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Eventos atuais parecem se assemelhar à terrível era da Alemanha nazista

Livros de história relatam como 6 milhões de judeus, ou mais, morreram sob a Solução Final de Hitler; mas isso foi em outra geração, e nada desse tipo poderia acontecer hoje em dia, muitos acreditam.

Afinal, as atrocidades foram bem documentadas, depois que o general Dwight Eisenhower, que depois seria presidente dos Estados Unidos, ordenou um extenso registro em vídeos e fotos dos horrores descobertos por tropas americanas que libertaram os campos de concentração na Alemanha.



Eventos atuais parecem se assemelhar à terrível era da Alemanha nazista


Eisenhower explicava suas instruções à medida que as câmeras da mídia e dos militares gravavam as cenas, dizendo:
“Fiz a visita deliberadamente; assim tenho provas, em primeira-mão, sobre tudo isso, na eventualidade de que porventura no futuro surja a ideia de atribuir tais alegações a ‘mera propaganda’”.
Mas, de acordo com o jornal Washington Post, torcedores do Reino Unido ainda hoje podem comprar cachecóis e adesivos onde se lê: “Proibido judeus”. E um poeta alemão ganhador de um Prêmio Nobel recentemente culpou Israel em público de ameaçar uma “paz mundial que já é frágil”. Na França, o recente massacre de um homem armado visava judeus, e em Rutger, Nova Jersey, a edição de “1º de abril” de um editorial “exaltava Adolf Hitler”.

Isso fornece a base para o DVD chamado “The Forgotten People” (O Povo Esquecido), cujo trailer Clique AQUI.



Isso explica em detalhes o motivo de haver um Dia Internacional do Holocausto, para ser observado como o dia em que Israel se lembra dos cerca de 6 milhões de judeus que pereceram no holocausto. O DVD relata como foi feita a descoberta dos campos da morte na Alemanha, quando um dos subcampos do famoso campo de Buchenwald foi capturado pelas forças aliadas.

Dos 250.000 judeus prisioneiros mantidos lá, apenas 4.000 ainda estavam vivos, explica o DVD. Ainda hoje, “apesar de montanhas de provas”, os negadores do holocausto crescem em uma nova onda de antissemitismo em escala mundial, explica o DVD.

O projeto, de autoria da organização Proclaiming Justice to the Nations, explica que os cristãos, em sua grande maioria, se mantiveram em silêncio à medida que o holocausto era revelado. E a produtora Lauria Cardoza-Moore documenta o crescimento do ódio aos judeus, e o mais preocupante, “os paralelos entre o nazismo e o islamismo radical, e por que os cristãos precisam tomar o lado da justiça e defender as pessoas e a nação de Israel”.

No vídeo, o especialista em terrorismo Walid Shoebat afirma que o holocausto “nunca realmente terminou”.

Eventos atuais parecem se assemelhar à terrível era da Alemanha nazista

Brad Young, professor de pós-graduação em teologia, afirma: “Escolas, educadores e professores cristãos precisam lidar com o problema do antissemitismo cristão”. James Woolsey, ex-diretor da CIA, fala sobre os inimigos de Israel: “A solução deles, quando falam em ocupar a Palestina, está se referindo a Tel Aviv. Eles querem destruir o estado judeu”.

O DVD alerta que apesar de toda a documentação, hoje em dia o número de negadores do holocausto (os que dizem que ele nunca aconteceu) está crescendo “como uma onda mundial de antissemitismo que atinge níveis não vistos desde a ascensão da Alemanha nazista”.

Cardoza-Moore documenta o crescimento do ódio aos judeus, e o mais preocupante, “os paralelos entre o nazismo e o islamismo radical, e por que os cristãos precisam tomar o lado da justiça e defender as pessoas e a nação de Israel”.

O dia em memória do holocausto foi inaugurado em 1950 pelo primeiro-ministro de Israel David Ben-Gurion e pelo presidente Yatzhak Ben-Zvi. O dia é celebrado em dias variados durante a primavera. Muitas comunidades acendem velas e recitam o kadish, a oração dos mortos.

Fontes:

http://www.midiailluminati.com/2012/05/eventos-atuais-parecem-se-assemelhar.html

http://juliosevero.blogspot.com.br/2012/05/estaria-o-holocausto-prestes-se-repetir.html 

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