sem traduzir linha após linha, podemos procurar informações acerca da nova aplicação, ver se já outros descobriram alguma coisa acerca dela.

"Mas" diz ainda o Leitor "este são apenas avisos, depois são coisas que nunca acontecem".
Ó Leitor, desculpe lá: mas por qual razão Messenger pediu-lhe a autorização para funções que sabe nunca vai utilizar? Se Messenger (que depois é Facebook) pediu é porque acha que tais funções podem ser utilizadas. Além disso, na maior parte dos casos, estas funções activam-se sem o Seu consentimento: tem a certeza de que até hoje nunca foram utilizadas? E como pode ter esta certeza?

"Mas, diz ainda o Leitor "eu não tenho nada a esconder"
Ahi Minha Nossa da Telefonia Móvel...olhe, fique com Messenger, tá bom? Eu avisei, depois a escolha é Sua, e que raio. Afinal já foi instalada entre 500 mil e 1 bilião de vezes, mais um ou menos um...


Ipse dixit.

Fontes: Informação Incorrecta ,  Hack Your Mind, The Times (1, 2, 3)

Messenger, a App que faz o que lhe apetecer

O Leitor tem um smartphone?
Gosta de Facebook então decidiu instalar a aplicação Messenger?
Muito bem. Então faça um favor a si mesmo: desinstale-a.

Não? Gosta e quer ficar com ela? Ok, tudo bem. Mas sabe quais autorizações concedeu na altura da instalação?

Se calhar vale a pena lembra-las, pois o Leitor autorizou a aplicação Messenger a:
  • gravar o áudio com o microphone do Seu smartphone em qualquer altura e sem pedir a Sua autorização. 
  • tirar fotografias ou gravar vídeo em qualquer altura sem pedir a Sua autorização.
  • ler e modificar todos Seus contactos
  • efectuar chamadas telefónicas
  • determinar qual a Sua posição geográfica
  • controlar as chamadas efectuadas (número ligado, ID dos dispositivos, etc.)
  • ler e modificar o registo das chamadas efectuadas e recebidas
  • efectuar o download de dados de internet
  • recuperar informações acerca das aplicações utilizadas

Falta só entregar-lhe as chaves do carro.

"Mas" diz o Leitor "ninguém lê todas aquelas autorizações na altura de instalar uma aplicação".
Verdade. Mas se calhar seria melhor começar a lê-las, pois Messenger não é a única App que chupa dados.

"Mas " diz ainda o Leitor "estão quase sempre em inglês e eu falo só Português e o dialecto da parte ocidental do Madagáscar".
Tá bom, mas hoje temos internet: sem traduzir linha após linha, podemos procurar informações acerca da nova aplicação, ver se já outros descobriram alguma coisa acerca dela.

"Mas" diz ainda o Leitor "este são apenas avisos, depois são coisas que nunca acontecem".
Ó Leitor, desculpe lá: mas por qual razão Messenger pediu-lhe a autorização para funções que sabe nunca vai utilizar? Se Messenger (que depois é Facebook) pediu é porque acha que tais funções podem ser utilizadas. Além disso, na maior parte dos casos, estas funções activam-se sem o Seu consentimento: tem a certeza de que até hoje nunca foram utilizadas? E como pode ter esta certeza?

"Mas, diz ainda o Leitor "eu não tenho nada a esconder"
Ahi Minha Nossa da Telefonia Móvel...olhe, fique com Messenger, tá bom? Eu avisei, depois a escolha é Sua, e que raio. Afinal já foi instalada entre 500 mil e 1 bilião de vezes, mais um ou menos um...


Ipse dixit.

Fontes: Informação Incorrecta ,  Hack Your Mind, The Times (1, 2, 3)


Suecos fazem 'festas do implante' para se transformar em ciborgues. Entusiastas da tecnologia usam chips que permitem abrir portas sem chave e destravar celulares
Já era noite em Estocolmo quando um grupo de oito pessoas chegou ao Swahili Bobs, um estúdio de tatuagem nos becos escuros do bairro de Sodermalm.

Durante o dia, eles são empresários de tecnologia, estudantes, web designers e consultores de TI, mas, naquela noite, eles seriam transformados em ciborgues.

Pode parecer o início de um romance de ficção científica, mas é um relato de acontecimentos reais, protagonizados pelo biohacker Hannes Sjoblad.

Ele organizou o que chama de "festa do implante", que aconteceu no final de novembro e foi um de muitos eventos semelhantes. Durante o encontro, oito voluntários recebem implantes com um pequeno chip de identificação por rádiofrequência (RFID) sob a pele da mão. Sjoblad também tem um.

Ele ainda está pensando pequeno. Tem o plano de conseguir até 100 voluntários nos próximos meses, com 50 implantes já realizados. Mas sua visão para o futuro é muito maior.

"Vamos chegar a mil, depois a 10 mil. Estou convencido de que essa tecnologia veio para ficar e, em breve, não vamos achar estranho ter implantes em nossas mãos."

Portas abertas

BBC/MC10
Chip aplicado sob a pele dá um toque de ciborgue ao usuário
Sjoblad encontra voluntários nas redes sociais e comunidades de hackers na Suécia – pessoas que estão acostumadas a "brincar" com tecnologia.

No momento, o chip implantado na mão age somente como interface de segurança, permitindo que os usuários abram as portas de suas casas sem a chave.

Para fazer isso, no entanto, eles precisam comprar fechaduras novas, que atualmente são caras.

Com um uma pequena adaptação para telefones Android, o implante também consegue desbloqueá-los. Mas há potencial para muito mais funções.

"Acho que estamos apenas começando a descobrir o que podemos fazer com isso. (O chip) tem um potencial muito grande para registrar toda a vida de uma pessoa", diz Sjoblad.

"Com os aplicativos para registrar exerícios e rotinas alimentares que as pessoas estão usando, você precisa digitar tudo o que come ou onde está indo. Mas ao invés de inserir os dados no meu telefone, posso passar meu implante por ele e ele saberá que estou indo dormir."

Ele vai mais além: "Imagine que sensores em uma academia possam reconhecer, por exemplo, quem está segurando um haltere pelo chip na sua mão".

"Vivemos a explosão da internet das coisas – logo haverá sensores ao meu redor que me permitam registrar minhas atividades em relação a eles", acredita.

Homem e máquina

Cada vez mais, as fronteiras entre humanos e máquinas vão sendo borradas. Pessoas que perderam membros já recebem novos membros biônicos, que estão cada vez mais sofisticados. Ninguém acha estranho ter um quadril artificial ou fazer cirurgia a laser para corrigir problemas na visão.

No ano passado, o Google lançou lentes de contato que podem monitorar os níveis de glucose de seu usuário, em uma tentativa de fornecer diagnósticos mais rápidos e melhores para diabéticos.

Os acessórios – desde relógios inteligentes a dispositivos como o bracelete Up, que coleta dados sobre a atividade física do usuário – ficam cada vez mais sofisticados ao monitorar uma série de funções corporais, desde os batimentos cardíacos e o consumo de calorias até os padrões de sono.

Mais algumas empresas já pensam além disso. É o caso da BioStamp, uma tatuagem digital desenvolvida pela empresa americana MC10.

Ela pode ser estampada diretamente no corpo e coleta dados sobre a temperatura corporal, os níveis de hidratação, a exposição a raios UV e outros. Assim como acontece com outros acessórios, os dados podem ser enviados a smartphones.

Outra empresa americana, Proteus, criou uma pílula com um sensor embutido, que funciona em conjunto com uma espécie de adesivo usado na pele e, quando engolida, pode medir uma série de funções corporais.

"Essas coisas já estão aqui, a pergunta real é se elas podem funcionar melhor estando na nossa pele ou dentro de nós – e uma das grandes vantagens delas é que não podemos esquecê-las em casa, como um telefone ou um bracelete", diz David Wood, diretor do grupo London Futurists, que debate cenários radicais para os próximos 40 anos.

Suecos aplicam chips sob a pele que permitem controlar aparatos tecnológicos
Wood acha que os implantes ainda não estão prontos para o grande público, mas acredita que esse é o momento perfeito para um debate sobre o tema.

"Anos atrás havia muito medo das vacinas e agora parece perfeitamente normal injetar outras células em nosso corpo. Isso é um exemplo primitivo de biohacking", afirma.

Hannes Sjoblad também espera que sua "festa do implante" gere um debate sobre nosso possível futuro como ciborgues.

"A ideia é virar uma comunidade, é por isso que fazemos os implantes juntos. As pessoas ficam unidas pela experiência e começam a fazer perguntas sobre o que significa ser homem e máquina", diz.

Para aqueles que decidem deixar de ser ciborgues, o procedimento que Sjoblad realiza para implantar os chips é reversível e dura apenas cinco minutos. Mas ele não pretende remover o seu.

"(O implante) É divertido, é algo que faz as pessoas puxarem papo. Ele abre discussões interessantes sobre o que é ser humano. Não serve só para abrir portas."

Fonte: Tecnologia Uol

Suecos fazem 'festas do implante' para se transformar em ciborgues

Suecos fazem 'festas do implante' para se transformar em ciborgues. Entusiastas da tecnologia usam chips que permitem abrir portas sem chave e destravar celulares
Já era noite em Estocolmo quando um grupo de oito pessoas chegou ao Swahili Bobs, um estúdio de tatuagem nos becos escuros do bairro de Sodermalm.

Durante o dia, eles são empresários de tecnologia, estudantes, web designers e consultores de TI, mas, naquela noite, eles seriam transformados em ciborgues.

Pode parecer o início de um romance de ficção científica, mas é um relato de acontecimentos reais, protagonizados pelo biohacker Hannes Sjoblad.

Ele organizou o que chama de "festa do implante", que aconteceu no final de novembro e foi um de muitos eventos semelhantes. Durante o encontro, oito voluntários recebem implantes com um pequeno chip de identificação por rádiofrequência (RFID) sob a pele da mão. Sjoblad também tem um.

Ele ainda está pensando pequeno. Tem o plano de conseguir até 100 voluntários nos próximos meses, com 50 implantes já realizados. Mas sua visão para o futuro é muito maior.

"Vamos chegar a mil, depois a 10 mil. Estou convencido de que essa tecnologia veio para ficar e, em breve, não vamos achar estranho ter implantes em nossas mãos."

Portas abertas

BBC/MC10
Chip aplicado sob a pele dá um toque de ciborgue ao usuário
Sjoblad encontra voluntários nas redes sociais e comunidades de hackers na Suécia – pessoas que estão acostumadas a "brincar" com tecnologia.

No momento, o chip implantado na mão age somente como interface de segurança, permitindo que os usuários abram as portas de suas casas sem a chave.

Para fazer isso, no entanto, eles precisam comprar fechaduras novas, que atualmente são caras.

Com um uma pequena adaptação para telefones Android, o implante também consegue desbloqueá-los. Mas há potencial para muito mais funções.

"Acho que estamos apenas começando a descobrir o que podemos fazer com isso. (O chip) tem um potencial muito grande para registrar toda a vida de uma pessoa", diz Sjoblad.

"Com os aplicativos para registrar exerícios e rotinas alimentares que as pessoas estão usando, você precisa digitar tudo o que come ou onde está indo. Mas ao invés de inserir os dados no meu telefone, posso passar meu implante por ele e ele saberá que estou indo dormir."

Ele vai mais além: "Imagine que sensores em uma academia possam reconhecer, por exemplo, quem está segurando um haltere pelo chip na sua mão".

"Vivemos a explosão da internet das coisas – logo haverá sensores ao meu redor que me permitam registrar minhas atividades em relação a eles", acredita.

Homem e máquina

Cada vez mais, as fronteiras entre humanos e máquinas vão sendo borradas. Pessoas que perderam membros já recebem novos membros biônicos, que estão cada vez mais sofisticados. Ninguém acha estranho ter um quadril artificial ou fazer cirurgia a laser para corrigir problemas na visão.

No ano passado, o Google lançou lentes de contato que podem monitorar os níveis de glucose de seu usuário, em uma tentativa de fornecer diagnósticos mais rápidos e melhores para diabéticos.

Os acessórios – desde relógios inteligentes a dispositivos como o bracelete Up, que coleta dados sobre a atividade física do usuário – ficam cada vez mais sofisticados ao monitorar uma série de funções corporais, desde os batimentos cardíacos e o consumo de calorias até os padrões de sono.

Mais algumas empresas já pensam além disso. É o caso da BioStamp, uma tatuagem digital desenvolvida pela empresa americana MC10.

Ela pode ser estampada diretamente no corpo e coleta dados sobre a temperatura corporal, os níveis de hidratação, a exposição a raios UV e outros. Assim como acontece com outros acessórios, os dados podem ser enviados a smartphones.

Outra empresa americana, Proteus, criou uma pílula com um sensor embutido, que funciona em conjunto com uma espécie de adesivo usado na pele e, quando engolida, pode medir uma série de funções corporais.

"Essas coisas já estão aqui, a pergunta real é se elas podem funcionar melhor estando na nossa pele ou dentro de nós – e uma das grandes vantagens delas é que não podemos esquecê-las em casa, como um telefone ou um bracelete", diz David Wood, diretor do grupo London Futurists, que debate cenários radicais para os próximos 40 anos.

Suecos aplicam chips sob a pele que permitem controlar aparatos tecnológicos
Wood acha que os implantes ainda não estão prontos para o grande público, mas acredita que esse é o momento perfeito para um debate sobre o tema.

"Anos atrás havia muito medo das vacinas e agora parece perfeitamente normal injetar outras células em nosso corpo. Isso é um exemplo primitivo de biohacking", afirma.

Hannes Sjoblad também espera que sua "festa do implante" gere um debate sobre nosso possível futuro como ciborgues.

"A ideia é virar uma comunidade, é por isso que fazemos os implantes juntos. As pessoas ficam unidas pela experiência e começam a fazer perguntas sobre o que significa ser homem e máquina", diz.

Para aqueles que decidem deixar de ser ciborgues, o procedimento que Sjoblad realiza para implantar os chips é reversível e dura apenas cinco minutos. Mas ele não pretende remover o seu.

"(O implante) É divertido, é algo que faz as pessoas puxarem papo. Ele abre discussões interessantes sobre o que é ser humano. Não serve só para abrir portas."

Fonte: Tecnologia Uol

Será que o Malware está na moda? Definitivamente sim! Diariamente são várias as notícias que dão conta de malware nos mais “estranhos” objectos e que têm objectivos muito claros: estragar sistemas e/ou vigiar os utilizadores.

Depois de informarmos aqui da existência de malware em ferros de engomar chineses, da possibilidade do malware se transmitir por colunas e microfones, etc, hoje falamos dos cigarros electrónicos e da possibilidade destes trazerem uma substância especial… malware.

Fumar não pode apenas prejudicar a saúde! De acordo com uma publicação no IBTimes, os cigarros electrónicos, fabricados na China, podem também trazer malware capaz de danificar sistemas e de vigiar os utilizadores. A denúncia foi feita no Reddit, por um executivo de uma “grande empresa”, que viu o seu sistema ser infectado por um malware, cuja fonte, ao que tudo indica, foi um cigarro electrónico.

