background img
O governo brasileiro criou o Pacto Nacional de Enfrentamento às Violações de Direitos Humanos na internet, ou Humaniza Redes para os mais íntimos ;-)

Mas podem ficar tranquilos, pois esta ferramenta nos "protegerá" de todos os perigos das redes sociais.

- Oooooh que legaaaaaaal!

Confira o vídeo e entenda melhor o caso.



O mais incrível é que todo o dinheiro para manter esta campanha milionária está saindo do nosso bolso!

- Governo, se querem humanizar as redes sociais, que tal começarem humanizando a saúde, a educação, a segurança, ou até mesmo os benefícios concedidos aos políticos?!

Abraços,

Otário Anonymous,

Fonte: Canal do Otário

Humaniza Redes #DesumanizaRedes

O governo brasileiro criou o Pacto Nacional de Enfrentamento às Violações de Direitos Humanos na internet, ou Humaniza Redes para os mais íntimos ;-)

Mas podem ficar tranquilos, pois esta ferramenta nos "protegerá" de todos os perigos das redes sociais.

- Oooooh que legaaaaaaal!

Confira o vídeo e entenda melhor o caso.



O mais incrível é que todo o dinheiro para manter esta campanha milionária está saindo do nosso bolso!

- Governo, se querem humanizar as redes sociais, que tal começarem humanizando a saúde, a educação, a segurança, ou até mesmo os benefícios concedidos aos políticos?!

Abraços,

Otário Anonymous,

Fonte: Canal do Otário

Você provavelmente está acostumado a ver armas de raio em jogos, como Call of Duty, ou em filmes, como “Star Wars” e “Star Trek”. Limitadas à ficção, elas dispensam o uso de projéteis para usar raios no lugar — e também são mais precisas e têm maior dano.

Porém, de acordo com relato do Defense One, o exército norte-americano está testando armas "elétricas" para uso contra eletrônicos durante confrontos. A publicação ainda comenta que elas não parecem como "algo visto antes, com aquela aparência de desenho animado". A "raygun" seria acoplada a um rifle M4, como uma baioneta.

Batizado de "Burke's Pulsar", o dispositivo utiliza pequenas antenas e a energia da explosão que é convertida em energia elétrica. O nome desse efeito é piezoelétrico.

Assim que a eletricidade é formada, ela é enviada pelo "cano" e então espalhada pela frente do atirador. A distância e o poder de fogo do gadget ainda são confidenciais, segundo o exército.

De acordo com o Defense, uma arma desse calibre, sem disparar projéteis, serve para impedir que veículos avancem, desabilitar bombas e até celulares. A Burke's Pulsar deve custar em torno de US$ 1 mil (R$ 2,9 mil) por unidade para o exército.

Fontes: Defense One, Tecmundo

Ficção? Exército norte-americano testa arma de raio

Você provavelmente está acostumado a ver armas de raio em jogos, como Call of Duty, ou em filmes, como “Star Wars” e “Star Trek”. Limitadas à ficção, elas dispensam o uso de projéteis para usar raios no lugar — e também são mais precisas e têm maior dano.

Porém, de acordo com relato do Defense One, o exército norte-americano está testando armas "elétricas" para uso contra eletrônicos durante confrontos. A publicação ainda comenta que elas não parecem como "algo visto antes, com aquela aparência de desenho animado". A "raygun" seria acoplada a um rifle M4, como uma baioneta.

Batizado de "Burke's Pulsar", o dispositivo utiliza pequenas antenas e a energia da explosão que é convertida em energia elétrica. O nome desse efeito é piezoelétrico.

Assim que a eletricidade é formada, ela é enviada pelo "cano" e então espalhada pela frente do atirador. A distância e o poder de fogo do gadget ainda são confidenciais, segundo o exército.

De acordo com o Defense, uma arma desse calibre, sem disparar projéteis, serve para impedir que veículos avancem, desabilitar bombas e até celulares. A Burke's Pulsar deve custar em torno de US$ 1 mil (R$ 2,9 mil) por unidade para o exército.

Fontes: Defense One, Tecmundo

Em prol do lucro, câncer e outras doenças, projeto que retira aviso sobre transgênicos é aprovado na Câmara para saciar bolso de bancada ruralista e agroempresariado.

