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A Mudança Climática é provocada por causas naturais “dominantes”, não pela atividade humana

Posted at: By Luis R. Miranda

A noção de que o aquecimento global pode causar guerra e agitação social não é apenas errada, mas até mesmo retrógrada - isto é, enquanto temperaturas mais frias levaram a guerras e conflitos sociais no passado, o aquecimento global tem coincidido com períodos de paz, prosperidade e estabilidade social.
BRASIL – Em 2008, um relatório intitulado A Natureza, não a Atividade Humana, controla o Clima foi publicado pelo Painel Internacional Não-Governamental sobre Mudanças Climáticas (NIPCC). O relatório foi uma análise de artigos científicos publicados que estudou as mudanças climáticas e como a humanidade contribui com o fenômeno. Um total de 24 cientistas independentes participou da revisão que resultou em um documento de 50 páginas sobre as causas e consequências das mudanças climáticas. Este estudo foi diferente porque incluiu documentos que o IPCC ignorou e também porque não começou com a suposição de que a atividade humana é a principal causa da mudança climática ou o aquecimento global.

A coalisão internacional de cientistas independentes acertou em dois aspectos importantes. Em primeiro lugar, apontaram o fato que o IPCC, uma organização política, “é pré-programada para produzir relatórios que apoiam a hipótese do aquecimento global antropogênico e o controle de gases de efeito estufa como previsto no Tratado Global do Clima. “Em outras palavras, o IPCC não é uma organização científica, mas uma torcedora das Nações Unidas que vê a humanidade como a ameaça no assunto da mudança climática”. O IPCC não é objetivo ao analisar os dados a fim de chegar a uma conclusão científica. Em vez disso, o IPCC escolhe, cuidadosamente, o material que melhor apoia a sua teoria do aquecimento global provocado pelo homem.

A conclusão do relatório de 2008 foi claro como foi o seu título: A Natureza, não a atividade humana, controla o Clima. A análise explica que  fatos como o derretimento de glaciares e do gelo do mar Ártico são irrelevantes para explicar as causas de qualquer aquecimento, pois qualquer tipo de aqueciment, antropogênico ou natural causariam tal derretimento. “A análise da teoria da vara de hóquei está cheia de erros metodológicos como tem sido demonstrado por McIntyre e McKitrick [2003, 2005] e confirmado pelo perito de estatística Edward Wegman [Wegman ET al. 2006]“, diz o relatório. Esta declaração refere-se à teoria infame da vara de hóquei usada por Al Gore em seu documentário “Uma Verdade Inconveniente”. Em vez de julgar a influência humana sobre o clima como a única causa da mudança grave, o estudo da NIPCC mostra que houve períodos de aquecimento extremo que precederam a Pequena Idade do Gelo, como o Medieval Climate Optimum, que, sem qualquer influência humana, resultou em temperaturas mais altas do que nos séculos 20 ou 21.

Outro ponto importante que a NIPCC aponta no seu relatório é a fraca relação entre as emissões de CO2 e o aquecimento planetário. “O IPCC afirma que há uma correlação entre a temperatura média global e o aumento das concentrações atmosféricas de dióxido de carbono (CO2) no século XX para apoiar a sua conclusão. O argumento parece plausível; afinal, o CO2 é um gás de GH e os níveis aumentam. Contudo, a correlação é pobre e, em qualquer caso, não seria a prova”, segundo o documento.