O executivo referiu ainda que o seu sistema estava actualizado, com anti-vírus e anti-malware e que a única coisa que mudou foi o facto de ter deixado de fumar cigarros normais e de passar a fumar cigarros electrónicos (estes eram carregados no PC). Jrockilla (nickname do executivo) disse ter adquirido os cigarros electrónicos no eBay.

Mas como o malware pode passar para o PC?


É fácil! Uma vez que alguns destes tipos de cigarros podem carregar via USB, o malware pode facilmente passar do cigarro para o sistema (como se um estilo de PEN ou disco USB se tratasse).

Pierluigi Paganini, director de segurança de informação da empresa Bit4Id, referiu que os cigarros electrónicos são o mais recente vector para servir de propagação de software malicioso.
Paganini cita outros exemplos de dispositivos USB  “aparentemente inofensivos” que foram usados como uma ferramenta de hacking no passado, incluindo os carregadores para dispositivos Apple iOS, como iPhones e iPads.

FontesIBTimes ,pplware Sapo

Cigarros eletronicos chineses também nos podem espiar

Será que o Malware está na moda? Definitivamente sim! Diariamente são várias as notícias que dão conta de malware nos mais “estranhos” objectos e que têm objectivos muito claros: estragar sistemas e/ou vigiar os utilizadores.

Depois de informarmos aqui da existência de malware em ferros de engomar chineses, da possibilidade do malware se transmitir por colunas e microfones, etc, hoje falamos dos cigarros electrónicos e da possibilidade destes trazerem uma substância especial… malware.

Fumar não pode apenas prejudicar a saúde! De acordo com uma publicação no IBTimes, os cigarros electrónicos, fabricados na China, podem também trazer malware capaz de danificar sistemas e de vigiar os utilizadores. A denúncia foi feita no Reddit, por um executivo de uma “grande empresa”, que viu o seu sistema ser infectado por um malware, cuja fonte, ao que tudo indica, foi um cigarro electrónico.

O executivo referiu ainda que o seu sistema estava actualizado, com anti-vírus e anti-malware e que a única coisa que mudou foi o facto de ter deixado de fumar cigarros normais e de passar a fumar cigarros electrónicos (estes eram carregados no PC). Jrockilla (nickname do executivo) disse ter adquirido os cigarros electrónicos no eBay.

Mas como o malware pode passar para o PC?


É fácil! Uma vez que alguns destes tipos de cigarros podem carregar via USB, o malware pode facilmente passar do cigarro para o sistema (como se um estilo de PEN ou disco USB se tratasse).

Pierluigi Paganini, director de segurança de informação da empresa Bit4Id, referiu que os cigarros electrónicos são o mais recente vector para servir de propagação de software malicioso.
Paganini cita outros exemplos de dispositivos USB  “aparentemente inofensivos” que foram usados como uma ferramenta de hacking no passado, incluindo os carregadores para dispositivos Apple iOS, como iPhones e iPads.

FontesIBTimes ,pplware Sapo

De acordo com a pesquisa “Working from Mars with an Internet Brain Implant” realizada pela empresa de tecnologia Cisco Systems, cerca de um quarto dos profissionais entre 18 e 50 anos seriam voluntários para receber um implante cerebral que lhes permitisse unir instantaneamente seus pensamentos com à Internet.

Entre outras conclusões, o relatório revela que até 2020, a maioria dos profissionais acredita que os smartphones e os “wearables” (computadores vestíveis) serão os dispositivos mais importantes na força de trabalho.

O estudo foi realizado com 3.700 adultos que possuem cargos executivos de empresas em 15 países, incluindo EUA, Japão, China, Rússia e França. A geração dos profissionais nascidos entre 1980 e 2000, mostram mais interesse, com 26% afirmando que gostariam de fazer a cirurgia. Os mais velhos, que nasceram entre 1960 e 1980, totalizaram 21%.

Liz McIntyre, especialista em privacidade e coautora do livro “Spychips” [Chips espiões], acredita que é uma questão de tempo até que as grandes corporações e o governo consigam rastrear todas as compras e vigiar todos os movimentos da população.

“Seja quem trabalha com tecnologia, ou mesmo as pessoas comuns, penso que eles olham para o fator novidade e não param para observar as implicações sobre sua privacidade e liberdade… Faz parte de toda essa tendência atual da indústria de gerar novas tecnológicas da qual todos querem fazer parte”.

Lamenta que a maioria das pessoas parece ter sofrido uma “lavagem cerebral” a ponto de pensar que são incapazes de viver sem estar conectados à internet. “Observe as pessoas que exibem com orgulho seus smartphones; eles já são aparelhos de rastreamento… Ter sensores implantados em todas as pessoas será o próximo passo”, assevera.

A pesquisa da Cisco mostra que já existe essa possibilidade e eles querem ver como será a reação do público. Em especial por que os dados foram divulgados apenas alguns dias após uma matéria de destaque no jornal The New York Times mostrar o desenvolvimento dos primeiros “computadores vestíveis”. Apple e Samsung afirmam que eles ficarão no pulso, enquanto o Google desenvolve um para o rosto.

Computador vestível


Katherine Albrecht, a outra autora de “Spychips” é diretora da organização Consumidores Contra a Invasão e Numeração da Privacidade pelos Supermercados. Em 2005, Albrecht entrevistou centenas de pessoas enquanto escrevia sua dissertação de doutorado da Universidade de Harvard. O tópico era verificar se elas gostariam de ter um chip RFID implantado.

Na época, havia muita resistência, mas agora é nítido que o número de pessoas abertas a experimentar essa fusão de tecnologia com o corpo humano está crescendo. Em especial para os jovens, que são mais adeptos das chamadas “modificações corporais”.

“Nós temos piercings e tatuagens. Temos pessoas colocando silicones em seus corpos, implantando coisas estranhas”, disse ela. “Essa geração parece desejar mais a modificação corporal.” Mesmo assim, questiona os números apresentados na pesquisa da Cisco.

“Se você acha que a internet está invadindo sua privacidade, esperem até a hora que os implantes eletrônicos chegarem”, dispara. Ela sabe que a Cisco e outras companhias de tecnologia já tentam atrair as pessoas para a ideia de implantes cerebrais. Afinal, chips RFID são muito populares, já sendo usados como implante em animais domésticos.

Aluna evangélica é expulsa da escola por recusar “marca da besta”Cristãos se revoltam contra imposição de uso de chip rastreador.Aos 15 anos de idade, a evangélica Andrea Hernandez, está no centro de um debate nos Estados Unidos sobre segurança e liberdade de expressão. Ela foi expulsa no final de 2012 da escola de ensino médio John Jay, em San Antonio, Texas.

Charlotte Iserbyt, autora do livro “The Delibarate Dumbing Down of America” [A Idiotização Deliberada da América], se diz assustada. “Isso reflete um vício de proporções ainda desconhecidas… Imagine como poderia ser as estatísticas se a gerações atual, cujas vidas são moldadas pelo vício em tecnologia desde a infância forem dominadas por um ‘aprendizado’ cibernético ainda mais invasivo.”

Os números da Cisco surpreendem em outros aspectos. Mais de 40% dos entrevistados permitiriam que seus provedores tivessem acesso a todos os seus dados em troca de um smartphone grátis com um plano de dados ilimitado. Pouco mais de 70% dos profissionais japoneses disseram que seus smartphones são mais importantes que sexo.

Fontes: Prophecy News ,WND , CISCO , Apocalink

Pesquisa da Cisco Systems mostra que 26% da população deseja implantação de chips para acessar a internet

De acordo com a pesquisa “Working from Mars with an Internet Brain Implant” realizada pela empresa de tecnologia Cisco Systems, cerca de um quarto dos profissionais entre 18 e 50 anos seriam voluntários para receber um implante cerebral que lhes permitisse unir instantaneamente seus pensamentos com à Internet.

Entre outras conclusões, o relatório revela que até 2020, a maioria dos profissionais acredita que os smartphones e os “wearables” (computadores vestíveis) serão os dispositivos mais importantes na força de trabalho.

O estudo foi realizado com 3.700 adultos que possuem cargos executivos de empresas em 15 países, incluindo EUA, Japão, China, Rússia e França. A geração dos profissionais nascidos entre 1980 e 2000, mostram mais interesse, com 26% afirmando que gostariam de fazer a cirurgia. Os mais velhos, que nasceram entre 1960 e 1980, totalizaram 21%.

Liz McIntyre, especialista em privacidade e coautora do livro “Spychips” [Chips espiões], acredita que é uma questão de tempo até que as grandes corporações e o governo consigam rastrear todas as compras e vigiar todos os movimentos da população.

“Seja quem trabalha com tecnologia, ou mesmo as pessoas comuns, penso que eles olham para o fator novidade e não param para observar as implicações sobre sua privacidade e liberdade… Faz parte de toda essa tendência atual da indústria de gerar novas tecnológicas da qual todos querem fazer parte”.

Lamenta que a maioria das pessoas parece ter sofrido uma “lavagem cerebral” a ponto de pensar que são incapazes de viver sem estar conectados à internet. “Observe as pessoas que exibem com orgulho seus smartphones; eles já são aparelhos de rastreamento… Ter sensores implantados em todas as pessoas será o próximo passo”, assevera.

A pesquisa da Cisco mostra que já existe essa possibilidade e eles querem ver como será a reação do público. Em especial por que os dados foram divulgados apenas alguns dias após uma matéria de destaque no jornal The New York Times mostrar o desenvolvimento dos primeiros “computadores vestíveis”. Apple e Samsung afirmam que eles ficarão no pulso, enquanto o Google desenvolve um para o rosto.

Computador vestível


Katherine Albrecht, a outra autora de “Spychips” é diretora da organização Consumidores Contra a Invasão e Numeração da Privacidade pelos Supermercados. Em 2005, Albrecht entrevistou centenas de pessoas enquanto escrevia sua dissertação de doutorado da Universidade de Harvard. O tópico era verificar se elas gostariam de ter um chip RFID implantado.

Na época, havia muita resistência, mas agora é nítido que o número de pessoas abertas a experimentar essa fusão de tecnologia com o corpo humano está crescendo. Em especial para os jovens, que são mais adeptos das chamadas “modificações corporais”.

“Nós temos piercings e tatuagens. Temos pessoas colocando silicones em seus corpos, implantando coisas estranhas”, disse ela. “Essa geração parece desejar mais a modificação corporal.” Mesmo assim, questiona os números apresentados na pesquisa da Cisco.

“Se você acha que a internet está invadindo sua privacidade, esperem até a hora que os implantes eletrônicos chegarem”, dispara. Ela sabe que a Cisco e outras companhias de tecnologia já tentam atrair as pessoas para a ideia de implantes cerebrais. Afinal, chips RFID são muito populares, já sendo usados como implante em animais domésticos.

Aluna evangélica é expulsa da escola por recusar “marca da besta”Cristãos se revoltam contra imposição de uso de chip rastreador.Aos 15 anos de idade, a evangélica Andrea Hernandez, está no centro de um debate nos Estados Unidos sobre segurança e liberdade de expressão. Ela foi expulsa no final de 2012 da escola de ensino médio John Jay, em San Antonio, Texas.

Charlotte Iserbyt, autora do livro “The Delibarate Dumbing Down of America” [A Idiotização Deliberada da América], se diz assustada. “Isso reflete um vício de proporções ainda desconhecidas… Imagine como poderia ser as estatísticas se a gerações atual, cujas vidas são moldadas pelo vício em tecnologia desde a infância forem dominadas por um ‘aprendizado’ cibernético ainda mais invasivo.”

Os números da Cisco surpreendem em outros aspectos. Mais de 40% dos entrevistados permitiriam que seus provedores tivessem acesso a todos os seus dados em troca de um smartphone grátis com um plano de dados ilimitado. Pouco mais de 70% dos profissionais japoneses disseram que seus smartphones são mais importantes que sexo.

Fontes: Prophecy News ,WND , CISCO , Apocalink

Todos nós sabemos que a maioria dos ataques são realizados remotamente. Os hackers exploram as vulnerabilidades dos máquinas alvo e, em caso de sucesso, podem obter informação privilegiada.

Este é o “processo básico” para se realizar um ataque e enganem-se aqueles que pensam que desligando o cabo de rede passam a estar protegidos.

De acordo com um estudo recente e até há vídeo demonstrativo, é possível roubar dados de um PC mesmo não estando este online.

O assunto deste artigo é bastante assustador do ponto de vista da segurança informática. De acordo com uma investigação levada a cabo pela Universidade Ben-Gurion, é possível roubar dados de um PC mesmo que este esteja desligado da rede.

Tal conclusão vem deitar por terra o conceito de segurança nas “Air-gap networks” que são usadas quando governos ou empresas isolam computadores que mantêm informação muito importante. Estes computadores não têm qualquer ligação à rede logo, “teoricamente”, remotamente ninguém conseguirá tirar dados do mesmo.

Mas, segundo a investigação, e recorrendo a uma “nova” técnica designada de Air Hopper, é possível obter informação de uma máquina que não esteja ligada à rede. A técnica Air Hopper funciona apenas num raio de 1 a 7 metros e com largura de banda efectiva entre os 13-60 Bps (Bytes por segundo).

Para isso, o PC a atacar terá de ter alojado um tipo especial de vírus (que pode ser passado através dos mais diversos suportes digitais) e depois, através de um simples smartphone e de uma app para o efeito, é possível capturar a informação do PC.

Os resultados do estudo estão publicados aqui. Os autores referem que esta técnica para obtenção de dados pode recorrer as frequências rádio ou até à obtenção de sinais que passem via cabo do monitor.



Colaboração das Informnações: Jlbraga

Fontes: Cyber Security Labs , Pplware Sapo

Hackers podem roubar dados de PC’s que nem estão online

Todos nós sabemos que a maioria dos ataques são realizados remotamente. Os hackers exploram as vulnerabilidades dos máquinas alvo e, em caso de sucesso, podem obter informação privilegiada.

Este é o “processo básico” para se realizar um ataque e enganem-se aqueles que pensam que desligando o cabo de rede passam a estar protegidos.

De acordo com um estudo recente e até há vídeo demonstrativo, é possível roubar dados de um PC mesmo não estando este online.

O assunto deste artigo é bastante assustador do ponto de vista da segurança informática. De acordo com uma investigação levada a cabo pela Universidade Ben-Gurion, é possível roubar dados de um PC mesmo que este esteja desligado da rede.

Tal conclusão vem deitar por terra o conceito de segurança nas “Air-gap networks” que são usadas quando governos ou empresas isolam computadores que mantêm informação muito importante. Estes computadores não têm qualquer ligação à rede logo, “teoricamente”, remotamente ninguém conseguirá tirar dados do mesmo.

Mas, segundo a investigação, e recorrendo a uma “nova” técnica designada de Air Hopper, é possível obter informação de uma máquina que não esteja ligada à rede. A técnica Air Hopper funciona apenas num raio de 1 a 7 metros e com largura de banda efectiva entre os 13-60 Bps (Bytes por segundo).

