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Festa Junina no meio Gospel

O movimento apostata atual repousa toda sua força para educar suas vítimas de acordo com o plano, os que se dizem sábios, pela influencia dos espíritos dos cristãos através de uma teologia louca, suja e abominável. O mesmo repouso obtido à séculos de agitações que porão em relevo o caráter deste mesmo domínio.

Insistem conduzir a loucura destas festividades pagãs no cristianismo atual, compondo o brilhantismo romano encarnado, que pela histórica antiga, causaram perturbações e monstruosidades com a teologia e a Igreja. Querem subir ao trono do mundo com mentiras e modificações de princípios de fé. Um demônio que correu por gerações até penetrar em todas as classes religiosas e generalizar o ensino sob o pretexto. Encarar a questão é para mim uma importância especial e pessoal como Pastor e cristão.

FESTA JUNINA

Festas dos santos populares, celebrações católicas que acontecem em vários países que estão historicamente relacionadas com o paganismo do solstício. A festividade pagã se baseava no deslocamento do Sol, no hemisfério norte no verão (Dezembro) e no hemisfério sul no inverno (Junho). A mitologia Persa e Hindu referia-se ao Sol como a divindades de Mitra por “Sol vencedor” todo o dia 24 de Junho. O mesmo que a cultura greco-romana, o qual incorporava a comemoração desta divindade através do “Sol invictus” o que ocorria todo dia 25 de Dezembro. Perceba que a luz deste Sol reflete, também, a escuridão do dia do Natal.

FESTA À MITRA (DEUSA AFRODITE)

O culto a Mitra passou por diversas transformações difundindo-se gradualmente até alcançar um lugar proeminente na Pérsia e representar o principal oponente do cristianismo no mundo romano, nas primeiras etapas de sua expansão. Sua primeira menção é de aproximadamente 1400 a.C. onde é descrito como o deus do equilíbrio e da ordem do cosmo. Por volta do século V a.C. passou a integrar o panteão do Zoroastrismo Persa, a princípio como senhor dos elementos e depois sob a forma definitiva do deus solar.

Após a vitória de Alexandre, o Grande, sobre os persas, o culto a Mitra se propagou por todo Mundo Helenístico. Nos séculos III e IV da era cristã as religiões romanas, identificando-se com o caráter viril e luminoso do deus, transformaram o culto a mitra no mitraísmo.

A religião mitraica tinha raízes no dualismo zoroástrico (oposição entre bem e mal, espírito e matéria) e nos cultos helenísticos mitra passou a ser um deus do bem criador da luz e em luta constante contra a divindade obscura do mal. Seu culto estava associado a uma existência futura e espiritual, completamente libertada da matéria.

RITUAL INICIATIVO

O culto era celebrado em grutas sagradas onde o principal acontecimento era o sacrifício de um touro, cujo sangue brotava a vida, propiciando a imortalidade. Com a adoção do cristianismo como religião oficial do império romano, o mitrianismo foi embutido sendo Mitra o Messias Romano dando alusão a Jesus Cristo.

TOURO DE MITRA

O símbolo de Mitra era o touro, usado nos sacrifícios à divindade. A morte do touro, que representaria a Lua, era característica desse mistério que se espalhou pelo mundo helênico e romano por meio do exército. A partir do século II o culto a Mitra era dos mais importantes no Império romano e numerosos santuários (Mithraea, singular Mithraeum) foram construídos. A maior parte eram câmaras subterrâneas, com bancos em cada lado, raras vezes eram grutas artificiais. Imagens do culto eram pintadas nas paredes, e numa delas aparecia quase sempre Mithras que matava o touro sacrifical.

Algumas peculiaridades do mitraísmo foram agregadas a outras religiões, como o cristianismo. Por exemplo, desde a antiguidade, o nascimento de Mitra era celebrado em 25 de Dezembro.

O mitraísmo entrou em decadência a partir da adoção do cristianismo como religião oficial do Império Romano. A principal razão para a decadência do mitraísmo frente ao cristianismo, foi o mitraísmo não ser tão inclusivo quanto a religião cristã. O culto a Mitra era permitido apenas aos homens, e ainda assim apenas aos homens iniciados em um ritual que acontecia somente em algumas épocas do ano. O ritual de iniciação na religião mitraica consistia em levar o neófito até o altar de Mitra, amarrado e vendado, onde o sacerdote oferecia a ele a Coroa do Mundo, colocando-a sobre sua cabeça. O neófito deveria recusar a coroa e responder: “Mitra é minha única coroa”.