A Câmara dos Deputados aprovou ontem (28) o projeto que acaba com a exigência de afixar o símbolo de transgenia nos rótulos dos mortais produtos geneticamente modificados (OGM) destinados a consumo humano. O texto modifica a Lei 11.105/2005 que determinava a obrigação da informação em todos os produtos destinados a consumo humano que contivessem ou fossem produzidos com OGM ou derivados, por exemplo, milho, soja, arroz, óleo de soja e fubá e tantos outros alimentos industrializados que se consomem atualmente.

Assim como ocorreu com a aprovação do projeto de lei sobre a biodiversidade, o debate sobre o fim da exigência do rótulo colocou em oposição deputados da bancada ruralista e defensores do meio ambiente, que argumentaram que o projeto retira o direito de quem consome de saber o que está comprando.

“O projeto é excelente, garantimos o direito do consumidor de ser informado”, ousou dizer o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), membro da bancada ruralista. Segundo ele, 90% da soja e do milho comercializados no Brasil têm produtos transgênicos em sua composição. “Nós não podemos, nós mesmos, criar obstáculos para o consumo dos nossos produtos. O agronegócio é que alimenta o país”, afirmou o deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), relator da matéria na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio.

“Eu queria alertar que esse projeto visa a diminuir o nível de informações que tem hoje. Ele não está acrescentando nada; ele está retirando o direito do consumidor de saber que produto está levando para a sua casa”, disse o líder do PV, Sarney Filho (MA). “Se hoje o agronegócio é uma das atividades que beneficia o Brasil, se é uma atividade dinâmica, ele tem a responsabilidade de informar corretamente o consumidor”, completou.

“Se todo mundo aqui diz que o transgênico é uma maravilha, porque quer retirar o símbolo [que identifica o produto] do rótulo. Isso é muito contraditório”, ressaltou o vice-líder do PT, Alessandro Molon (RJ).
O deputado Ivan Valente (Psol-SP) afirmou que, enquanto outros países proíbem completamente o uso de alimentos transgênicos, no Brasil se busca “desobrigar a rotulagem dos transgênicos e excluir o símbolo de identificação”. Ivan Valente depois afirmou que não existe consenso se os transgênicos fazem ou não mal à saúde.

Ao fim da votação, os deputados contrários ao projeto conseguiram retirar do texto trecho que determinava que os alimentos que não contêm transgênicos só poderiam inserir na embalagem a informação “livre de transgênicos”, somente se houvesse produtos “similares transgênicos no mercado brasileiro e comprovada a total ausência no produto de organismos geneticamente modificados, por meio de análise específica.” “Não há motivo para inserir essa restrição no projeto”, disse Molon. O texto agora vai para análise e votação dos senadores.

Fontes:EBC e Câmara , Uniomystikaum


Transgênicos: aprovado projeto que acaba com exigência de informação no rótulo

Em prol do lucro, câncer e outras doenças, projeto que retira aviso sobre transgênicos é aprovado na Câmara para saciar bolso de bancada ruralista e agroempresariado.

A Câmara dos Deputados aprovou ontem (28) o projeto que acaba com a exigência de afixar o símbolo de transgenia nos rótulos dos mortais produtos geneticamente modificados (OGM) destinados a consumo humano. O texto modifica a Lei 11.105/2005 que determinava a obrigação da informação em todos os produtos destinados a consumo humano que contivessem ou fossem produzidos com OGM ou derivados, por exemplo, milho, soja, arroz, óleo de soja e fubá e tantos outros alimentos industrializados que se consomem atualmente.

Assim como ocorreu com a aprovação do projeto de lei sobre a biodiversidade, o debate sobre o fim da exigência do rótulo colocou em oposição deputados da bancada ruralista e defensores do meio ambiente, que argumentaram que o projeto retira o direito de quem consome de saber o que está comprando.

“O projeto é excelente, garantimos o direito do consumidor de ser informado”, ousou dizer o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), membro da bancada ruralista. Segundo ele, 90% da soja e do milho comercializados no Brasil têm produtos transgênicos em sua composição. “Nós não podemos, nós mesmos, criar obstáculos para o consumo dos nossos produtos. O agronegócio é que alimenta o país”, afirmou o deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), relator da matéria na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio.

“Eu queria alertar que esse projeto visa a diminuir o nível de informações que tem hoje. Ele não está acrescentando nada; ele está retirando o direito do consumidor de saber que produto está levando para a sua casa”, disse o líder do PV, Sarney Filho (MA). “Se hoje o agronegócio é uma das atividades que beneficia o Brasil, se é uma atividade dinâmica, ele tem a responsabilidade de informar corretamente o consumidor”, completou.