Para isso, o PC a atacar terá de ter alojado um tipo especial de vírus (que pode ser passado através dos mais diversos suportes digitais) e depois, através de um simples smartphone e de uma app para o efeito, é possível capturar a informação do PC.

Os resultados do estudo estão publicados aqui. Os autores referem que esta técnica para obtenção de dados pode recorrer as frequências rádio ou até à obtenção de sinais que passem via cabo do monitor.



Colaboração das Informnações: Jlbraga

Fontes: Cyber Security Labs , Pplware Sapo

O Brasil é o único país do mundo que autorizou o uso comercial dessa tecnologia. Até o momento não foi comprovado se ela de fato reduz a dengue e se apresenta riscos para a população e o meio ambiente. Este livro trata dessas preocupações.

A empresa inglesa de biotecnologia Oxitec desenvolveu uma cepa geneticamente modificada do mosquito Aedes aegypti para produzir crias que morrem prematuramente. A empresa já liberou um grande número destes mosquitos no Brazil, nas Ilhas Cayman e na Malásia em experimentos que visam reduzir a população adulta do Aedes aegypti, o qual é responsável por transmitir a doença tropical febre da dengue.

Embora a Oxitec continue a promoção de sua tecnologia patenteada, este artigo aponta uma série de preocupações e questões não respondidas em torno ao uso do Aedes aegypti geneticamente modificado (GM) como forma de controle de mosquitos. A tecnologia pode não ser particularmente efetiva em suprimir as populações de mosquitos e pode inclusive, em especial nos casos de eficácia limitada, piorar o problema da dengue. Existe ainda incerteza sobre o quanto algumas crias dos mosquitos GM sobrevivem até a idade adulta. De maneira geral, os potenciais efeitos adversos desta tecnologia não estão ainda completamente compreendidos, dadas as complexas interações nos ecossistemas entre o Aedes aegypti, outras espécies de mosquitos, os vírus que eles carregam e os humanos que eles picam.

Estas preocupações não foram apropriadamente consideradas antes dos experimentos de campo, para os quais as avaliações de risco e o processo de consulta foram seriamente inadequados. Sem um exame compreensivo dos riscos e benefícios, é questionável se os objetivos de controle da dengue e do mosquito estariam atendidos da melhor forma recorrendo aos mosquitos GM da Oxitec.

* A distribuição do livro é gratuita. Caso você more no Rio, é preciso buscar um exemplar na Fundação Heinrich Böll (Rua da Glória, 190 - apto 701), caso contrário, enviamos pelos correios gratuitamente. Por favor, nos informe um endereço com CEP através do email: info@br.boell.org

Caso queira fazer o download gratuitamente em PDF clique aqui

Sumário:

Capítulo 1. Introdução 1

Capítulo 2. A liberação de mosquitos geneticamente modificados eliminará as populações silvestres de mosquitos? 4

Capítulo 3. A erradicação da população de mosquitos reduzirá a febre da dengue? 11

Capítulo 4. Impactos do antibiótico tetraciclina 16

Capítulo 5. Impactos ou alterações em outras espécies de mosquitos 20

Capítulo 6. Introdução de novas cepas de mosquitos e transmissão de outras enfermidades 24

Capítulo 7. Pode-se desenvolver uma resistência, e, portanto mais mosquitos geneticamente modificados iriam sobreviver e se reproduzir, ou a capacidade física dos mosquitos geneticamente modificados se reduz com o tempo? 27

Capítulo 8. Compatibilidade com os métodos de controle tradicionais 30

Capítulo 9. Os mosquitos geneticamente modificados poderão picar as pessoas ou causar danos a outros seres? 32

Capítulo 10. Rastreabilidade e monitoramento 34

Capítulo 11. Avaliar os impactos potenciais das liberaçoes em um sistema complexo 36

Capítulo 12. Regulação, consentimento e movimentos transfronteiriços 39

Capítulo 13. Alternativas 57

Capítulo 14. Conclusões 61

Notas 65

Fontes: Pratos Limpos , Heinrich Böll Brasil

Mosquitos Geneticamente Modificados: preocupações atuais

O Brasil é o único país do mundo que autorizou o uso comercial dessa tecnologia. Até o momento não foi comprovado se ela de fato reduz a dengue e se apresenta riscos para a população e o meio ambiente. Este livro trata dessas preocupações.

A empresa inglesa de biotecnologia Oxitec desenvolveu uma cepa geneticamente modificada do mosquito Aedes aegypti para produzir crias que morrem prematuramente. A empresa já liberou um grande número destes mosquitos no Brazil, nas Ilhas Cayman e na Malásia em experimentos que visam reduzir a população adulta do Aedes aegypti, o qual é responsável por transmitir a doença tropical febre da dengue.

Embora a Oxitec continue a promoção de sua tecnologia patenteada, este artigo aponta uma série de preocupações e questões não respondidas em torno ao uso do Aedes aegypti geneticamente modificado (GM) como forma de controle de mosquitos. A tecnologia pode não ser particularmente efetiva em suprimir as populações de mosquitos e pode inclusive, em especial nos casos de eficácia limitada, piorar o problema da dengue. Existe ainda incerteza sobre o quanto algumas crias dos mosquitos GM sobrevivem até a idade adulta. De maneira geral, os potenciais efeitos adversos desta tecnologia não estão ainda completamente compreendidos, dadas as complexas interações nos ecossistemas entre o Aedes aegypti, outras espécies de mosquitos, os vírus que eles carregam e os humanos que eles picam.

Estas preocupações não foram apropriadamente consideradas antes dos experimentos de campo, para os quais as avaliações de risco e o processo de consulta foram seriamente inadequados. Sem um exame compreensivo dos riscos e benefícios, é questionável se os objetivos de controle da dengue e do mosquito estariam atendidos da melhor forma recorrendo aos mosquitos GM da Oxitec.

* A distribuição do livro é gratuita. Caso você more no Rio, é preciso buscar um exemplar na Fundação Heinrich Böll (Rua da Glória, 190 - apto 701), caso contrário, enviamos pelos correios gratuitamente. Por favor, nos informe um endereço com CEP através do email: info@br.boell.org

Caso queira fazer o download gratuitamente em PDF clique aqui

Sumário:

Capítulo 1. Introdução 1

Capítulo 2. A liberação de mosquitos geneticamente modificados eliminará as populações silvestres de mosquitos? 4

Capítulo 3. A erradicação da população de mosquitos reduzirá a febre da dengue? 11

Capítulo 4. Impactos do antibiótico tetraciclina 16

Capítulo 5. Impactos ou alterações em outras espécies de mosquitos 20

Capítulo 6. Introdução de novas cepas de mosquitos e transmissão de outras enfermidades 24

Capítulo 7. Pode-se desenvolver uma resistência, e, portanto mais mosquitos geneticamente modificados iriam sobreviver e se reproduzir, ou a capacidade física dos mosquitos geneticamente modificados se reduz com o tempo? 27

Capítulo 8. Compatibilidade com os métodos de controle tradicionais 30

Capítulo 9. Os mosquitos geneticamente modificados poderão picar as pessoas ou causar danos a outros seres? 32

Capítulo 10. Rastreabilidade e monitoramento 34

Capítulo 11. Avaliar os impactos potenciais das liberaçoes em um sistema complexo 36

Capítulo 12. Regulação, consentimento e movimentos transfronteiriços 39

Capítulo 13. Alternativas 57

Capítulo 14. Conclusões 61

Notas 65

Fontes: Pratos Limpos , Heinrich Böll Brasil



Por: Felipe Souza da Folha De S.Paulo

Falta de água, racionamento e calor são temas que preocupam o governo paulista nos últimos meses, em meio à maior crise hídrica da história. Para um inventor de Valinhos, a 85 km de São Paulo, a solução para esses problemas veio, literalmente, do ar.

Engenheiro mecatrônico, Pedro Ricardo Paulino patenteou em 2010 a Wateair, máquina que faz água condensando a umidade do ar.

A água produzida -que passa por um sistema de purificação que elimina as bactérias- é tão limpa que seu uso inicial foi em máquinas de hemodiálise. Para ser consumida, ela precisa passar por um segundo filtro, que adiciona sais minerais à solução.

Tudo o que a Wateair precisa para funcionar é estar ligada na tomada. Quanto mais úmido estiver o ambiente, mais ela produz. Porém, se a umidade cair a menos de 10%, ela para de funcionar. Isso elimina o risco de deixar um ambiente fechado muito seco. No dia mais seco deste ano em São Paulo, o nível chegou a 19%.

Salgada A contadora Maria Helena Castro, 31, comprou uma máquina em maio para suprir a falta d'água no sítio dela em Itu (a 101 km de SP). Ela desembolsou R$ 120 mil na versão que produz até mil litros por dia. "Tinha problemas com falta de água desde fevereiro. Hoje, crio minhas galinhas, porcos, coelhos e irrigo minha plantação sem dor de cabeça", diz. Maria Helena conta que o preço compensa e que ainda não precisou fazer nenhuma troca de filtro ou manutenção. O inventor explica que, como os componentes da máquina são importados e a demanda ainda é pequena, os custos são elevados. "Tudo é encomendado e praticamente não existe nada feito em linha de produção", afirma. A menor máquina, que produz 30 litros por dia com a umidade relativa do ar a 80%, custa R$ 7.000. A maior, que chega a 5.000 litros por dia, é vendida por R$ 350 mil. Segundo o criador, o gasto de energia elétrica para fazer um litro de água é equivalente a R$ 0,17 em São Paulo. Portanto, encher uma caixa d'água de mil litros custa R$ 170. A Sabesp cobra em média R$ 7,25 (incluindo a tarifa de esgoto) para distribuir a mesma quantidade a uma família de quatro pessoas. Ainda assim, o inventor diz que a procura pela máquina aumentou exponencialmente nos últimos meses. "Os clientes antes eram escolas ou pessoas que precisavam de água potável em menor quantidade. Agora, vendemos a restaurantes, produtores de remédios e outros prejudicados pelo fornecimento de água e pela dificuldade da captação por poços", diz. Segundo o engenheiro, um aparelho de ar-condicionado comum faz algo semelhante, mas produz água com metais pesados e bactérias. Paulino começou o projeto nos anos 1990, numa multinacional. Em 2006, passou a desenvolver a máquina com o próprio dinheiro. Quatro anos depois, conseguiu atestar a qualidade da água produzida e patenteou a Wateair. Para o inventor, o aparelho pode ser uma das soluções para a crise. "Máquinas como essa em escala gigante e a dessalinização da água do mar são opções para o futuro de São Paulo." Como funciona 1 - Turbinas aspiram o ar para dentro da máquina 2 - As moléculas de água são condensadas e tornam-se líquidas 3 - Filtros e raios ultravioleta purificam a água 4 - Outro filtro adiciona sais minerais 5 - Pronta para ser consumida, a água é armazenada em um reservatório Fonte: Folha De S. Paulo

Engenheiro de São Paulo inventa máquina que 'fabrica' água


Por: Felipe Souza da Folha De S.Paulo

Falta de água, racionamento e calor são temas que preocupam o governo paulista nos últimos meses, em meio à maior crise hídrica da história. Para um inventor de Valinhos, a 85 km de São Paulo, a solução para esses problemas veio, literalmente, do ar.

Engenheiro mecatrônico, Pedro Ricardo Paulino patenteou em 2010 a Wateair, máquina que faz água condensando a umidade do ar.

A água produzida -que passa por um sistema de purificação que elimina as bactérias- é tão limpa que seu uso inicial foi em máquinas de hemodiálise. Para ser consumida, ela precisa passar por um segundo filtro, que adiciona sais minerais à solução.

Tudo o que a Wateair precisa para funcionar é estar ligada na tomada. Quanto mais úmido estiver o ambiente, mais ela produz. Porém, se a umidade cair a menos de 10%, ela para de funcionar. Isso elimina o risco de deixar um ambiente fechado muito seco. No dia mais seco deste ano em São Paulo, o nível chegou a 19%.

Salgada A contadora Maria Helena Castro, 31, comprou uma máquina em maio para suprir a falta d'água no sítio dela em Itu (a 101 km de SP). Ela desembolsou R$ 120 mil na versão que produz até mil litros por dia. "Tinha problemas com falta de água desde fevereiro. Hoje, crio minhas galinhas, porcos, coelhos e irrigo minha plantação sem dor de cabeça", diz. Maria Helena conta que o preço compensa e que ainda não precisou fazer nenhuma troca de filtro ou manutenção. O inventor explica que, como os componentes da máquina são importados e a demanda ainda é pequena, os custos são elevados. "Tudo é encomendado e praticamente não existe nada feito em linha de produção", afirma. A menor máquina, que produz 30 litros por dia com a umidade relativa do ar a 80%, custa R$ 7.000. A maior, que chega a 5.000 litros por dia, é vendida por R$ 350 mil. Segundo o criador, o gasto de energia elétrica para fazer um litro de água é equivalente a R$ 0,17 em São Paulo. Portanto, encher uma caixa d'água de mil litros custa R$ 170. A Sabesp cobra em média R$ 7,25 (incluindo a tarifa de esgoto) para distribuir a mesma quantidade a uma família de quatro pessoas. Ainda assim, o inventor diz que a procura pela máquina aumentou exponencialmente nos últimos meses. "Os clientes antes eram escolas ou pessoas que precisavam de água potável em menor quantidade. Agora, vendemos a restaurantes, produtores de remédios e outros prejudicados pelo fornecimento de água e pela dificuldade da captação por poços", diz. Segundo o engenheiro, um aparelho de ar-condicionado comum faz algo semelhante, mas produz água com metais pesados e bactérias. Paulino começou o projeto nos anos 1990, numa multinacional. Em 2006, passou a desenvolver a máquina com o próprio dinheiro. Quatro anos depois, conseguiu atestar a qualidade da água produzida e patenteou a Wateair. Para o inventor, o aparelho pode ser uma das soluções para a crise. "Máquinas como essa em escala gigante e a dessalinização da água do mar são opções para o futuro de São Paulo." Como funciona 1 - Turbinas aspiram o ar para dentro da máquina 2 - As moléculas de água são condensadas e tornam-se líquidas 3 - Filtros e raios ultravioleta purificam a água 4 - Outro filtro adiciona sais minerais 5 - Pronta para ser consumida, a água é armazenada em um reservatório Fonte: Folha De S. Paulo

Por Julio Lobo

 Com os casos de Ebola continuando a surgir em vários pontos do mundo é importante entender qual o real risco que sofremos em casos de doenças contagiosas. Hoje vamos discutir qual a velocidade que uma doença pode se espalhar e chegar aí, na sua casa.

Nós sabemos que gripes podem se espalhar como fogo selvagem principalmente em escritórios fechados e escolas, porém é virtualmente impossível termos dados de contágio que sejam fiéis a realidade. Isso acontece pois ninguém conseguirá lembrar com quantas pessoas entrou em contato direto ou indireto no dia.