O erro “filosofias das novas teorias” cometido por duas vezes na história e poucos querem ver a verdade sobre esta mística absurda. O critério de cristianizar o que é pagão (transformar trevas em luz), o que seria satânico na história medieval, com fins ideológicos para expansão de impérios. O catolicismo deu início e expansão a doutrina destruidora do mitraísmo. O movimento evangélico suas vitâminas.

SILAS MALAFAIA

Um exemplo típico desta tão berrante monstruosidade teológica rematada a loucura. Silas deu sua importância a mitologia e o direito as transformações: filosofia das novas teorias. Sobre o tema, Malafaia publicou um artigo em que aborda a questão do ponto de vista de sua utilidade no cumprimento do propósito cristão. Uma estratégia evangelística, de atitude sábia e de simpatia. Sobre as divergências a respeito do assunto, pede respeito aos mais tradicionais.

Note que a “estratégia evangelística” de Silas permite suas vítimas travestir-se de “caipira” para ganhar pecadores para Cristo. A filosofia das “novas teorias” que não impediria, obviamente, tal aplicação evangelística para ganhar gays, lésbicas e transexuais. O programa de ensino de Silas mostra a importância e o direito de suas vítimas “evangélicos” se travestirem da cultura alheia, em casos excepcionais, rematar uma loucura gay para ganhar os “gay-loucos” para Cristo. Por meio desta estrátégia, muitos gays poderão conhecer o evangelhos de Silas e ouvir suas canções que falam do amor de Deus. Receber oração e terão oportunidade de entregar sua vida a Cristo por um evangelista-travesti.

Silas não faz importância pela história e pelas Escrituras Sagradas quando convém fazer corrupção espiritual pela expansão de seus bens patrimoniais. Como poderá recorrer a textos bíblicos em defesa sua política heterossexual, para alavancar Partidos políticos e praticar lobismo com direita e esquerda.

Concluímos…

Sociedade cristã tem uniformidade com Cristo. Não devemos nos prender como cristãos à um julgo desigual com os infiéis ou com o que é infiel. A justiça não associa-se, não se filia, não se reúne e não estabelece relação com o injusto. Não compartilha as mesmas idéias, valores e sentimento com as partes contraditórias, profana ou imoral. Não cria vinculos de Paz com a divergência, seja pela âmbito religioso, sistemático ou sociocultural. Não hà celebração cristã com quem é desleal à Cristo e sua Palavra. União espiritual não se possibilita na incompatibilidade, o sagrado e profano, Cristo ou Belial (2 Cor 6.14-18). Não podemos ser participantes da mesa do Senhor e dos demônios. Sustentar uma identidade cristã ao mesmo tempo que o banal. Ou irritemos ao Senhor, somos mais fortes do que Ele? (1 Cor. 10 16-22). Tudo o que não provém da Fé é pecado, o que faremos com o Silas e os demais que insistem na teoria natalina e junina com festividades cristãs? (Rm 14.23). O reflexo da profanidade e do paganismo estampa o rosto destes miseráveis pregadores e direciona este sistema de educação para diversos lados, até os mais ocultos, que o Senhor os desfará com o sopro da sua boca.

Meu repudio e minha repugnância, frente estas mentiras, tem parte com todos aqueles que estão lavados pelo sangue de Jesus e não perderam suas Bíblias e a cabeça!

Maranata, Jesus está voltando !

Fonte:
Rádio Sem  Fronteiras

Um comentário: Leave Your Comments

  1. Excelente este artigo postado.

    Vale registrar que Jesus Cristo, sobre este tão importante tema, assim escreveu para a igreja de Tiatira no Livro do Apocalipse (Ap 2:19):

    19 Eu conheço as tuas obras, e o teu AMOR, e o teu SERVIÇO, e a tua FÉ , e a tua PACIÊNCIA, e que as TUAS ÚLTIMAS OBRAS SÃO MAIS NUMEROSAS QUE AS PRIMEIRAS.


