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O Pentágono apresenta sua estratégia para a “Terceira Guerra Mundial”



© YouTube / Solarian Media
Tradução: Caminho Alternativo

(15-10-2014) O Exército dos EUA apresentou um relatório em que proporciona uma “visão dos conflitos armados do futuro” onde Washington estará envolvido nas formas mais sinistras, informam meios estadunidenses.

O documento, “Conceito de operação do Exército” (“Army operating concept”) elaborado pelo Pentágono, descreve as estratégias para destruir os potenciais rivais geopolíticos e econômicos que possam obstaculizar os planos dos EUA de dominar o planeta, informa o portal Infowars.

O relatório foi apresentado nesta semana durante a conferência anual da Associação do Exército dos EUA realizado em Washington, onde deixa clara sua “visão” para as próximas guerras envolvendo o Exército estadunidense.

O documento é uma crua testemunha de uma furiosa corrida militar onde ficam claros os conceitos estratégicos preparados para realizar uma terceira guerra mundial, combinada com uma ditadura militar dentro do própio território estadunidense, asseguram os autores do artigo.

Não obstante, assinala que “o entorno onde vai operar o Exército é desconhecido”. “O inimigo é desconhecido, a localização é desconhecida e as coalizões envolvidas são desconhecidas”, assegura. Partindo destes antecedentes Washington está disposto a eliminar militarmente a qualquer país e povo que se interponha em seu caminho à hegemonia sobre o planeta, seus mercados e recursos.

O documento indica sem rodeios que “o caráter dos conflitos armados” será influenciado principalmente pelas “mudanças na paisagem geopolítica”.

No caso de um enfrentamento com outra potência nuclear, o relatório propõe atacar primeiro e “de forma que o adversário seja incapaz de responder com eficiência”. Enquanto que em países menores planeja realizar operações terrestres para reprimir a resistência popular para assim mantê-la subjugada e dominada.

Depois de mais de uma década da chamada “guerra global contra o terror”, onde a luta contra a supostamente omnipresente ameaça da Al-Qaeda era a missão primordial da inteligência e do aparato militar norteamericano, no novo documento “as organizações terroristas internacionais” parecem ter perdido peso.

Agora a primeira prioridade são os “poderes emergentes”, com China na cabeça seguida da Rússia. No caso de Pequim, o documento põe em evidência a profunda preocupação dos EUA pelos “esforços de modernização de seu Exército” com o objetivo de conseguir “a estabilidade ao longo de suas fronteiras”, com o que Washington está disposto a terminar.

Em relação a Rússia, e a raíz dos recentes acontecimentos na Ucrânia, o dossiê do Pentágono acusa a Moscou de estar “decidido a fortalecer sua influência na Eurásia”. “Só um forte deslocamento de forças terrestres dos EUA pode dissuadir a Rússia e impedir que ganhe influência nos conflitos políticos“, argumenta.

Dentro das “potências regionais”, em primeiro lugar aparece Irã, que “persegue uma modernização integral de suas Forças Armadas”, e argumenta que Teerã “têm o potêncial de enterrar os objetivos regionais” de Washington no Oriente Médio.

Mas a “visão” das futuras operações militares do Pentágono não se limita aos conflitos em outros países, senão que também contempla a necessidade de “responder e mitigar a crise dentro dos EUA”. Uma das missões “do Exército dentro do país inclui o apoio com tropas as autoridades civís”.

Fontes:RT , Caminho Alternativo

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