Para obter uma estimativa geral, estudantes da Universidade de Stanford realizaram um experimento bastante interessante. Os pesquisadores selecionaram 788 estudantes voluntários para um projeto de pesquisa onde cada indivíduo carregou consigo um sensor de proximidade do tamanho de uma caixa de fósforo ao redor do pescoço durante o dia.
Sensor utilizado no experimento
O sensor registrou uma interação quando chegava próximo de outro sensor, ou seja, quando um aluno estava em contato próximo com o outro. Os sensores foram configurados para só registrarem quando chegassem a uma distância semelhante a necessária para realizar o contágio da gripe.

Resultado? No final de apenas um dia os pesquisadores coletaram os dados e encontraram um total de 762.868 interações registradas, isso em apenas 788 estudantes! Apesar de haverem algumas diferenças nas quantidades de interações entre cada indivíduo, os números eram muito próximos de maneira geral.

Fato é que, ao aumentarmos estes números em termos de escala global, os dados se tornam impressionantes e preocupantes. Além disso, com velocidade de transporte que temos hoje em dia a distância geográfica se torna irrelevante, visto que em menos de um dia um indivíduo contaminado pode cruzar continentes.

Se vocês quiserem conferir, o site do Financial Times disponibilizou uma simulação de como o contágio aconteceria por meio de viagens internacionais.

Basta clicar aqui para verificar o simulador.

Enfim, com todos estes dados é clara a necessidade dos países tomarem medidas rígidas para controlar o avanço de tais doenças, não é? Infelizmente não é o que acontece. Veja só:

Atualmente 8 países já tiveram casos confirmados de Ebola;
Mais de 200 profissionais da área da saúde já morreram durante a luta contra a pandemia;
Na Espanha um paciente em isolamento acabou por contaminar uma enfermeira que o atendia, mesmo esta usando todas as proteções adequadas, o que evidencia falha nos processos de segurança;
Nos EUA, dos 5.700 hospitais disponíveis em todo o país, somente quatro estão equipados para tratar pacientes com Ebola e nestes quatro só existem 19 leitos.

Preferi manter os dados somente de países mais avançados que o nosso para mostrar que se a realidade deles está ruim, a nossa provavelmente poderá ficar pior se não nos cuidarmos. Se um dos países mais ricos atualmente só pode tratar 19 pessoas contaminadas, quantas nós podemos?

Pois é. O maior ponto de preocupação é que pelo o Ebola é um vírus e, por isso, pode facilmente sofrer uma mutação (dado o contágio persistente entre humanos) e piorar o cenário radicalmente. Não gosto de ser alarmista, mas é fato de que estou severamente preocupado com o aumento dos relatos e principalmente das informações e boatos desencontrados que ouvimos por aí.

Se você quiser entender um pouco mais sobre o Ebola e como se proteger contra uma possível pandemia deste vírus recomendo que veja este vídeo que gravei mês passado. Apesar de ter alguns dados relativamente desatualizados, o contexto ainda é o mesmo. Segue:



Estejam atentos e não se deixem enganar. Procurem por mais de uma fonte quando ouvirem uma notícia preocupante e busquem criar planos de isolamento para você e sua família caso as coisas desandem de vez.

Até.

Fonte: Sobrevivencialismo

Sobrevivencialismo: pandemia, Com que velocidade uma doença pode se espalhar?

Por Julio Lobo

 Com os casos de Ebola continuando a surgir em vários pontos do mundo é importante entender qual o real risco que sofremos em casos de doenças contagiosas. Hoje vamos discutir qual a velocidade que uma doença pode se espalhar e chegar aí, na sua casa.

Nós sabemos que gripes podem se espalhar como fogo selvagem principalmente em escritórios fechados e escolas, porém é virtualmente impossível termos dados de contágio que sejam fiéis a realidade. Isso acontece pois ninguém conseguirá lembrar com quantas pessoas entrou em contato direto ou indireto no dia.

Para obter uma estimativa geral, estudantes da Universidade de Stanford realizaram um experimento bastante interessante. Os pesquisadores selecionaram 788 estudantes voluntários para um projeto de pesquisa onde cada indivíduo carregou consigo um sensor de proximidade do tamanho de uma caixa de fósforo ao redor do pescoço durante o dia.
Sensor utilizado no experimento
O sensor registrou uma interação quando chegava próximo de outro sensor, ou seja, quando um aluno estava em contato próximo com o outro. Os sensores foram configurados para só registrarem quando chegassem a uma distância semelhante a necessária para realizar o contágio da gripe.

Resultado? No final de apenas um dia os pesquisadores coletaram os dados e encontraram um total de 762.868 interações registradas, isso em apenas 788 estudantes! Apesar de haverem algumas diferenças nas quantidades de interações entre cada indivíduo, os números eram muito próximos de maneira geral.

Fato é que, ao aumentarmos estes números em termos de escala global, os dados se tornam impressionantes e preocupantes. Além disso, com velocidade de transporte que temos hoje em dia a distância geográfica se torna irrelevante, visto que em menos de um dia um indivíduo contaminado pode cruzar continentes.

Se vocês quiserem conferir, o site do Financial Times disponibilizou uma simulação de como o contágio aconteceria por meio de viagens internacionais.

Basta clicar aqui para verificar o simulador.

Enfim, com todos estes dados é clara a necessidade dos países tomarem medidas rígidas para controlar o avanço de tais doenças, não é? Infelizmente não é o que acontece. Veja só:

Atualmente 8 países já tiveram casos confirmados de Ebola;
Mais de 200 profissionais da área da saúde já morreram durante a luta contra a pandemia;
Na Espanha um paciente em isolamento acabou por contaminar uma enfermeira que o atendia, mesmo esta usando todas as proteções adequadas, o que evidencia falha nos processos de segurança;
Nos EUA, dos 5.700 hospitais disponíveis em todo o país, somente quatro estão equipados para tratar pacientes com Ebola e nestes quatro só existem 19 leitos.

Preferi manter os dados somente de países mais avançados que o nosso para mostrar que se a realidade deles está ruim, a nossa provavelmente poderá ficar pior se não nos cuidarmos. Se um dos países mais ricos atualmente só pode tratar 19 pessoas contaminadas, quantas nós podemos?

Pois é. O maior ponto de preocupação é que pelo o Ebola é um vírus e, por isso, pode facilmente sofrer uma mutação (dado o contágio persistente entre humanos) e piorar o cenário radicalmente. Não gosto de ser alarmista, mas é fato de que estou severamente preocupado com o aumento dos relatos e principalmente das informações e boatos desencontrados que ouvimos por aí.

Se você quiser entender um pouco mais sobre o Ebola e como se proteger contra uma possível pandemia deste vírus recomendo que veja este vídeo que gravei mês passado. Apesar de ter alguns dados relativamente desatualizados, o contexto ainda é o mesmo. Segue:



Estejam atentos e não se deixem enganar. Procurem por mais de uma fonte quando ouvirem uma notícia preocupante e busquem criar planos de isolamento para você e sua família caso as coisas desandem de vez.

Até.

Fonte: Sobrevivencialismo

As palavras de Stephen Hawking foram tiradas de um livro de física sem que os termos fossem adequadamente traduzidos - o resultado foram manchetes excessivamente sensacionalistas.[Imagem: Maximilien Brice/Claudia Marcelloni/CERN]

Distorção

Se você é um entusiasta da ciência, provavelmente leu nos últimos dias manchetes alegando que o físico Stephen Hawking acredita que o bóson de Higgs causará o fim do Universo.

Esta é uma deturpação da ciência de cair o queixo. O Universo é seguro e será por um tempo muito longo - por trilhões de anos.

Para entender como as palavras de Hawking foram abominavelmente distorcidas, primeiro precisamos entender a sua declaração.

Parafraseando um pouco, Hawking disse que, em um mundo no qual o bóson de Higgs e uma outra partícula fundamental - o quark top - têm as massas atribuídas às duas pelas medições feitas até agora, este universo está em um estado metaestável.

O que é metaestável

Como não há motivos para preocupações com o fim do Universo causado pelas características dele próprio, outros físicos preocupam-se em descobrir como o tempo e o espaço surgiram. [Imagem: Faculty of Physics/University of Warsaw]
Basicamente, metaestável é "mais ou menos estável". Então, o que isso significa?

Vamos considerar um exemplo. Pegue um taco de sinuca e coloque-o sobre a mesa de bilhar. O taco está estável, ele não vai a lugar nenhum. Pegue agora o mesmo taco e equilibre-o em seu dedo. Ele agora está instável - em quase todas as circunstâncias, o taco irá cair.

A analogia para um objeto metaestável é uma banqueta. Sob quase todas as circunstâncias, o banco vai ficar lá por toda a eternidade. Entretanto, se você empurrá-lo forte o suficiente, ele vai cair. Quando a banqueta cai, ela fica mais estável do que estava, assim como o taco de sinuca em cima da mesa ou no chão.

Agora precisamos nos voltar para o Universo e as leis que o regem. Aqui há um importante princípio orientador: o Universo é um gigante preguiçoso, uma batata de sofá cósmica. Se for possível, o Universo vai descobrir uma maneira de mover-se para o estado mais baixo de energia que puder.

Uma analogia simples é uma bola colocada na encosta de uma montanha. Ela irá rolar pela encosta da montanha e ir descansar no fundo do vale, ficando então em uma configuração estável. O Universo funciona da mesma forma. Depois que o cosmos foi criado, os campos que compõem o Universo deveriam ter-se dispostos no menor estado de energia possível.

Mas há uma ressalva.

Estabilidades temporárias
O VLHC, sucessor do LHC, poderá trazer muito mais informações para esta discussão, eventualmente alterando toda ela. [Imagem: CERN]

Lembrando da analogia da montanha, é possível que possa haver pequenos "vales" na encosta de energia que o Universo desceu desde sua criação. Conforme o Universo esfriou, ele pode ter sido pego em um desses pequenos vales. Em termos ideais, o Universo gostaria de cair para um vale mais abaixo, mas pode estar preso.

Este é um exemplo de um estado metaestável. Enquanto o pequeno vale for profundo o suficiente, é difícil sair dele. De fato, usando a física clássica, é impossível sair dele.

Entretanto, não vivemos em um mundo clássico. Em nosso Universo, devemos levar em consideração a natureza da mecânica quântica. Há muitas maneiras de descrever o mundo quântico, mas uma das propriedades mais relevantes aqui é que "raramente as coisas acontecem." Em essência, se o Universo estiver preso em um pequeno vale de metaestabilidade, ele poderia eventualmente tunelar do vale e cair para o vale mais abaixo (Compare isto com você tunelar pela parede - só que estamos falando do Universo inteiro).

Então, quais seriam as consequências de o Universo deslizar de um vale para outro?

Fim instantâneo

Bem, as regras do Universo são regidas pelo vale no qual ele se encontra. No vale metaestável que define nosso Universo familiar, temos as regras da física e da química que permitem que a matéria se estruture em átomos e, eventualmente, em nós.

Se o Universo deslizar para um vale diferente, as regras que regem a matéria e a energia seriam diferentes. Isto significa, entre outras coisas, que partículas como quarks e léptons poderiam ser impossíveis. As forças conhecidas que regem a interação entre essas partículas poderiam não se aplicar. Em suma, não há nenhuma razão para pensar que sequer existiríamos.

Será que haveria algum aviso se esta transição ocorresse?

Na verdade, não teríamos nenhum aviso. Se, em algum lugar no cosmos, o Universo fizesse uma transição de um vale metaestável para um vale mais profundo, as leis da física mudariam na velocidade da luz. À medida que a onda de choque passasse pelo Sistema Solar, nós simplesmente desapareceríamos conforme as leis que regem a matéria que nos forma deixassem de existir. Em um segundo estaríamos aqui, e no próximo não estaríamos mais.

O que o bóson de Higgs tem a ver com isso?

Depois de ler tudo isto, é necessário também considerar que o Modelo Padrão é apenas uma explicação sobre o Universo - por exemplo, será que vivemos em um Universo Holográfico? [Imagem: Fermilab]
Voltando à pergunta inicial, o que o bóson de Higgs nos diz sobre isso? Acontece que podemos usar o Modelo Padrão da física para nos dizer se estamos em um Universo estável, instável ou metaestável.

Sabemos que não vivemos em um universo instável porque estamos aqui, mas as outras duas opções estão abertas. Então, qual é a resposta? Ela depende de dois parâmetros: a massa do quark top e a massa do bóson de Higgs.

Se seguirmos a nossa compreensão do Modelo Padrão, combinada com as nossas melhores medições, parece que vivemos em um Universo metaestável que pode um dia desaparecer sem aviso.

Calma

Contudo, antes de sair fazendo alarde, preste atenção a algumas palavras de advertência. Usando o mesmo Modelo Padrão que usamos para descobrir se o cosmos é metaestável, podemos prever quanto tempo provavelmente levará para que a mecânica quântica deixe o Universo deslizar do vale metaestável para um vale estável: Vai levar trilhões de anos.

A humanidade tem existido apenas por cerca de 100.000 anos, e o Sol vai crescer em uma gigante vermelha e incinerar a Terra em cerca de 5 bilhões de anos. Já que estamos falando sobre o Universo existindo como um estado metaestável por trilhões de anos, talvez sair esta noite para se esbaldar e aproveitar o final de vida que lhe resta seja uma má ideia.

É importante notar que a descoberta do bóson de Higgs não teve nenhum efeito sobre se o Universo está em um estado metaestável ou não. Se vivemos em um mundo metaestável, isso sido assim desde que o Universo foi criado, independentemente do que saibamos dele ou não.

Voltando às versões da mídia, excessivamente sensacionalistas, você pode ver que havia um fundo de verdade e um barril cheio de histeria. Não há perigo, e está tudo bem se você quiser continuar observando com grande interesse as notícias sobre a medição cuidadosa do bóson de Higgs.

E, sim, você terá que ir trabalhar na segunda-feira.

Fontes: Game Vicio , Inovação Tecnologica

O que Hawking realmente disse sobre o bóson de Higgs e o fim do Universo?

As palavras de Stephen Hawking foram tiradas de um livro de física sem que os termos fossem adequadamente traduzidos - o resultado foram manchetes excessivamente sensacionalistas.[Imagem: Maximilien Brice/Claudia Marcelloni/CERN]

Distorção

Se você é um entusiasta da ciência, provavelmente leu nos últimos dias manchetes alegando que o físico Stephen Hawking acredita que o bóson de Higgs causará o fim do Universo.

Esta é uma deturpação da ciência de cair o queixo. O Universo é seguro e será por um tempo muito longo - por trilhões de anos.

Para entender como as palavras de Hawking foram abominavelmente distorcidas, primeiro precisamos entender a sua declaração.

Parafraseando um pouco, Hawking disse que, em um mundo no qual o bóson de Higgs e uma outra partícula fundamental - o quark top - têm as massas atribuídas às duas pelas medições feitas até agora, este universo está em um estado metaestável.

O que é metaestável

Como não há motivos para preocupações com o fim do Universo causado pelas características dele próprio, outros físicos preocupam-se em descobrir como o tempo e o espaço surgiram. [Imagem: Faculty of Physics/University of Warsaw]
Basicamente, metaestável é "mais ou menos estável". Então, o que isso significa?

