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Oficialmente, a ONU Já Controla Jerusalém Desde 1999!

Quando uma cidade é declarada Patrimônio Histórico da Humanidade, a soberania sobre ela é entregue às Nações Unidas. Os acontecimentos recentes em Israel acabarão convencendo a população judaica a aceitar a efetivação de tal governança sobre Jerusalém.

Resumo da Notícia: "Estudo do Exército Sugere uma Força Americana de 20.000", Rowan Scarborough, The Washington Times, 5/4/2002.
"O governo Bush diz que não existem planos ativos de colocar forças de paz norte-americanas entre os palestinos e israelenses, mas pelo menos um estudo militar interno afirma que 20.000 soldados bem armados seriam necessários. A Escola de Estudos Militares Avançados do Exército (SAMS), um grupo de elite de treinamento e debates estratégicos em Fort Leavenworth, produziu esse estudo no ano passado. O relatório de 68 páginas informa como a principal operação seria realizada no primeiro ano, com tropas de paz estacionadas em Gaza, Hebrom, Jerusalém e Nablus."
Se não existe atualmente nenhum plano de colocar uma força de paz americana e de outras nações em Israel, então por que o grupo de debates estratégicos do Exército elaborou exatamente esse tipo de plano? Alguém poderia argumentar que o Pentágono está constantemente estudando contingências para quase toda e qualquer situação em que nossos líderes possam concebivelmente vir a se encontrar, e isso seria verdade. Essa poderia ser uma explicação lógica.

Entretanto, a verdadeira razão que levou o grupo de debates estratégicos do Exército a realizar esse estudo é porque, no papel, as Nações Unidas controlam Jerusalém desde 1999! O atual cenário de guerra que está sendo encenado todos os dias nos noticiários destina-se simplesmente a dar às pessoas a impressão geral que o controle internacional de Jerusalém é a única forma pela qual a atual guerra pode ser resolvida. Eis o raciocínio:

Já que um Estado palestino é tão importante para o plano geral de produzir o Anticristo, qual cidade eles escolheriam como sua capital? Querem Jerusalém! No entanto, os israelenses insistem que Jerusalém é sua capital "eterna". Dessa forma, já que nenhum lado pode concordar sobre o controle de Jerusalém, nenhum deles a controlará. A ONU a controlará! Arafat pode governar de Ramallah e Israel pode governar de Tel Aviv; essa é a razão por que Bush não mudou formalmente a embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém conforme prometeu durante sua campanha presidencial.

Vejamos como a ONU obteve o controle de Jerusalém sem que ninguém percebesse:

Virtualmente ninguém sabe que Jerusalém já pertence às Nações Unidas desde 1999! Todas essas "Conferências de Paz" são simplesmente charadas para levar Arafat a aceitar a soberania da ONU sobre Jerusalém!

Resumo da Notícia: "As seguintes propriedade foram aprovados pelo Comitê do Patrimônio Mundial para serem incluídas na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO. Atualmente, a relação contém 630 propriedades diferentes, até dezembro de 1999, "Jerusalém" é listada alfabeticamente.

Já que a maioria das pessoas não sabe o que é uma Lista do Patrimônio Mundial, permita-nos tomar alguns momentos para esclarecê-lo. As Nações Unidas estabeleceram o Programa do Patrimônio Mundial para "preservar" locais valiosos do mundo que estavam sob o risco de serem destruídos ou danificados. Veja a linguagem da ONU:


"De acordo com a Convenção do Patrimônio Mundial, 'patrimônio cultural' é um monumento, grupo de edifícios ou local de valor histórico, estético, arqueológico, científico, etnológico ou antropológico. O 'patrimônio natural' designa atributos físicos, biológicos e geológicos fascinantes; hábitats de espécies de plantas ou animais ameaçados e áreas de valor nos campos científico ou estético ou do ponto de vista da conservação." http://www.unesco.org/whc/nwhc/pages/doc/main.htm

Obviamente, a cidade de Jerusalém enquadra-se na classificação de "Patrimônio Cultural". Agora, a maioria das pessoas seria pressionada a concordar com a retórica desse programa; afinal de contas, não é uma boa idéia preservar os hábitats culturais e naturais que estão ameaçados de destruição? É claro que sim. Entretanto, o problema devastador aqui está em dar às Nações Unidas o controle sobre esses locais, em vez de permitir aos países soberanos individuais a oportunidade de cuidar dos problemas por conta própria.

Veja, o objetivo número um do plano da Nova Ordem Mundial é abolir formalmente a soberania individual de cada país do mundo, substituindo-a por uma ditadura da ONU, presidida pelo seu planejado Cristo da Nova Era, o homem favorecido com o espírito sobrenatural da Consciência de Cristo, que governará o mundo de forma benevolente por 1.000 anos!

Esse é o plano, e o Programa do Patrimônio Histórico da Humanidade representa o primeiro grande passo rumo à soberania final da ONU sobre todas as nações do mundo. Quando um país concorda em designar um determinado local como um Sítio de Patrimônio da Humanidade, abre mão de sua soberania sobre aquele local. Esse é o primeiro passo para entregar a soberania da nação inteira às Nações Unidas, quando o Anticristo aparecer.

Israel já entregou a soberania sobre Jerusalém às Nações Unidas!