“Se todo mundo aqui diz que o transgênico é uma maravilha, porque quer retirar o símbolo [que identifica o produto] do rótulo. Isso é muito contraditório”, ressaltou o vice-líder do PT, Alessandro Molon (RJ).
O deputado Ivan Valente (Psol-SP) afirmou que, enquanto outros países proíbem completamente o uso de alimentos transgênicos, no Brasil se busca “desobrigar a rotulagem dos transgênicos e excluir o símbolo de identificação”. Ivan Valente depois afirmou que não existe consenso se os transgênicos fazem ou não mal à saúde.

Ao fim da votação, os deputados contrários ao projeto conseguiram retirar do texto trecho que determinava que os alimentos que não contêm transgênicos só poderiam inserir na embalagem a informação “livre de transgênicos”, somente se houvesse produtos “similares transgênicos no mercado brasileiro e comprovada a total ausência no produto de organismos geneticamente modificados, por meio de análise específica.” “Não há motivo para inserir essa restrição no projeto”, disse Molon. O texto agora vai para análise e votação dos senadores.

Fontes:EBC e Câmara , Uniomystikaum



Projeto pioneiro não dá certo e causa polêmica na comunidade científica

Pela primeira vez na história, embriões humanos foram geneticamente modificados. Junjie Huang, geneticista na Universidade de Sun Yat-sen, em Guangzhou, na China, confirmou que sua equipe modificou o gene responsável por uma doença sanguínea fatal em embriões inviáveis - aqueles que não resultam em um feto.

A equipe de Huang usou uma técnica bem conhecida na ciência genética chamada CRISPR/Cas9. Basicamente, os cientistas injetam, em um embrião, uma enzima que pode ser programada para se ligar a tala de DNA num local específico do gene. Durante o processo, é introduzida uma outra molécula para esse local para reparar defeitos genéticos. Até hoje, não existem outros relatos do uso dessa técnica em um embrião humano.

Os cientistas chineses usaram 86 embriões-teste obtidos a partir de clínicas de fertilidade. Por terem um conjunto extra de cromossomos eles eram inviáveis, o que significa que não formariam fetos. Após a injeção de enzima nos embriões, a equipe esperou 48 horas para que a molécula de DNA reconhecesse a enzima substituta.

15 embriões morreram e 71 sobreviveram. Desses, 54 foram analisados e apenas 28 (a metade) mostraram uma união bem sucedida. A maioria dos embriões rejeitou a enzima extra. Huang admitiu que a experiência não foi um sucesso e encerrou as pesquisas.

Polêmica entre cientistas
Os resultados reacendem um debate antigo na comunidade científica. Por um lado existem os cientistas que acreditam que a alteração do genoma humano pode prevenir doenças genéticas; e, por outro, há aqueles que acreditam que os efeitos de alteração genética não podem ser previstos e podem ser devastadores para a humanidade.

Mesmo se a taxa de sucesso fosse de 100%, a maioria dos cientistas alegam que essa técnica é antiética. Segundo eles, alterações genéticas em um embrião humano são repassados ​​para a prole e os efeitos sobre as gerações futuras são imprevisíveis.

Fontes: RevistaGalileu , Discovery

Cientistas modificaram geneticamente um embrião humano pela primeira vez

Projeto pioneiro não dá certo e causa polêmica na comunidade científica

Pela primeira vez na história, embriões humanos foram geneticamente modificados. Junjie Huang, geneticista na Universidade de Sun Yat-sen, em Guangzhou, na China, confirmou que sua equipe modificou o gene responsável por uma doença sanguínea fatal em embriões inviáveis - aqueles que não resultam em um feto.

A equipe de Huang usou uma técnica bem conhecida na ciência genética chamada CRISPR/Cas9. Basicamente, os cientistas injetam, em um embrião, uma enzima que pode ser programada para se ligar a tala de DNA num local específico do gene. Durante o processo, é introduzida uma outra molécula para esse local para reparar defeitos genéticos. Até hoje, não existem outros relatos do uso dessa técnica em um embrião humano.

Os cientistas chineses usaram 86 embriões-teste obtidos a partir de clínicas de fertilidade. Por terem um conjunto extra de cromossomos eles eram inviáveis, o que significa que não formariam fetos. Após a injeção de enzima nos embriões, a equipe esperou 48 horas para que a molécula de DNA reconhecesse a enzima substituta.