Vamos considerar um exemplo. Pegue um taco de sinuca e coloque-o sobre a mesa de bilhar. O taco está estável, ele não vai a lugar nenhum. Pegue agora o mesmo taco e equilibre-o em seu dedo. Ele agora está instável - em quase todas as circunstâncias, o taco irá cair.

A analogia para um objeto metaestável é uma banqueta. Sob quase todas as circunstâncias, o banco vai ficar lá por toda a eternidade. Entretanto, se você empurrá-lo forte o suficiente, ele vai cair. Quando a banqueta cai, ela fica mais estável do que estava, assim como o taco de sinuca em cima da mesa ou no chão.

Agora precisamos nos voltar para o Universo e as leis que o regem. Aqui há um importante princípio orientador: o Universo é um gigante preguiçoso, uma batata de sofá cósmica. Se for possível, o Universo vai descobrir uma maneira de mover-se para o estado mais baixo de energia que puder.

Uma analogia simples é uma bola colocada na encosta de uma montanha. Ela irá rolar pela encosta da montanha e ir descansar no fundo do vale, ficando então em uma configuração estável. O Universo funciona da mesma forma. Depois que o cosmos foi criado, os campos que compõem o Universo deveriam ter-se dispostos no menor estado de energia possível.

Mas há uma ressalva.

Estabilidades temporárias
O VLHC, sucessor do LHC, poderá trazer muito mais informações para esta discussão, eventualmente alterando toda ela. [Imagem: CERN]

Lembrando da analogia da montanha, é possível que possa haver pequenos "vales" na encosta de energia que o Universo desceu desde sua criação. Conforme o Universo esfriou, ele pode ter sido pego em um desses pequenos vales. Em termos ideais, o Universo gostaria de cair para um vale mais abaixo, mas pode estar preso.

Este é um exemplo de um estado metaestável. Enquanto o pequeno vale for profundo o suficiente, é difícil sair dele. De fato, usando a física clássica, é impossível sair dele.

Entretanto, não vivemos em um mundo clássico. Em nosso Universo, devemos levar em consideração a natureza da mecânica quântica. Há muitas maneiras de descrever o mundo quântico, mas uma das propriedades mais relevantes aqui é que "raramente as coisas acontecem." Em essência, se o Universo estiver preso em um pequeno vale de metaestabilidade, ele poderia eventualmente tunelar do vale e cair para o vale mais abaixo (Compare isto com você tunelar pela parede - só que estamos falando do Universo inteiro).

Então, quais seriam as consequências de o Universo deslizar de um vale para outro?

Fim instantâneo

Bem, as regras do Universo são regidas pelo vale no qual ele se encontra. No vale metaestável que define nosso Universo familiar, temos as regras da física e da química que permitem que a matéria se estruture em átomos e, eventualmente, em nós.

Se o Universo deslizar para um vale diferente, as regras que regem a matéria e a energia seriam diferentes. Isto significa, entre outras coisas, que partículas como quarks e léptons poderiam ser impossíveis. As forças conhecidas que regem a interação entre essas partículas poderiam não se aplicar. Em suma, não há nenhuma razão para pensar que sequer existiríamos.

Será que haveria algum aviso se esta transição ocorresse?

Na verdade, não teríamos nenhum aviso. Se, em algum lugar no cosmos, o Universo fizesse uma transição de um vale metaestável para um vale mais profundo, as leis da física mudariam na velocidade da luz. À medida que a onda de choque passasse pelo Sistema Solar, nós simplesmente desapareceríamos conforme as leis que regem a matéria que nos forma deixassem de existir. Em um segundo estaríamos aqui, e no próximo não estaríamos mais.

O que o bóson de Higgs tem a ver com isso?

Depois de ler tudo isto, é necessário também considerar que o Modelo Padrão é apenas uma explicação sobre o Universo - por exemplo, será que vivemos em um Universo Holográfico? [Imagem: Fermilab]
Voltando à pergunta inicial, o que o bóson de Higgs nos diz sobre isso? Acontece que podemos usar o Modelo Padrão da física para nos dizer se estamos em um Universo estável, instável ou metaestável.

Sabemos que não vivemos em um universo instável porque estamos aqui, mas as outras duas opções estão abertas. Então, qual é a resposta? Ela depende de dois parâmetros: a massa do quark top e a massa do bóson de Higgs.

Se seguirmos a nossa compreensão do Modelo Padrão, combinada com as nossas melhores medições, parece que vivemos em um Universo metaestável que pode um dia desaparecer sem aviso.

Calma

Contudo, antes de sair fazendo alarde, preste atenção a algumas palavras de advertência. Usando o mesmo Modelo Padrão que usamos para descobrir se o cosmos é metaestável, podemos prever quanto tempo provavelmente levará para que a mecânica quântica deixe o Universo deslizar do vale metaestável para um vale estável: Vai levar trilhões de anos.

A humanidade tem existido apenas por cerca de 100.000 anos, e o Sol vai crescer em uma gigante vermelha e incinerar a Terra em cerca de 5 bilhões de anos. Já que estamos falando sobre o Universo existindo como um estado metaestável por trilhões de anos, talvez sair esta noite para se esbaldar e aproveitar o final de vida que lhe resta seja uma má ideia.

É importante notar que a descoberta do bóson de Higgs não teve nenhum efeito sobre se o Universo está em um estado metaestável ou não. Se vivemos em um mundo metaestável, isso sido assim desde que o Universo foi criado, independentemente do que saibamos dele ou não.

Voltando às versões da mídia, excessivamente sensacionalistas, você pode ver que havia um fundo de verdade e um barril cheio de histeria. Não há perigo, e está tudo bem se você quiser continuar observando com grande interesse as notícias sobre a medição cuidadosa do bóson de Higgs.

E, sim, você terá que ir trabalhar na segunda-feira.

Fontes: Game Vicio , Inovação Tecnologica

Imagem: Reprodução/PDT
Por: Lígia Ferreira

O Professor de Computação da UNB, Diego Aranha, responsável pela equipe que venceu a competição de testes públicos do TSE em 2012, a qual testou o programa de computador (software) da urna eletrônica, fez as seguintes afirmações no Senado Federal:

- Em cinco minutos, foi possível identificar que o código responsável por embaralhar os votos na urna é inseguro há 17 anos;

- É possível saber exatamente a ordem da votação, ou seja, qual eleitor votou em qual candidato, sem qualquer margem de erro;

- Há diversos erros de projeto no código da Urna Eletrônica;

- Todas as urnas eletrônicas do país têm a mesma chave de segurança. Ou seja, é como se todas as urnas do país tivessem a mesma fechadura na porta de casa. Ou seja: basta ter UMA CHAVE para abrir o conteúdo de todas as urnas eletrônicas do país. Além disso, essa chave é armazenada às claras nos cartões de memória. Ou seja: basta saber o local ou o início dessa chave no cartão de memória para recuperar os dados de todas as urnas do país e, com isso, manipular o software de votação para fazer uma contagem desonesta dos votos e fraudar a verificação dos votos;

- O ataque usado para quebrar o código das urnas é tão simples que é ensinado no curso de graduação em Tecnologia de Informação; o TSE não teve o menor interesse em entender os erros para solucioná-los.

Veja o vídeo: As afirmações são graves e preocupantes



Assista ao debate completo clicando aqui


Fontes: Youtube - Revista Sociedade Militar , Folha Política

Fraude nas URNAS? Especialista e professor da UNB, Diego Aranha diz que urna eletrônica é insegura

Imagem: Reprodução/PDT
Por: Lígia Ferreira

O Professor de Computação da UNB, Diego Aranha, responsável pela equipe que venceu a competição de testes públicos do TSE em 2012, a qual testou o programa de computador (software) da urna eletrônica, fez as seguintes afirmações no Senado Federal:

- Em cinco minutos, foi possível identificar que o código responsável por embaralhar os votos na urna é inseguro há 17 anos;

- É possível saber exatamente a ordem da votação, ou seja, qual eleitor votou em qual candidato, sem qualquer margem de erro;

- Há diversos erros de projeto no código da Urna Eletrônica;

- Todas as urnas eletrônicas do país têm a mesma chave de segurança. Ou seja, é como se todas as urnas do país tivessem a mesma fechadura na porta de casa. Ou seja: basta ter UMA CHAVE para abrir o conteúdo de todas as urnas eletrônicas do país. Além disso, essa chave é armazenada às claras nos cartões de memória. Ou seja: basta saber o local ou o início dessa chave no cartão de memória para recuperar os dados de todas as urnas do país e, com isso, manipular o software de votação para fazer uma contagem desonesta dos votos e fraudar a verificação dos votos;

- O ataque usado para quebrar o código das urnas é tão simples que é ensinado no curso de graduação em Tecnologia de Informação; o TSE não teve o menor interesse em entender os erros para solucioná-los.

Veja o vídeo: As afirmações são graves e preocupantes



Assista ao debate completo clicando aqui


Fontes: Youtube - Revista Sociedade Militar , Folha Política

Por Revolta Brasil 

 Veja abaixo, diversas provas e relatos de especialistas de que as urnas eletrônicas são facilmente manipuláveis e portanto não é confiável.

Um dos especialistas diz, inclusive, que as urnas servem para manter no poder os poderosos do país. São diversas provas e indícios de manipulação, no entanto as autoridades não se movem para investigar as urnas, por que será? Entre os denunciantes, há estudiosos respeitados, não é apenas falácia, mesmo assim, as autoridades se fazem de desentendidas e ignoram este, que é um gravíssimo problema, pois, retira do cidadão a liberdade e poder constitucional de efetivamente escolher seus representantes.

Assista o vídeo e tire suas próprias conclusões sobre as urnas eletrônicas brasileiras.





Fonte: Revolta Brasil

Brasil: Mentiras e fraudes sobre urnas eletronicas, tantas provas e nenhuma investigação

Por Revolta Brasil 

 Veja abaixo, diversas provas e relatos de especialistas de que as urnas eletrônicas são facilmente manipuláveis e portanto não é confiável.

Um dos especialistas diz, inclusive, que as urnas servem para manter no poder os poderosos do país. São diversas provas e indícios de manipulação, no entanto as autoridades não se movem para investigar as urnas, por que será? Entre os denunciantes, há estudiosos respeitados, não é apenas falácia, mesmo assim, as autoridades se fazem de desentendidas e ignoram este, que é um gravíssimo problema, pois, retira do cidadão a liberdade e poder constitucional de efetivamente escolher seus representantes.

Assista o vídeo e tire suas próprias conclusões sobre as urnas eletrônicas brasileiras.





Fonte: Revolta Brasil

Pesquisadores da empresa de segurança digital Avast conseguiram recuperar milhares de arquivos e informações de dispositivos usados, mesmo após eles terem passado pela restauração de fábrica, também chamada de Hard Reset. Entre os dados estão desde e-mails e mensagens de texto, até mesmo fotos pessoais.
Pesquisadores conseguiram restaurar 70 mil fotos de aparelhos resetados (Foto: Luciana Maline/TechTudo)

Os pesquisadores testaram vinte smartphones Android que já tinham algum tempo de uso e utilizaram o recurso disponível no próprio software para restaurar o sistema. Depois de resetado, usaram uma série de programas como o AccesData FTK Imager, muito utilizado no meio forense para recuperação de dados. O resultado foi assustador.

Dos vinte aparelhos que, teoricamente, estariam ‘limpos’ foram extraídos 750 mensagens de texto, 250 informações sobre contatos como nome e endereço de e-mail e 40 mil fotos, incluindo fotos pessoais. Além disso também foram visualizadas pesquisas realizadas no Google e uma informação sobre empréstimo realizado pelo antigo dono.

O tema é preocupante visto que apenas no Ebay dos EUA são postos a venda todos os dias mais de 80 mil smartphones usados. Outro fator é que a população está cada vez mais colocando dados sensíveis, como informações bancárias e fotos íntimas nos aparelhos.

Diante deste novo cenário, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu recentemente que a polícia precisa pedir um mandado previamente para investigar dados de qualquer smartphone.

Para apagar completamente as informações dos aparelhos, os pesquisadores recomendaram a instalação do Avast! Anti-Thief em dispositivos Android. É sempre bom ressaltar, também, cautela na hora de tirar e enviar fotos e mensagens.

Referências: Cnet , Avast

Fonte: TechTudo

Android mantém arquivos guardados mesmo após reset, mostra estudo

Pesquisadores da empresa de segurança digital Avast conseguiram recuperar milhares de arquivos e informações de dispositivos usados, mesmo após eles terem passado pela restauração de fábrica, também chamada de Hard Reset. Entre os dados estão desde e-mails e mensagens de texto, até mesmo fotos pessoais.
Pesquisadores conseguiram restaurar 70 mil fotos de aparelhos resetados (Foto: Luciana Maline/TechTudo)

Os pesquisadores testaram vinte smartphones Android que já tinham algum tempo de uso e utilizaram o recurso disponível no próprio software para restaurar o sistema. Depois de resetado, usaram uma série de programas como o AccesData FTK Imager, muito utilizado no meio forense para recuperação de dados. O resultado foi assustador.

Dos vinte aparelhos que, teoricamente, estariam ‘limpos’ foram extraídos 750 mensagens de texto, 250 informações sobre contatos como nome e endereço de e-mail e 40 mil fotos, incluindo fotos pessoais. Além disso também foram visualizadas pesquisas realizadas no Google e uma informação sobre empréstimo realizado pelo antigo dono.

O tema é preocupante visto que apenas no Ebay dos EUA são postos a venda todos os dias mais de 80 mil smartphones usados. Outro fator é que a população está cada vez mais colocando dados sensíveis, como informações bancárias e fotos íntimas nos aparelhos.

Diante deste novo cenário, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu recentemente que a polícia precisa pedir um mandado previamente para investigar dados de qualquer smartphone.

Para apagar completamente as informações dos aparelhos, os pesquisadores recomendaram a instalação do Avast! Anti-Thief em dispositivos Android. É sempre bom ressaltar, também, cautela na hora de tirar e enviar fotos e mensagens.

Referências: Cnet , Avast

Fonte: TechTudo

E hoje duas perguntas, duas dúvidas que irão acompanhar o Leitor ao longo do fim de semana, tirando-lhe o sono.

1.Porque Steve Jobs não deixava que os seus filhos utilizassem o iPad?

Um artigo publicado no New York Times revela que o fundador da Apple, Steve Jobs, assim como
outros executivos de empresas de tecnologia, limitava a utilização de dispositivos electrónicos por parte dos filhos dele.

De acordo com o jornal, numa das suas entrevistas, Jobs afirmou que os seus filhos não iriam usar uma das suas criações mais populares, o mítico iPad:

Nós tentamos reduzir ao limite a quantidade de tecnologia que os nossos filhos possam usar em casa

Assim falava o fundador da gigante da informática.

O artigo revela que um número significativo de executivos de empresas de tecnologia, tal como Jobs, vivem de acordo com regras que são bastante diferentes daqueles sugeridas ao resto do planeta pelas suas próprias empresas. Os bilionários sabem algo que a sociedade ignora?