Para explicar a sua conclusão, o NIPCC fornece como exemplo a tendência registrada a partir do comportamento do clima entre 1940-1975. De acordo com dados de satélites, enquanto a quantidade de CO2 subiu rapidamente, o planeta não experimentou uma tendência de aquecimento. Na verdade, não houve nenhum aumento no aquecimento desde 2001, embora as emissões de CO2 continuam a aumentar. Além de analisar a relação entre as emissões de CO2 e do aquecimento, o NIPCC também estudou o papel de modelos de computador para prever o aquecimento global. A conclusão foi que esses modelos não apontam nenhuma evidência do aquecimento global. A razão para esta conclusão é que os parâmetros utilizados nos modelos de computador são muito limitados em comparação com o número total de fatores. Cada modelo de computador usa somente seis parâmetros de um total de 100 ou mais. Além disso, os modelos do IPCC sempre escolhem parâmetros que melhor justificam a teoria comumente divulgada de aquecimento antropogênico, deixando de fora o resto. “O IPCC desvaloriza a influência da atividade solar (vento solar e seus efeitos magnéticos) – provavelmente muito mais importantes do que o efeito do CO2. Incertezas sobre aerossóis, que tendem a esfriar o clima e se opõem ao efeito GH são ainda maiores já que o IPCC reconhece em uma tabela na página 32 do relatório AR4″, diz o relatório NIPCC.

Em 2009, a organização liderada por um painel internacional de cientistas e estudiosos não governamentais publicou outro relatório para rebater o Quarto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). O relatório levou três anos para ser publicado em junho do mesmo ano. O documento foi co-escrito e editado por S. Fred Singer Ph.D. e Craig Idso , Ph.D. sendo complementado pelo trabalho de contribuições e avaliações de um grupo de cientistas de todo o mundo. O documento intitulado “Considerações sobre as Mudanças Climáticas” não só descreveu as limitações da tentativa do IPCC para prever o clima futuro, mas explicou como os dados empíricos sobre temperaturas passadas, dados de observações sobre o derretimento de glaciares, a área de gelo do oceano, a variação na precipitação e subida do nível do mar, mas resumiu a investigação de um número crescente de cientistas que dizem que variações na atividade solar e não os gases de efeito estufa, são so verdadeiro motores da mudança climática. O estudo também investigou e desmascarou temores generalizados de que o aquecimento global poderia causar um clima mais extremo; examinou os efeitos biológicos da crescente concentração de CO2 e temperaturas mais quentes; examinou a afirmação do IPCC de que o aumento de CO2 e da temperatura acabará na extinção de plantas e animais e desafiou a crença pseudocientífica do IPCC de que o aquecimento global induzido pelo CO2 é prejudicial à saúde humana.

Em sua análise, os cientistas independentes por trás do relatório de 2009 concluíram que “os dados globais sobre os glaciares não suportam as crenças do IPCC de que a maioria dos glaciares está recuando ou derretendo. “Os dados para esta análise vieram de todo o mundo, incluindo lugares como a África, Antártica, o Ártico, Europa, América do Norte e América do Sul. Sobre a questão da influência solar sobre ciclos climáticos, o estudo do NIPCC revisou a literatura recente e antiga que concluiu que a atividade solar é o verdadeiro condutor do clima planetário. De acordo com a literatura, “a variabilidade dos raios cósmicos foi o grande impulsionador das mudanças na temperatura do ar na superfície da Terra durante o milênio passado … e que estas variações foram impulsionadas principalmente por mudanças na atividade solar modulada pela intensidade do campo geomagnético do planeta, o que às vezes reforçou o efeito dos raios solares.” O relatório indica que a poderosa influência dos raios cósmicos deixam pouco espaço para apenas um pequeno impacto das emissões antropogênicas de CO2 nos últimos dois séculos.

Outro ponto importante tocado pelo relatório de 2009 foi a previsão de condições meteorológicas extremas como resultado da atividade antropogênica. Sobre esta questão, o NIPCC pegou o touro da propaganda pelos chifres mostrando informação que contradiz o que os alarmistas do clima gostam de usar para assustar o público. “Quando o registro histórico é revisado, os dados revelam que não houveram aumentos significativos induzidos por aquecimento em eventos climáticos extremos. A evidência científica mostra que o aumento da precipitação, da frequência de inundações, secas ou tempestades não são consequências da atividade antropogênica, como o IPCC afirma.