Obviamente, o próprio povo judeu não sabe disso, como você pode ver pela forte retórica deles quanto a Jerusalém ser inegociável, e ser sua eterna e indivisível capital. Entretanto, o ex-primeiro-ministro iluminista de Israel Ehud Barak sabia muito bem que seu gabinete estava entregando Jerusalém à ONU, razão pela qual pôde fazer concessões tão tremendas a Arafat durante a última rodada de negociações antes de deixar o cargo.

No entanto, Arafat não é apenas um iluminista [leia o artigo N1429, "Revelações Sobre Yasser Arafat"], mas também está sendo ludibriado pelos líderes americanos, europeus e das Nações Unidas em pensar que eles são neutros na solução dessa situação. Quando Arafat diz que deseja que a ONU conduza uma investigação interna sobre como os tumultos começaram no feriado de Rosh Hashanah, em 1999, está pedindo que a raposa tome conta do galinheiro!

Arafat e seu povo palestino definitivamente não querem que a ONU exerça soberania sobre Jerusalém; querem essa soberania para eles mesmos! Os árabes ainda prendem-se fortemente aos ideais de patriotismo e nacionalismo, o que é um dos motivos pelos quais os Illuminati desejam a completa destruição deles quando conduzirem a campanha para a eliminação de quatro bilhões de pessoas.

Portanto, os iluministas dos EUA, da Europa e de Israel estão jogando Arafat contra si mesmo e contra seu povo. Sabendo que Arafat jamais aceitará o controle árabe parcial sobre Jerusalém, Barak fez todo tipo de concessões que não envolviam Jerusalém, deixando a aceitação de Arafat a essas concessões dependendo de sua concordância com o controle parcial sobre Jerusalém.

É claro, eles sabem que Arafat jamais concordará. Assim, quando as conversações de paz em Camp David entre julho-agosto "falharam", o presidente Clinton publicamente jogou a culpa sobre Arafat. Estamos sendo condicionados a acreditar que a paz poderia ser atingida se não fosse pela teimosia de Arafat, ao mesmo tempo em que somos condicionados a acreditar que Israel está sendo cruel na forma como trata os palestinos. Portanto, o processo dialético — o conflito controlado que traz mudança — prossegue.

Tenha esse processo dialético em mente na próxima vez que ouvir sobre o "processo de paz" ou "acordos de paz". Esses acordos não são nada mais que uma exibição vergonhosa para o mundo e realizarão somente aquilo que o plano iluminista quer que realizem. Nenhum dos atores desse drama está atuando em seu livre arbítrio, mas apenas de acordo com um roteiro. Sim, mesmo Yasser Arafat. Tanto ele quanto Barak sabem que o plano prevê a destruição do Domo da Rocha, e uma guerra aberta entre Israel e os palestinos. O que Arafat não sabe é que será traído assim que a guerra iniciar. O nível de tecnologia que os EUA forneceram a Israel provará ser tão grande que nenhuma soma da valentia militar palestina, ou da valentia árabe combinada, fará qualquer diferença. 


Resumo

Jerusalém é um sítio do Patrimônio Histórico Mundial da ONU. Israel já concordou em abrir mão de sua soberania em favor da ONU; apenas não informou seu próprio povo ainda, e não informará até que o Estado palestino esteja estabelecido. Será dito ao povo judeu que o controle internacional sobre Jerusalém é um passo necessário para deter a campanha de bombardeio suicida que tanto aterrorizou a população nesses últimos vinte anos. As pessoas não morrerão mais nas pizzarias, nenhuma outra garotinha terá sua cabeça decepada pelas explosões; nenhuma outra Sêder (a páscoa judaica) terminará em morte e destruição. O controle israelense sobre Jerusalém será apresentado como um orgulho nacional que pode ser cedido, se isso servir para trazer a paz.

Arafat, por outro lado, dirá publicamente aos seus seguidores que ele ao menos atingiu dois objetivos: supervisionou a criação de um Estado Palestino e removeu o controle israelense sobre Jerusalém. Privadamente, ele garantirá às suas legiões de palestinos que esse é um passo fundamental que os aproxima de atingir a meta final de aniquilar o Estado judeu.

Pouco depois de os EUA e Grã-Bretanha atacarem o Iraque, Arafat poderá simplesmente cumprir sua obrigação de vir em socorro de Saddam Hussein, implementando o plano árabe descrito no artigo N1056. Uma vez que tenha comprometido suas forças num ataque interno às forças israelenses, Israel se voltará contra ele, aniquilando ele e o povo palestino, em cumprimento a Obadias 15-18 [leia o artigo N1422, "A Vindoura Aniquilação do Povo Palestino — A Casa de Esaú"].

Toda a região do Oriente Médio explodirá então com grande fúria numa guerra aberta, e o mundo terá então a planejada Terceira Guerra Mundial. Da fumaça, poeira e destruição dessa planejada Terceira Guerra Mundial, o Anticristo surgirá caminhando. Ele receberá o controle total sobre Jerusalém e de todo o Israel. Uma vez que Jerusalém já está sob o controle das Nações Unidas no papel, essa transição será fácil e direta.

Verdadeiramente, estes são os tempos finais sobre os quais o profeta falou e que Jesus alertou que devemos reconhecer por seus sinais [Mateus 24].


Fonte: Espada

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