O administrador da 3D Robotics (um fabricante de drones), Chris Anderson, tem total controle sobre o uso de qualquer "gadget" por parte dos seus filhos. Explica esta escolha educacional porque viveu "em primeira pessoa os perigos da tecnologia":

Eu não quero que os meus filhos passem a mesma coisa.

Mas quais seriam estes perigos? De acordo com Anderson, o livre acesso a smartphones, tablets e computadores viabiliza o contacto com conteúdos nocivos, como a pornografia, o assédio e algo que ele vê como o pior de todos: a dependência do dispositivo.

O fundador do Twitter, Blogger e Medium, Evan Williams, e a esposa dele, Sara Williams, deram aos seus dois filhos centenas de livros que podem ler quando quiserem, em vez de um iPad.

Dá da pensar, não é?

2. Porque a família Rockfeller está a retirar os seus investimentos do sector com o qual ficou rica?

Conforme relatado pelo The Guardian, a alegre família Rockefeller juntou-se ao movimento de desinvestimento que insiste na necessidade de abandonar as empresas produtoras de petróleo, carvão e gás. Esta alienação está a envolver as duas instituições e investidores.

O Fundo Rockefeller Brothers controla cerca de 860 milhões de Dólares americanos em activos, 7% dos quais são investido em combustíveis fósseis.

Stephen Heintz, o presidente do fundo, acredita que esta decisão estaria em consonância com os desejos de John D. Rockefeller (o fundador), que acumulou uma fortuna de milhões depois de ter fundado a Standard Oil Company no final do século XIX.
Afirma Heintz: :

Acreditamos que se J.D. Rockefeller estivesse vivo, inteligente e homem de negócios previdente qual era, iria abandonar os combustíveis fósseis para investir em energia limpa e renovável.

De acordo com as declarações da Fundação, o Rockefeller Brothers Fund está profundamente comprometido na luta contra as alterações climáticas e isso a levou à decisão de abandonar os combustíveis fósseis, especialmente carvão e petróleo, duas das principais fontes de dióxido de carbono. A decisão foi tomada na véspera da cimeira climática da ONU, que começou na passada Terça-feira, dia 23 de Setembro.

Actualmente, mais de 800 investidores em todo o mundo, incluindo fundações como a Rockefeller Brothers Fund, grupos religiosos, organizações de saúde, municípios e universidades, concordaram em retirar-se, dentro dos próximos cinco anos, do investimento em combustíveis fósseis: um total de 50 biliões de Dólares que irão desaparecer do sector.

Agora: podemos pensar que os Rockfeller tenham sido finalmente atingidos por uma qualquer forma de sensibilidade, tal como já acontece com o resto da espécie humana.
Ou podemos pensar que os Rockfeller são os mesmos tubarões investidores de sempre e que as razões sejam bem outras...


Ipse dixit.

Fontes: The New York Times, The Guardian, RT , Informação Incorrecta

Duas perguntas para o fim de semana

E hoje duas perguntas, duas dúvidas que irão acompanhar o Leitor ao longo do fim de semana, tirando-lhe o sono.

1.Porque Steve Jobs não deixava que os seus filhos utilizassem o iPad?

Um artigo publicado no New York Times revela que o fundador da Apple, Steve Jobs, assim como
outros executivos de empresas de tecnologia, limitava a utilização de dispositivos electrónicos por parte dos filhos dele.

De acordo com o jornal, numa das suas entrevistas, Jobs afirmou que os seus filhos não iriam usar uma das suas criações mais populares, o mítico iPad:

Nós tentamos reduzir ao limite a quantidade de tecnologia que os nossos filhos possam usar em casa

Assim falava o fundador da gigante da informática.

O artigo revela que um número significativo de executivos de empresas de tecnologia, tal como Jobs, vivem de acordo com regras que são bastante diferentes daqueles sugeridas ao resto do planeta pelas suas próprias empresas. Os bilionários sabem algo que a sociedade ignora?

O administrador da 3D Robotics (um fabricante de drones), Chris Anderson, tem total controle sobre o uso de qualquer "gadget" por parte dos seus filhos. Explica esta escolha educacional porque viveu "em primeira pessoa os perigos da tecnologia":

Eu não quero que os meus filhos passem a mesma coisa.

Mas quais seriam estes perigos? De acordo com Anderson, o livre acesso a smartphones, tablets e computadores viabiliza o contacto com conteúdos nocivos, como a pornografia, o assédio e algo que ele vê como o pior de todos: a dependência do dispositivo.

O fundador do Twitter, Blogger e Medium, Evan Williams, e a esposa dele, Sara Williams, deram aos seus dois filhos centenas de livros que podem ler quando quiserem, em vez de um iPad.

Dá da pensar, não é?

2. Porque a família Rockfeller está a retirar os seus investimentos do sector com o qual ficou rica?

Conforme relatado pelo The Guardian, a alegre família Rockefeller juntou-se ao movimento de desinvestimento que insiste na necessidade de abandonar as empresas produtoras de petróleo, carvão e gás. Esta alienação está a envolver as duas instituições e investidores.

O Fundo Rockefeller Brothers controla cerca de 860 milhões de Dólares americanos em activos, 7% dos quais são investido em combustíveis fósseis.

Stephen Heintz, o presidente do fundo, acredita que esta decisão estaria em consonância com os desejos de John D. Rockefeller (o fundador), que acumulou uma fortuna de milhões depois de ter fundado a Standard Oil Company no final do século XIX.
Afirma Heintz: :

Acreditamos que se J.D. Rockefeller estivesse vivo, inteligente e homem de negócios previdente qual era, iria abandonar os combustíveis fósseis para investir em energia limpa e renovável.

De acordo com as declarações da Fundação, o Rockefeller Brothers Fund está profundamente comprometido na luta contra as alterações climáticas e isso a levou à decisão de abandonar os combustíveis fósseis, especialmente carvão e petróleo, duas das principais fontes de dióxido de carbono. A decisão foi tomada na véspera da cimeira climática da ONU, que começou na passada Terça-feira, dia 23 de Setembro.

Actualmente, mais de 800 investidores em todo o mundo, incluindo fundações como a Rockefeller Brothers Fund, grupos religiosos, organizações de saúde, municípios e universidades, concordaram em retirar-se, dentro dos próximos cinco anos, do investimento em combustíveis fósseis: um total de 50 biliões de Dólares que irão desaparecer do sector.

Agora: podemos pensar que os Rockfeller tenham sido finalmente atingidos por uma qualquer forma de sensibilidade, tal como já acontece com o resto da espécie humana.
Ou podemos pensar que os Rockfeller são os mesmos tubarões investidores de sempre e que as razões sejam bem outras...


Ipse dixit.

Fontes: The New York Times, The Guardian, RT , Informação Incorrecta

Será instalado um mecanismo de controle 'biométrico', segundo presidente.País enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro,
em imagem de arquivo. (Foto: Arquivo / Reuters)
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a instalação de um mecanismo de controle "biométrico" para limitar as compras de produtos e alimentos nos supermercados e mercados do país.

"A ordem já está dada, através da superintendência de preços, para que se crie um sistema biométrico em todos os estabelecimentos e redes distribuidoras e comerciais da República", disse Maduro durante mensagem em rede nacional de rádio e TV.

O mecanismo utilizará leitores óticos de impressões digitais para reconhecer cada comprador de produtos básicos.

Segundo Maduro, "o sistema biométrico será perfeito" e servirá para evitar o que chamou de "fraude" envolvendo milhões de litros de gasolina e toneladas de alimentos subsidiados pelo governo, no momento em que a Venezuela enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

O sistema visa a impedir que uma pessoa compre o mesmo produto duas vezes na mesma semana, em qualquer das redes governamentais da Venezuela.

Vários funcionários do governo Maduro indicaram que no prazo de 90 dias haverá um 'programa piloto' para iniciar a venda controlada de produtos básicos no país 'de maneira ordenada e justa'.

Maduro também anunciou "um sistema de referência" que processará a informação de tudo o que for distribuído e armazenado "para todos os produtos e insumos que movem a economia do país".

O presidente ordenou ainda o 'confisco, de maneira imediata, de todos os elementos' utilizados para contrabando, incluindo galpões e veículos, que serão revertidos para os programas estatais de alimentos.

Maduro convocou as forças militares e policiais para deter todos os envolvidos em desvios e contrabando.

Fonte: Economia G1

Controle 'biométrico' limitará compras em supermercados na Venezuela

Será instalado um mecanismo de controle 'biométrico', segundo presidente.País enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro,
em imagem de arquivo. (Foto: Arquivo / Reuters)
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a instalação de um mecanismo de controle "biométrico" para limitar as compras de produtos e alimentos nos supermercados e mercados do país.

"A ordem já está dada, através da superintendência de preços, para que se crie um sistema biométrico em todos os estabelecimentos e redes distribuidoras e comerciais da República", disse Maduro durante mensagem em rede nacional de rádio e TV.

O mecanismo utilizará leitores óticos de impressões digitais para reconhecer cada comprador de produtos básicos.

Segundo Maduro, "o sistema biométrico será perfeito" e servirá para evitar o que chamou de "fraude" envolvendo milhões de litros de gasolina e toneladas de alimentos subsidiados pelo governo, no momento em que a Venezuela enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

O sistema visa a impedir que uma pessoa compre o mesmo produto duas vezes na mesma semana, em qualquer das redes governamentais da Venezuela.

Vários funcionários do governo Maduro indicaram que no prazo de 90 dias haverá um 'programa piloto' para iniciar a venda controlada de produtos básicos no país 'de maneira ordenada e justa'.

Maduro também anunciou "um sistema de referência" que processará a informação de tudo o que for distribuído e armazenado "para todos os produtos e insumos que movem a economia do país".

O presidente ordenou ainda o 'confisco, de maneira imediata, de todos os elementos' utilizados para contrabando, incluindo galpões e veículos, que serão revertidos para os programas estatais de alimentos.

Maduro convocou as forças militares e policiais para deter todos os envolvidos em desvios e contrabando.

Fonte: Economia G1



A chamada escolar conta com  alta tecnologia em Washington County, na Flórida (EUA). Ao invés da chamada e resposta usual para verificar a presença dos estudantes, as escolas estão usando  dispositivos de escaneamento de impressão digital (dispositivos biométricos). E para ter um melhor controle dos alunos desde momento que chegam a escola até que o retorno com segurança em casa, os scanners movem-se do prédio da escola para o ônibus escolar.

Por US $ 30 por aluno por ano, o sistema não é necessariamente barato. Mas, considerando o aumento na frequência (o que significa mais dinheiro do Estado em muitos escolas) e o aumento inerente de responsabilidade e segurança do aluno, ele pode muito bem valer a pena o custo. E, naturalmente, os pais que não querem que seus filhos sejam "escaneados"  por qualquer motivo pode optar por ter o check-in dos seus filhos com os professores de uma forma mais analógica.


Texto traduzido do Inglês

Postado por Wake upcall

Fonte: WUC News  

EUA: Escolas na Florida usam sistemas de biometria para realizar chamada



A chamada escolar conta com  alta tecnologia em Washington County, na Flórida (EUA). Ao invés da chamada e resposta usual para verificar a presença dos estudantes, as escolas estão usando  dispositivos de escaneamento de impressão digital (dispositivos biométricos). E para ter um melhor controle dos alunos desde momento que chegam a escola até que o retorno com segurança em casa, os scanners movem-se do prédio da escola para o ônibus escolar.

Por US $ 30 por aluno por ano, o sistema não é necessariamente barato. Mas, considerando o aumento na frequência (o que significa mais dinheiro do Estado em muitos escolas) e o aumento inerente de responsabilidade e segurança do aluno, ele pode muito bem valer a pena o custo. E, naturalmente, os pais que não querem que seus filhos sejam "escaneados"  por qualquer motivo pode optar por ter o check-in dos seus filhos com os professores de uma forma mais analógica.


Texto traduzido do Inglês

Postado por Wake upcall

Fonte: WUC News  

Por Eremita Urbano / Sobrivencialismo.

Quanto se fala em preparação, devemos inicialmente responder a pergunta – Porque se preparar? As respostas podem ultrapassar a casas das dezenas. Eu vou deixar aqui a minha resposta simples. Devemos nos preparar para ficar mais confortáveis diante de uma crise qualquer.

Simples assim! Mas, nós humanos tendemos a buscar respostas rebuscadas e muitos tem dificuldade para assimilar a simplicidade. Por isso, vou elaborar um pouco mais.

Quando eu digo crise, estou falando de qualquer evento que altere a ordem natural das coisas. Em resumo, você pode se preparar para: Mudanças climáticas, terremotos, tsunamis, vulcões, meteoros, tempestade solar, epidemias, pandemias, desastres industriais, vazamento de produtos químicos, radioatividade, contaminação biológica, guerras, golpes de estado, violência urbana, guerra civil, opressão governamental, anarquia, colapso dos serviços públicos, hiperinflação, recessão, falta de crédito, captura do dinheiro nos bancos, invasão alienígena, ira divina, zumbis, desemprego ou qualquer outra crise que se possa imaginar.

Mas no final, a resposta do porque se preparar é individual e baseada nas particularidades do lugar em que se vive e também de acordo com características pessoais de cada um.

Ouvi em um vídeo do Batata Sobrevivencialista uma frase que ilustra bem a necessidade de se preparar e não depender totalmente do sistema. Ele disse que numa crise “o estado não vai te ajudar em nada, muito pelo contrário, vai cortar sua água, desligar sua energia e se puder leiloar sua casa, seu carro e seus bens ele fará isso.

Reflita bastante sobre essa afirmação.

Cada um se prepara para um tipo de situação que acha que pode acontecer e sempre digo que qualquer preparação é válida, afinal uma preparação para zumbis pode ser servir também para uma crise econômica, já que provavelmente ela vai envolver por exemplo um estoque de comida. Seja qual for a sua escolha ela é válida, o importante é se precaver.

Eu por exemplo, tenho como foco a sobrevivência urbana e me preparo principalmente para poder enfrentar crises econômicas e crises pessoais como o desemprego, por exemplo. Esse tipo de preparação envolve, entre outras coisas, estoques e técnicas de autossuficiência.

O estudo de matérias ligadas ao sobrevivencialismo sempre tem me ajudado a enfrentar problemas,  eu não espero por tempestades solares, zumbis ou crises mundiais. Existe um perigo real e muito mais próximo. A qualquer momento, você pode ter que enfrentar uma “crise individual” que pode ser deflagrada por doenças, divórcio ou desemprego, então é bom ter reservas e estar preparado.

Como iniciar sua preparação?
Por onde começar a se preparar? Esta é uma pergunta muito recorrente entre o pessoal que está chegando e vai iniciar suas preparações. Sendo assim, gostaria de deixar a minha opinião sobre o assunto.