Mais tarde, em 2011, o NIPCC emitiu uma versão atualizada do seu relatório de 2009. Nessa versa, o NIPCC abordou com mais profundidade o debate sobre se os efeitos que o aquecimento global -que ocorre naturalmente ou não- pode ter um efeito negativo sobre a saúde humana ou do ambiente natural. “Nós encontramos que as últimas pesquisas disponíveis mostram que um mundo mais quente seria um mundo mais seguro e saudável para os seres humanos e, da mesma forma, para animais selvagens. As alterações climáticas vão continuar a ocorrer, independentemente de emissões humanas, e alguns desses efeitos podem ser positivos e alguns negativos para a saúde humana e dos animais selvagens em diferentes áreas do mundo. Mas o efeito geral do aumento das concentrações de dióxido de carbono e o aquecimento contínuo na atmosfera é mais provável que seja benéfico para os seres humanos, plantas e animais selvagens.”

A razão pela qual o NIPCC chegou a esta conclusão é que quanto mais CO2 há disponível, mais as plantas vão crescer, tanto na terra como na água. De acordo com o relatório, o aumento do volume de vida vegetal tem a capacidade de afetar o clima da Terra em vários aspectos, quase todos eles tendendo a neutralizar os efeitos do aquecimento da radiação térmica de CO2. Em outras palavras, as concentrações atuais de CO2 promovem uma vegetação exuberante, o que significa mais alimentos para humanos e animais, enquanto que as mesmas plantas que se tornam em alimento também se tornariam redutoras importantes dos efeitos térmicos que o CO2 pode ter. Soa como um mecanismo natural de auto-regulação bem equipado, não é mesmo? Prova desta conclusão é o Período Quente Medieval, que a Terra experimentou 1000 anos atrás. Durante esse tempo, houve perto de 28 por cento menos CO2 na atmosfera do que existe atualmente, mas o clima era mais quente do que o mundo de hoje. Os registros históricos indicam também que um período de temperaturas de superfície elevadas precedem períodos de clima frio, como aconteceu antes da Pequena Idade de Gelo.

Uma vez que foi demonstrado que não houve nenhum aquecimento, pelo menos desde 2001, apesar do aumento de emissões de CO2 e que os períodos quentes precedem os mais frios, não é por acaso que observações independentes detectaram o esfriamento das temperaturas desde a última vez que o planeta teve qualquer sinal de aquecimento. Isso mesmo. A Terra ficou mais fria, não mais quente, desde 1998. No capítulo 4 do relatório de 2011, o NIPCC indica que as observações sobre “mudanças na criosfera, oceanos, precipitação e rios mostram menos derretimento do gelo no Ártico, Antártida e no topo de montanhas do que se temia anteriormente. Não houve nenhum sinal de aceleração do aumento do nível do mar nas últimas décadas, nenhuma tendência ao longo dos últimos 50 anos em mudanças na circulação no atlântico meridional (MOC) e nenhuma mudança nos padrões de precipitação ou fluxo de rios que pode ser atribuído ao aumento dos níveis de CO2.”

Um aspecto importante de todo o debate sobre a mudança climática e o aquecimento global que o NIPCC não se esqueceu de considerar é o econômico. De acordo com os relatórios publicados e financiados pelos governos, um dos resultados mais terríveis do chamado aquecimento antropogênico será o custo econômico para os países do terceiro mundo. Como se vê, o IPCC também não consegue produzir uma análise precisa sobre esta questão. No capítulo 10 do relatório de 2011, o NIPCC tira conclusões importantes sobre como as previsões econômicas terríveis estão cheias de erros devido à maneira em que o IPCC analisa o impacto em estudos recentes sobre os biocombustíveis e as relações entre o clima, a guerra e a instabilidade social. A análise do NIPCC encontra décadas de tendências empíricas de bem-estar de acordo com as medidas que são sensíveis ao clima. Por que as estimativas do IPCC são errôneas? Porque elas “subestimam a capacidade de adaptação da sociedade ao não levar em conta os avanços tecnológicos e a riqueza maior que existirá no momento em que os impactos devem acontecer”, diz o documento. “Mesmo nos piores cenários, a humanidade estará muito melhor no ano de 2100 do que está hoje e, portanto, será capaz de adaptar-se a quaisquer desafios que as alterações climáticas representarão”. Essa situação será assim supondo que algumas das piores previsões nos relatórios sejam verdadeiras, é claro.
 