    Poderia alguém supor que, se todas estas virtudes fossem postas de um lado da balança, haveria algum pecado que, de tão negativo, pudesse anular todas estas qualidades tão sublimes para um cristão?

    Jesus com a Palavra (Ap 2:20):

    20 Mas TENHO CONTRA TI QUE TOLERAS JEZABEL, mulher que se diz profetisa; ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria;

    Jesus alerta, no Livro do Apocalipse, que tolerar as práticas de Jezabel, adversária do profeta Elias no Livro de I Reis, consiste em um pecado tão terrível que anula todas aquelas virtudes listadas em Ap 2:19.

    Vale lembrar que o profeta Elias, o qual não tolerava as práticas de Jezabel, desafiou os profetas de Baal e Asera para que, à vista de todo o Israel, fosse manifestado quem é Deus: o Senhor ou Baal (I Rs 18:19-21):

    19 Agora pois envia, ajunta a mim todo o Israel no monte Carmelo; como também os quatrocentos e cinquenta profetas de Baal, e os quatrocentos profetas de Asera, que comem da mesa de Jezabel.
    20 Então enviou Acabe a todos os filhos de Israel: e ajuntou os profetas no monte Carmelo.
    21 Então Elias se chegou a todo o povo, e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; e se Baal, segui-o. Porém o povo lhe não respondeu nada.


    Em que épocas do ano, desde o século IV até os dias de hoje, ocorre a associação das práticas de Jezabel com as celebrações cristãs? Sem dúvida, na Páscoa (ovos e coelhos de Asera), nas festas Juninas (idolatria direta do ídolo João) e no Natal (a data de 25 de dezembro, a árvore de Baal, o Noel, etc.), dentre outras.

    “Não tolerar Jezabel” significa além de se discordar de suas práticas, também se adotar uma postura ativa de alertar os servos do Senhor para que retirem estas práticas idólatras de suas vidas, tal como Elias alertou o povo de Deus no Monte Carmelo.

    Jesus ainda profetizou, em Ap 2:22-23, o que acontecerá com os que tolerarem Jezabel e suas práticas pagãs (como por exemplo no Natal, na Páscoa e nas festas juninas):

    22 Eis que a porei numa cama, e SOBRE OS QUE ADULTERAM COM ELA VIRÁ GRANDE TRIBULAÇÃO, se não se arrependerem das suas obras;
    23 E FERIREI DE MORTE A SEUS FILHOS, e todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda os rins e os corações. E darei a cada um de vós segundo as suas obras.

    Foi Jesus quem falou.

    Os ovos e os coelhos da Páscoa, o Noel, a árvore, as guirlandas, as velas e outros elementos do Natal, a própria data, 25 de dezembro, consagrada ao deus-sol, enfim, todas as práticas introduzidas sob influência de Jezabel devem ser abandonadas e rejeitadas, sob pena de se perder a Salvação.

    Da mesma forma deve-se rejeitar as festas juninas, julinas, agostinas, jesuínas (e outras variantes), assim como qualquer festividade em que haja elementos relacionados ao culto de outros deuses ou ídolos, porque a sua origem será sempre em Jezabel.

    O assunto é tão decisivo, que também foi tema central da Carta do Senhor à igreja de Pérgamo (Ap. 2:12-17). No verso 14, Jesus se refere à doutrina de Balaão, o qual induziu o povo de Deus a servir a Baal (Nm 25:3). Em Ap. 2:16, o Senhor revela que os que seguirem esta prática serão alvo de sua espada.

    Jesus está às portas, ser tal qual Elias é assegurar o mesmo destino do profeta: o arrebatamento. Não se deve ser levado pela mentira de pastores apóstatas que, derrotados pela ganância, perderam a direção de Deus e servem aos ídolos abertamente em seus templos. Elias não se deixou levar pelos sacerdotes apóstatas. Tal como na época de Elias (I Rs 19:18), o Senhor tem reservado para si servos, em todo o mundo, que não dobraram seus joelhos para Baal, os quais, em breve, encontrarão o Senhor nos ares. Sejamos uns dos tais.


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