Deixo claro que é minha opinião, não é a única e nem deve ser considerada a certa, pois sempre vão existir as particularidades de cada um, mas sendo bem objetivo eu diria que são 3 etapas:
  • Montar seu “Kit diário”;
  • Montar uma “Mochila”;
  • Adquirir conhecimentos, habilidades e fazer demais preparações para casa ou refúgio.
Só isso! Nada como a simplicidade! :-)
É… Sei… Você deve estar pensando: “Como assim?”. Caímos naquela questão de assimilação de coisas simples demais, mas calma, vou elaborar um pouco mais, amigo leitor!
A primeira etapa, que você deve fazer a curto prazo é montar o seu “kit diário”, chamando no meio de: EDC – Every Day Carry. Ele é bem rápido de montar, são coisas que lhe ajudam em atividades corriqueiras e vão sempre estar com você, em todos os momentos. Existe muito material sobre o assunto e no final desse texto vou deixar algumas referências pra você.

“Toques do Eremita” – Como eu fiz/faço?
A parte mais importante é você se planejar! Eu assisti e li inúmeros autores falando sobre o assunto, ia anotando os itens que eu achava que seriam úteis pra mim em uma planilha, depois ia pensando sobre os itens, apagava alguns, substituía outros, mas sempre usando a planilha pra que eu não me perdesse na hora de fazer as aquisições. É muito importante de antemão saber do que se precisa para não ficar perdendo tempo na hora de adquirir itens.

Kit diário do Eremita
Abaixo vou colocar a planilha dos itens que eu uso mas não recomendo que você compre exatamente as mesmas coisas, elas se aplicam a minha realidade urbana e você tem que fazer o seu, baseado em suas necessidades! Use essa planilha apenas como exemplo para montar o seu.
Clique na imagem para ampliar
Perceba que ela inicia com o que considero meus itens principais: O canivete Victorinox Hiker( Para mim o melhor custo-benefício da marca), Alicate-Chaveiro Multifuncional Mor, Mini Lanterna Led Tática Sipik SK68 c/ Zoom e quanto ao  Isqueiro ZIPPO perceba que ele esta com sua quantidade e valor em branco, isso indica que eu ainda não pude comprar, mas pretendo um dia tê-lo.
Monte sua planilha escrevendo inicialmente o que você precisa e depois a medida que for comprando vá colocando as quantidades, valor, data de aquisição e vencimento caso se aplique, assim você vai saber exatamente o que você tem e o que ainda precisa adquirir, daí a importância da planilha que também vai servir de inventário.

Perceba que gosto de ter backups, tenho uma lanterna principal e mais outra no Alicate Mor, tenho a lâmina do Victorinox Hiker e outra também no alicate, carrego como item de fogo um isqueiro mini bic mas pretendo ter como principal o Zippo, que um dia ainda vou comprar. Essas sutilezas são pessoais e o que é bom pra mim pode não ser pra você, então planeje bem seu EDC.

Depois do kit segue para uma caixa onde carrego outros pequenos itens que considero úteis para o meu dia-a-dia e termina com uma relação inclusive do meu vestuário diário.

A parte boa de se fazer assim, é que você pode ter noção antecipada do quanto vai gastar e também saber o quanto já gastou em dinheiro com seu kit. Quando eu “coloquei no papel” fiquei surpreso com valores e com a quantidade de itens que dá pra se carregar de forma imperceptível, já que não uso mochila diariamente. Tudo isso vai comigo nos bolsos e se eu não falar, ninguém nota que eu os carrego e é muita coisa, vendo a listagem.

Outra coisa interessante de se ter a lista é que lendo a mesma de vez em quando, você não se esquece do que tem e não corre o risco de comprar itens duplicados sem necessidade.

O segundo passo, a médio prazo, seria a montagem sua “Mochila”, chamada no meio de BOB ou mochila de fuga, que em teoria seria responsável por lhe manter por 72 horas sem apoio algum de infraestrutura. Ela contempla bem mais itens que o EDC. Também coloco ao final do texto referências sobre esse tópico.

Do mesmo modo que eu fiz com o EDC, segue alguns exemplos de coisas que você pode ter na mochila. Perceba que a planilha está preenchida com itens ideais. Os que não tem quantidade são os que ainda devem ser adquiridos.
Clique para ampliar
Se você montar seu “kit diário” inicialmente já esta bom, montando também a sua “mochila” fica ótimo para quem esta iniciando.

O terceiro passo que seria algo a longo prazo são os: “Conhecimentos, habilidades e demais preparações em casa ou refúgio”. Aqui eu nem vou entrar em muitos detalhes, porque as possibilidades tendem ao infinito, mas nesse ponto você estaria se preparando e preparando sua casa ou refúgio pra ficar o mais “fora do sistema” possível. Para isso você vai tentar ficar autossuficiente em energia, fazendo uso de painéis solares (por exemplo), em relação a água vai construir um poço artesiano ou captar água da chuva, vai aprender a produzir seu próprio alimento com uma horta, criar galinhas ou coelhos, estocar comida de fácil preparo, aprender a conservar alimentos… Como eu disse, esse ponto é muito extenso! Basicamente são outros cuidados e “disciplinas” que tem que aprender, basta acompanhar os blogs ou grupos… Você vai vendo os assuntos que são tratados e se achar que o assunto é interessante pra você, inicie o aprendizado nele!

Pra ficar bem fácil de entender e fechar o assunto, vou colocar uma imagem que vai representar melhor o que há de ser feito. Como toda a mudança, esta deve ser feita de dentro para fora, então a leitura dessa imagem deverá ser feita também de dentro para fora.
Clique para ampliar
Perceba que você vai primeiro montar seu Kit diário – Agora você já sabe como.
Depois montar sua Mochila – Que você também agora já sabe como.

E por último e durante sua vida toda praticamente, você vai estar colocando os “tijolos” que vão lhe fortificar como sobrevivencialista/preparador. “Tijolos” esses que são os conhecimentos, habilidades e demais preparações em casa ou refúgio. Os que citei são alguns exemplos, mas é você que deve eleger quais “tijolos”  vai usar e a sequencia que vai aprender, para isso não existe regra pronta. Perceba que deixei a imagem com alguns exemplos e de forma proposital, também deixei lacunas que devem ser preenchidas por você mediante seu próprio contexto.

RESUMO
Todos devemos nos preparar para ficarmos mais confortáveis diante de uma crise qualquer. Devemos iniciar com um kit de itens de uso diário, depois uma mochila com itens úteis e por fim sempre estarmos nos fortificando com os vários “tijolos”que são os conhecimentos, habilidades e demais preparações em casa ou refúgio.

REFERÊNCIAS/ LINKS ÚTEIS




GLOSSÁRIO – PREPARADOR/SOBREVIVENCIALISTA

EDC - “Everyday Carry”: Itens que alguém não abdica no seu dia à dia e que serão utilizados em caso de necessidade.

BOB - “Bug Out Bag”: Mochila, mala ou saco que contenha no seu interior diversos bens necessários que garantam algum nível de subsistência até cerca de 72h para que seja possível avançar para um local seguro ou esperar pelo resgate. Geralmente contém comida, água, equipamento de primeiros socorros, equipamento de emergência, equipamento de comunicações, equipamento de defesa, lanterna e outros itens de necessidade (Sinônimos: BIB – “Bug In Bag”; GOOD KIT – “Get Out Of Dodge Kit”; INCH – “I’m Never Coming Home Kit”).

SHTF - Um dos acrónimos mais comuns que significa “Shit Hits The Fan” (alternativa: WTSHTF – “When The Shit Hits The Fan “. A tradução não poderia ser mais simples: Quando a mer%$@ atingir o ventilador. Este termo diz respeito a um acontecimento a nível local, nacional ou global que pode mudar radicalmente as nossas vidas.

BOV - “Bug Out Vehicle”, veículo usado para nos transportar para uma localização segura ou para nos ajudar a afastar de zonas de perigo.

BOL - “Bug Out Location” é uma localização segura previamente preparada e definida para tal de acordo com os nossos planos de atuação. Pode igualmente surgir definida como “retreat location”.

EMP (PEM no Brasil) – “Electromagnetic Pulse”: Pulso abrupto de radiação eletromagnética geralmente resultante de explosões com grande libertação de energia, especialmente explosões nucleares, fortes explosões solares, etc. De um modo geral, todos os equipamentos eletrônicos dos nossos dias que estejam dentro da área de impacto ficarão inutilizados.

EOTW - “End Of The World”, também chamado de TEOTWAWKI (“The End Of The World As We Know It” – O fim do mundo como conhecemos), descreve um acontecimento ou uma situação que pode causar o fim da vida ou do planeta (guerra nuclear, colisão de asteróide, etc.).

GOOD - “Get Out Of Dodge” é um termo usado para o momento em que devemos abandonar a zona onde num determinado momento nos encontramos para procurar uma localização segura.

WROL - Acrônimo para “WithOut Rule Of Law”. Basicamente descreve situações ou zonas que momentaneamente ou permanentemente ficam sem lei nem ordem.

OVELHAS - Termo usado para identificar a maioria da população que não está preparada para um cenário catastrófico e estão dependentes do sistema. Alguns num SHTF possivelmente optarão por um comportamento agressivo atacando, agredindo e roubando os que previamente se prepararam para o pior.

Eremita Urbano(@fortedoeremita) é Cientista da Computação, pós-graduando em Gestão da Tecnologia da Informação e Técnico em Administração Empresarial. Atuou mais de 10 anos como instrutor de computação e rotinas administrativas. Aficionado em aprender, acredita que o estudo do sobrevivencialismo e assuntos correlatos, pode nós aperfeiçoar e nos tornar humanos melhores.

Sobrivencialismo: Porque se preparar e como iniciar sua preparação

Por Eremita Urbano / Sobrivencialismo.

Quanto se fala em preparação, devemos inicialmente responder a pergunta – Porque se preparar? As respostas podem ultrapassar a casas das dezenas. Eu vou deixar aqui a minha resposta simples. Devemos nos preparar para ficar mais confortáveis diante de uma crise qualquer.

Simples assim! Mas, nós humanos tendemos a buscar respostas rebuscadas e muitos tem dificuldade para assimilar a simplicidade. Por isso, vou elaborar um pouco mais.

Quando eu digo crise, estou falando de qualquer evento que altere a ordem natural das coisas. Em resumo, você pode se preparar para: Mudanças climáticas, terremotos, tsunamis, vulcões, meteoros, tempestade solar, epidemias, pandemias, desastres industriais, vazamento de produtos químicos, radioatividade, contaminação biológica, guerras, golpes de estado, violência urbana, guerra civil, opressão governamental, anarquia, colapso dos serviços públicos, hiperinflação, recessão, falta de crédito, captura do dinheiro nos bancos, invasão alienígena, ira divina, zumbis, desemprego ou qualquer outra crise que se possa imaginar.

Mas no final, a resposta do porque se preparar é individual e baseada nas particularidades do lugar em que se vive e também de acordo com características pessoais de cada um.

Ouvi em um vídeo do Batata Sobrevivencialista uma frase que ilustra bem a necessidade de se preparar e não depender totalmente do sistema. Ele disse que numa crise “o estado não vai te ajudar em nada, muito pelo contrário, vai cortar sua água, desligar sua energia e se puder leiloar sua casa, seu carro e seus bens ele fará isso.

Reflita bastante sobre essa afirmação.

Cada um se prepara para um tipo de situação que acha que pode acontecer e sempre digo que qualquer preparação é válida, afinal uma preparação para zumbis pode ser servir também para uma crise econômica, já que provavelmente ela vai envolver por exemplo um estoque de comida. Seja qual for a sua escolha ela é válida, o importante é se precaver.

Eu por exemplo, tenho como foco a sobrevivência urbana e me preparo principalmente para poder enfrentar crises econômicas e crises pessoais como o desemprego, por exemplo. Esse tipo de preparação envolve, entre outras coisas, estoques e técnicas de autossuficiência.

O estudo de matérias ligadas ao sobrevivencialismo sempre tem me ajudado a enfrentar problemas,  eu não espero por tempestades solares, zumbis ou crises mundiais. Existe um perigo real e muito mais próximo. A qualquer momento, você pode ter que enfrentar uma “crise individual” que pode ser deflagrada por doenças, divórcio ou desemprego, então é bom ter reservas e estar preparado.

Como iniciar sua preparação?
Por onde começar a se preparar? Esta é uma pergunta muito recorrente entre o pessoal que está chegando e vai iniciar suas preparações. Sendo assim, gostaria de deixar a minha opinião sobre o assunto.

Deixo claro que é minha opinião, não é a única e nem deve ser considerada a certa, pois sempre vão existir as particularidades de cada um, mas sendo bem objetivo eu diria que são 3 etapas:
  • Montar seu “Kit diário”;
  • Montar uma “Mochila”;
  • Adquirir conhecimentos, habilidades e fazer demais preparações para casa ou refúgio.
Só isso! Nada como a simplicidade! :-)
É… Sei… Você deve estar pensando: “Como assim?”. Caímos naquela questão de assimilação de coisas simples demais, mas calma, vou elaborar um pouco mais, amigo leitor!
A primeira etapa, que você deve fazer a curto prazo é montar o seu “kit diário”, chamando no meio de: EDC – Every Day Carry. Ele é bem rápido de montar, são coisas que lhe ajudam em atividades corriqueiras e vão sempre estar com você, em todos os momentos. Existe muito material sobre o assunto e no final desse texto vou deixar algumas referências pra você.

“Toques do Eremita” – Como eu fiz/faço?
A parte mais importante é você se planejar! Eu assisti e li inúmeros autores falando sobre o assunto, ia anotando os itens que eu achava que seriam úteis pra mim em uma planilha, depois ia pensando sobre os itens, apagava alguns, substituía outros, mas sempre usando a planilha pra que eu não me perdesse na hora de fazer as aquisições. É muito importante de antemão saber do que se precisa para não ficar perdendo tempo na hora de adquirir itens.

Kit diário do Eremita
Abaixo vou colocar a planilha dos itens que eu uso mas não recomendo que você compre exatamente as mesmas coisas, elas se aplicam a minha realidade urbana e você tem que fazer o seu, baseado em suas necessidades! Use essa planilha apenas como exemplo para montar o seu.
Clique na imagem para ampliar
Perceba que ela inicia com o que considero meus itens principais: O canivete Victorinox Hiker( Para mim o melhor custo-benefício da marca), Alicate-Chaveiro Multifuncional Mor, Mini Lanterna Led Tática Sipik SK68 c/ Zoom e quanto ao  Isqueiro ZIPPO perceba que ele esta com sua quantidade e valor em branco, isso indica que eu ainda não pude comprar, mas pretendo um dia tê-lo.
Monte sua planilha escrevendo inicialmente o que você precisa e depois a medida que for comprando vá colocando as quantidades, valor, data de aquisição e vencimento caso se aplique, assim você vai saber exatamente o que você tem e o que ainda precisa adquirir, daí a importância da planilha que também vai servir de inventário.

Perceba que gosto de ter backups, tenho uma lanterna principal e mais outra no Alicate Mor, tenho a lâmina do Victorinox Hiker e outra também no alicate, carrego como item de fogo um isqueiro mini bic mas pretendo ter como principal o Zippo, que um dia ainda vou comprar. Essas sutilezas são pessoais e o que é bom pra mim pode não ser pra você, então planeje bem seu EDC.

Depois do kit segue para uma caixa onde carrego outros pequenos itens que considero úteis para o meu dia-a-dia e termina com uma relação inclusive do meu vestuário diário.