A noção de que o aquecimento global pode causar guerra e agitação social não é apenas errada, mas até mesmo retrógrada. Isto é, enquanto temperaturas mais frias levaram a guerras e conflitos sociais no passado, o aquecimento global tem coincidido com períodos de paz, prosperidade e estabilidade social.

O trabalho científico concluído pelo Painel internacional Não-governamental sobre Mudanças Climáticas (NIPCC), que é apoiado pelo Science and Environmental Policy Project (SEPP), the Center for the Study of Carbon Dioxide and Global Change (CO2 Science), and The Heartland Institute, continuou ininterruptamente até hoje com dois novos relatórios emitidos em 2013 e 2014. Em sua última versão, o NIPCC aborda temas que muitas vezes são ignorados pelos alarmistas do clima e ambientalistas falsos. Entre eles estão os impactos biológicos das alterações climáticas, o bem-estar humano, as necessidades de energia e as novas políticas derivadas do debate sobre as mudanças climáticas.

A mais recente edição da série Considerações sobre as Mudanças Climáticas começa com uma declaração que é tão acentuada como a ciência proporcionada pelos cientistas independentes que compõem a organização. O título é “A Crise pelo Aquecimento Global Acabou”. As conclusões deste último documento é um resumo impressionante do que estudos anteriores já confirmaram pelos últimos seis anos. No lado científico das coisas, o NIPCC diz:

• Não há consenso científico sobre o papel humano na mudança climática.
• O futuro do aquecimento devido ao efeito estufa provavelmente será muito menor do que as previsões do IPCC.
• O dióxido de carbono não causou um clima mais extremo, ou o derretimento do gelo polar ou marinho, nem aumentou o nível do mar. Estes foram todos os alarmes falsos.
• Os benefícios prováveis ​​do aquecimento global provocado pelo homem excedem os custos prováveis.

Os impactos das conclusões anteriores podem ser chamadas de tudo, menos exageradas. Na verdade, elas não afetam somente um, mas vários aspectos do desenvolvimento humano. Quando se trata de política pública, a ferramenta de escolha dos burocratas que querem impor as políticas da Agenda 21 e recomendações semelhantes provenientes da própria Organização das Nações Unidas, por exemplo, o NIPCC diz:

• O aquecimento global não é uma crise. A ameaça foi exagerada.
• Não há necessidade de reduzir as emissões de dióxido de carbono já que não tem sentido cientifico.
• É hora de revogar políticas desnecessárias e caras.
• As futuras políticas devem visar a promoção do crescimento econômico para se adaptar à mudança climática natural.

Apesar do fato de que o aquecimento global é, no mínimo, um fenômeno discutível, há aqueles no governo e nas ONGs financiadas e organizações ambientais financiadas pelas corporações que ainda acreditam que o aquecimento global é uma crise, que as mudanças climáticas e o aquecimento global são a mesma coisa, ou que os seres humanos são os culpados por esses dois fenômenos. A esse respeito, o NIPCC diz:

• O novo relatório da ONU usa quase uma dúzia de afirmações antigas, contém mais de uma dúzia de erros e tenta encobrir novas descobertas que contradizem suas afirmações anteriores.
• A Agência de Proteção Ambiental (EPA) baseia-se fortemente em relatórios da ONU para a constatação de que o dióxido de carbono é um poluente. Esta constatação é, agora, falsa.
• Os grupos ambientalistas se recusam a admitir seus erros. Para eles, a ciência nunca foi o mais importante.

Todos os relatórios da NIPCC sobre Mudança Climática podem ser acessado gratuitamente em formato PDF no site do Painel Internacional Não-Governamental da Mudança Climática em http://climatechangereconsidered.org/.

O Relatório do Clima de 2008 pode ser acessado em formato PDF aqui.
O Relatório do Clima de 2009 pode ser acessado ​​aqui.
O Relatório do Clima 2011 pode ser lido aqui.
O Relatório do Clima 2013 pode ser lido em formato PDF aqui.
O Relatório do Clima 2014 pode ser lido em formato PDF aqui.

Fonte: Real Agenda

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