15 embriões morreram e 71 sobreviveram. Desses, 54 foram analisados e apenas 28 (a metade) mostraram uma união bem sucedida. A maioria dos embriões rejeitou a enzima extra. Huang admitiu que a experiência não foi um sucesso e encerrou as pesquisas.

Polêmica entre cientistas
Os resultados reacendem um debate antigo na comunidade científica. Por um lado existem os cientistas que acreditam que a alteração do genoma humano pode prevenir doenças genéticas; e, por outro, há aqueles que acreditam que os efeitos de alteração genética não podem ser previstos e podem ser devastadores para a humanidade.

Mesmo se a taxa de sucesso fosse de 100%, a maioria dos cientistas alegam que essa técnica é antiética. Segundo eles, alterações genéticas em um embrião humano são repassados ​​para a prole e os efeitos sobre as gerações futuras são imprevisíveis.

Fontes: RevistaGalileu , Discovery

Reportagem da BBC se infiltrou em empresa que fabrica iPhones 6, da Apple
Imagens registradas com a ajuda de câmeras escondidas pelo programa Panorama, da BBC, dentro de uma fábrica que monta iPhones e iPads na China mostram operários exaustos e situações de trabalho que parecem não condizer com padrões de boa conduta da Apple.

Em 2010, após 14 cometerem suicídio em outra fábrica que produzia iPhones, a Apple prometeu proteger os trabalhadores.

A BBC foi investigar se a situação mudou. Sem se identificar, repórteres foram contratados para trabalhar na fábrica por meio de agências de emprego.

O programa constatou longas jornadas, documentos de identidade sendo confiscados de funcionários e operários exaustos dormindo nas linhas de produção da empresa Pegatrom, onde são montados iPhones e iPads.

A Pegatron, que administra a fábrica, diz que está investigando cuidadosamente as alegações da BBC e tomará todas as medidas necessárias.

A Apple diz que trabalha em conjunto com fornecedores para prevenir horas extras em excesso e alega que faz mais do que qualquer outra empresa para garantir condições de trabalho justas e seguras.

Após a exibição do programa Panorama pela BBC, no Reino Unido, o vice-presidente-sênior de operações da Apple, Jeff Williams, disse por e-mail que a reportagem dava a entender que a empresa não está melhorando as condições de trabalho em sua cadeia produtiva. "Nada está mais longe da verdade", afirmou.

Williams afirmou ainda que ele e o executivo-chefe da empresa, Tim Cook, ficaram "profundamente ofendidos com a ideia de que Apple estaria quebrando uma promessa com os trabalhadores em nossos fornecedores ou enganar os clientes de alguma maneira".



Fonte: BBC Brasil

Câmera escondida revela abuso contra empregados em fabricante da Apple na China

Reportagem da BBC se infiltrou em empresa que fabrica iPhones 6, da Apple
Imagens registradas com a ajuda de câmeras escondidas pelo programa Panorama, da BBC, dentro de uma fábrica que monta iPhones e iPads na China mostram operários exaustos e situações de trabalho que parecem não condizer com padrões de boa conduta da Apple.

Em 2010, após 14 cometerem suicídio em outra fábrica que produzia iPhones, a Apple prometeu proteger os trabalhadores.

A BBC foi investigar se a situação mudou. Sem se identificar, repórteres foram contratados para trabalhar na fábrica por meio de agências de emprego.

O programa constatou longas jornadas, documentos de identidade sendo confiscados de funcionários e operários exaustos dormindo nas linhas de produção da empresa Pegatrom, onde são montados iPhones e iPads.

A Pegatron, que administra a fábrica, diz que está investigando cuidadosamente as alegações da BBC e tomará todas as medidas necessárias.

A Apple diz que trabalha em conjunto com fornecedores para prevenir horas extras em excesso e alega que faz mais do que qualquer outra empresa para garantir condições de trabalho justas e seguras.

Após a exibição do programa Panorama pela BBC, no Reino Unido, o vice-presidente-sênior de operações da Apple, Jeff Williams, disse por e-mail que a reportagem dava a entender que a empresa não está melhorando as condições de trabalho em sua cadeia produtiva. "Nada está mais longe da verdade", afirmou.

Williams afirmou ainda que ele e o executivo-chefe da empresa, Tim Cook, ficaram "profundamente ofendidos com a ideia de que Apple estaria quebrando uma promessa com os trabalhadores em nossos fornecedores ou enganar os clientes de alguma maneira".



Fonte: BBC Brasil

Curta-nos no Facebook Siga-nos no Twitter Assine os Feeds Entre em contato