A parte boa de se fazer assim, é que você pode ter noção antecipada do quanto vai gastar e também saber o quanto já gastou em dinheiro com seu kit. Quando eu “coloquei no papel” fiquei surpreso com valores e com a quantidade de itens que dá pra se carregar de forma imperceptível, já que não uso mochila diariamente. Tudo isso vai comigo nos bolsos e se eu não falar, ninguém nota que eu os carrego e é muita coisa, vendo a listagem.

Outra coisa interessante de se ter a lista é que lendo a mesma de vez em quando, você não se esquece do que tem e não corre o risco de comprar itens duplicados sem necessidade.

O segundo passo, a médio prazo, seria a montagem sua “Mochila”, chamada no meio de BOB ou mochila de fuga, que em teoria seria responsável por lhe manter por 72 horas sem apoio algum de infraestrutura. Ela contempla bem mais itens que o EDC. Também coloco ao final do texto referências sobre esse tópico.

Do mesmo modo que eu fiz com o EDC, segue alguns exemplos de coisas que você pode ter na mochila. Perceba que a planilha está preenchida com itens ideais. Os que não tem quantidade são os que ainda devem ser adquiridos.
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Se você montar seu “kit diário” inicialmente já esta bom, montando também a sua “mochila” fica ótimo para quem esta iniciando.

O terceiro passo que seria algo a longo prazo são os: “Conhecimentos, habilidades e demais preparações em casa ou refúgio”. Aqui eu nem vou entrar em muitos detalhes, porque as possibilidades tendem ao infinito, mas nesse ponto você estaria se preparando e preparando sua casa ou refúgio pra ficar o mais “fora do sistema” possível. Para isso você vai tentar ficar autossuficiente em energia, fazendo uso de painéis solares (por exemplo), em relação a água vai construir um poço artesiano ou captar água da chuva, vai aprender a produzir seu próprio alimento com uma horta, criar galinhas ou coelhos, estocar comida de fácil preparo, aprender a conservar alimentos… Como eu disse, esse ponto é muito extenso! Basicamente são outros cuidados e “disciplinas” que tem que aprender, basta acompanhar os blogs ou grupos… Você vai vendo os assuntos que são tratados e se achar que o assunto é interessante pra você, inicie o aprendizado nele!

Pra ficar bem fácil de entender e fechar o assunto, vou colocar uma imagem que vai representar melhor o que há de ser feito. Como toda a mudança, esta deve ser feita de dentro para fora, então a leitura dessa imagem deverá ser feita também de dentro para fora.
Clique para ampliar
Perceba que você vai primeiro montar seu Kit diário – Agora você já sabe como.
Depois montar sua Mochila – Que você também agora já sabe como.

E por último e durante sua vida toda praticamente, você vai estar colocando os “tijolos” que vão lhe fortificar como sobrevivencialista/preparador. “Tijolos” esses que são os conhecimentos, habilidades e demais preparações em casa ou refúgio. Os que citei são alguns exemplos, mas é você que deve eleger quais “tijolos”  vai usar e a sequencia que vai aprender, para isso não existe regra pronta. Perceba que deixei a imagem com alguns exemplos e de forma proposital, também deixei lacunas que devem ser preenchidas por você mediante seu próprio contexto.

RESUMO
Todos devemos nos preparar para ficarmos mais confortáveis diante de uma crise qualquer. Devemos iniciar com um kit de itens de uso diário, depois uma mochila com itens úteis e por fim sempre estarmos nos fortificando com os vários “tijolos”que são os conhecimentos, habilidades e demais preparações em casa ou refúgio.

REFERÊNCIAS/ LINKS ÚTEIS




GLOSSÁRIO – PREPARADOR/SOBREVIVENCIALISTA

EDC - “Everyday Carry”: Itens que alguém não abdica no seu dia à dia e que serão utilizados em caso de necessidade.

BOB - “Bug Out Bag”: Mochila, mala ou saco que contenha no seu interior diversos bens necessários que garantam algum nível de subsistência até cerca de 72h para que seja possível avançar para um local seguro ou esperar pelo resgate. Geralmente contém comida, água, equipamento de primeiros socorros, equipamento de emergência, equipamento de comunicações, equipamento de defesa, lanterna e outros itens de necessidade (Sinônimos: BIB – “Bug In Bag”; GOOD KIT – “Get Out Of Dodge Kit”; INCH – “I’m Never Coming Home Kit”).

SHTF - Um dos acrónimos mais comuns que significa “Shit Hits The Fan” (alternativa: WTSHTF – “When The Shit Hits The Fan “. A tradução não poderia ser mais simples: Quando a mer%$@ atingir o ventilador. Este termo diz respeito a um acontecimento a nível local, nacional ou global que pode mudar radicalmente as nossas vidas.

BOV - “Bug Out Vehicle”, veículo usado para nos transportar para uma localização segura ou para nos ajudar a afastar de zonas de perigo.

BOL - “Bug Out Location” é uma localização segura previamente preparada e definida para tal de acordo com os nossos planos de atuação. Pode igualmente surgir definida como “retreat location”.

EMP (PEM no Brasil) – “Electromagnetic Pulse”: Pulso abrupto de radiação eletromagnética geralmente resultante de explosões com grande libertação de energia, especialmente explosões nucleares, fortes explosões solares, etc. De um modo geral, todos os equipamentos eletrônicos dos nossos dias que estejam dentro da área de impacto ficarão inutilizados.

EOTW - “End Of The World”, também chamado de TEOTWAWKI (“The End Of The World As We Know It” – O fim do mundo como conhecemos), descreve um acontecimento ou uma situação que pode causar o fim da vida ou do planeta (guerra nuclear, colisão de asteróide, etc.).

GOOD - “Get Out Of Dodge” é um termo usado para o momento em que devemos abandonar a zona onde num determinado momento nos encontramos para procurar uma localização segura.

WROL - Acrônimo para “WithOut Rule Of Law”. Basicamente descreve situações ou zonas que momentaneamente ou permanentemente ficam sem lei nem ordem.

OVELHAS - Termo usado para identificar a maioria da população que não está preparada para um cenário catastrófico e estão dependentes do sistema. Alguns num SHTF possivelmente optarão por um comportamento agressivo atacando, agredindo e roubando os que previamente se prepararam para o pior.

Eremita Urbano(@fortedoeremita) é Cientista da Computação, pós-graduando em Gestão da Tecnologia da Informação e Técnico em Administração Empresarial. Atuou mais de 10 anos como instrutor de computação e rotinas administrativas. Aficionado em aprender, acredita que o estudo do sobrevivencialismo e assuntos correlatos, pode nós aperfeiçoar e nos tornar humanos melhores.


Criada em 2009, fabricante HNF já exporta o aparelho, patenteado em 2006, e começará a vender também para indústrias
Divulgação - Crianças bebem água em escola municipal de Feira de Santana

Em Feira de Santana, na Bahia, alunos e professores de 125 escolas matam a sede com água extraída do ar. Não é resultado de nenhuma experiência de laboratório, mas da instalação de 375 máquinas que retiram a umidade do ar e a transformam em água no estado líquido. “Antes desse equipamento era um sufoco”, diz Eliane Mota, diretora da escola Nossa Senhora do Rosário.

O aparelho, desenvolvido pela empresa mineira HNF, “produz” a água por meio da compressão e condensação do ar, processo do qual se obtém o chamado ponto de orvalho. Para tornar o líquido potável, são utilizados três processos de filtragem. O equipamento também possui um software que regula o processo para torná-lo possível em condições variadas de temperatura e umidade do ar. Segundo Henrique Fiuka, um dos sócios da HNF, num ambiente com umidade em torno de 40% e temperatura ambiente de aproximadamente 20º C, a máquina transforma 30 litros de água em um dia. “Num local com 60% de umidade, chega a fazer 40 litros”, diz.

Fiuka afirma que, além de escolas, a empresa pretende colocar seus aparelhos em locais de grande circulação de pessoas, como hospitais, empresas, postos de saúde e clubes. Lançada em 2009, a máquina ainda tem um preço salgado: R$ 6,5 mil. Para o empresário, o valor deve diminuir em poucos anos. “Quando tivermos mais demanda vamos conseguir baixar o custo”, diz. Até agora, foram vendidas cerca de mil unidades no Brasil, Argentina e Angola, mas a meta da HNF é comercializar, em menos de um ano, dez mil máquinas por mês.

Divulgação - Aparelho para uso doméstico
Uso doméstico

 Para conseguir alavancar as vendas e atender também as residências, a empresa lançou nesta semana a versão doméstica do aparelho, que armazena 12 litros de água e deve chega ao mercado com o preço de R$ 2 mil. “O cliente poderá substituir o bebedouro de galão ou o purificador de água”, afirma Fiuka.

Norman Pedro Quiroga, sócio da HNF e inventor do equipamento, diz que o próximo passo da empresa é fornecer máquinas para indústrias, que teriam a capacidade de produzir cerca de 50 mil litros de água por hora. “O projeto está pronto. Já temos encomendas feitas”, diz o engenheiro.

A primeira máquina de “fazer água” da empresa demorou cerca de sete anos para ser desenvolvida e foi patenteada em 2006. A ideia do invento surgiu quando Quiroga trabalhava para uma empresa nos EUA, que necessitava de água pura para realizar uma pesquisa.

Hoje, existem equipamentos similares no mercado internacional, mas, segundo o inventor, a máquina brasileira se diferencia pela versatilidade. “Existe uma máquina nos EUA, mas ela tem limitações de temperatura e de umidade”, diz. A versão americana só consegue produzir água com umidade do ar mínima de 40% e temperatura de pelo menos 20º C. O equipamento da HNF funciona a partir de 10% de umidade do ar e temperatura a partir de 15ºC.

Sustentabilidade

Outra possível utilização para os aparelhos de produção de água pela umidade do ar, de acordo com a HNF, é na agricultura. Em sua campanha institucional, a empresa diz que a aplicação em lavouras e plantações “significa o fim das secas provocadas pelas estiagens sazonais”. Para Paulo Costa, especialista em uso racional da consultoria H2C, o uso de equipamentos como o da HNF não é a melhor saída para se resolver o problema da falta d’água no mundo. “Existem tecnologias mais simples que têm benefício maior”, diz o consultor.

Uma das opções, segundo Costa, seria a substituição do método de irrigação por aspersão – quando a água cai na terra como se fosse chuva – ou pelo sistema de gotejamento, método que distribui o líquido por gotejadores que ficam próximos da base das plantas - cerca de 70% da água consumida no País é utilizada na agricultura e pecuária.

“O sistema de gotejamento consumiria apenas 1/6 do que é utilizado hoje”, afirma Costa. Segundo o especialista, o potencial de uso da água da chuva também não é utilizado adequadamente. “Menos de 2% dos edifícios comerciais, residenciais e industriais usam água de chuva.”









Fonte: Economia Ig

Máquina "produz" água a partir da umidade do ar, patente existe desde 2006

Criada em 2009, fabricante HNF já exporta o aparelho, patenteado em 2006, e começará a vender também para indústrias
Divulgação - Crianças bebem água em escola municipal de Feira de Santana

Em Feira de Santana, na Bahia, alunos e professores de 125 escolas matam a sede com água extraída do ar. Não é resultado de nenhuma experiência de laboratório, mas da instalação de 375 máquinas que retiram a umidade do ar e a transformam em água no estado líquido. “Antes desse equipamento era um sufoco”, diz Eliane Mota, diretora da escola Nossa Senhora do Rosário.

O aparelho, desenvolvido pela empresa mineira HNF, “produz” a água por meio da compressão e condensação do ar, processo do qual se obtém o chamado ponto de orvalho. Para tornar o líquido potável, são utilizados três processos de filtragem. O equipamento também possui um software que regula o processo para torná-lo possível em condições variadas de temperatura e umidade do ar. Segundo Henrique Fiuka, um dos sócios da HNF, num ambiente com umidade em torno de 40% e temperatura ambiente de aproximadamente 20º C, a máquina transforma 30 litros de água em um dia. “Num local com 60% de umidade, chega a fazer 40 litros”, diz.

Fiuka afirma que, além de escolas, a empresa pretende colocar seus aparelhos em locais de grande circulação de pessoas, como hospitais, empresas, postos de saúde e clubes. Lançada em 2009, a máquina ainda tem um preço salgado: R$ 6,5 mil. Para o empresário, o valor deve diminuir em poucos anos. “Quando tivermos mais demanda vamos conseguir baixar o custo”, diz. Até agora, foram vendidas cerca de mil unidades no Brasil, Argentina e Angola, mas a meta da HNF é comercializar, em menos de um ano, dez mil máquinas por mês.

Divulgação - Aparelho para uso doméstico
Uso doméstico

 Para conseguir alavancar as vendas e atender também as residências, a empresa lançou nesta semana a versão doméstica do aparelho, que armazena 12 litros de água e deve chega ao mercado com o preço de R$ 2 mil. “O cliente poderá substituir o bebedouro de galão ou o purificador de água”, afirma Fiuka.

Norman Pedro Quiroga, sócio da HNF e inventor do equipamento, diz que o próximo passo da empresa é fornecer máquinas para indústrias, que teriam a capacidade de produzir cerca de 50 mil litros de água por hora. “O projeto está pronto. Já temos encomendas feitas”, diz o engenheiro.

A primeira máquina de “fazer água” da empresa demorou cerca de sete anos para ser desenvolvida e foi patenteada em 2006. A ideia do invento surgiu quando Quiroga trabalhava para uma empresa nos EUA, que necessitava de água pura para realizar uma pesquisa.

Hoje, existem equipamentos similares no mercado internacional, mas, segundo o inventor, a máquina brasileira se diferencia pela versatilidade. “Existe uma máquina nos EUA, mas ela tem limitações de temperatura e de umidade”, diz. A versão americana só consegue produzir água com umidade do ar mínima de 40% e temperatura de pelo menos 20º C. O equipamento da HNF funciona a partir de 10% de umidade do ar e temperatura a partir de 15ºC.

Sustentabilidade

Outra possível utilização para os aparelhos de produção de água pela umidade do ar, de acordo com a HNF, é na agricultura. Em sua campanha institucional, a empresa diz que a aplicação em lavouras e plantações “significa o fim das secas provocadas pelas estiagens sazonais”. Para Paulo Costa, especialista em uso racional da consultoria H2C, o uso de equipamentos como o da HNF não é a melhor saída para se resolver o problema da falta d’água no mundo. “Existem tecnologias mais simples que têm benefício maior”, diz o consultor.

Uma das opções, segundo Costa, seria a substituição do método de irrigação por aspersão – quando a água cai na terra como se fosse chuva – ou pelo sistema de gotejamento, método que distribui o líquido por gotejadores que ficam próximos da base das plantas - cerca de 70% da água consumida no País é utilizada na agricultura e pecuária.

“O sistema de gotejamento consumiria apenas 1/6 do que é utilizado hoje”, afirma Costa. Segundo o especialista, o potencial de uso da água da chuva também não é utilizado adequadamente. “Menos de 2% dos edifícios comerciais, residenciais e industriais usam água de chuva.”









Fonte: Economia Ig

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