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9/14/2014

Ascensão e queda dos EUA.: O mistério chamado 'Shemitá'

Quando Jonathan Cahn escreveu seu best-seller "The Harbinger", Deus começou a mostrar-lhe uma nova esfera de mistérios. Eles estão por trás de tudo - desde guerras mundiais à ascensão e queda de nações, à recessão econômica e até mesmo colapso financeiro. Sim, isso afeta o seu/nosso futuro!

É possível que exista um mistério de 3.000 anos a partir das páginas da Bíblia que ...

*Tem determinado o curso da sua vida sem você saber?

*Revelado as datas e as horas das maiores quedas da história da Bolsa de Wall Street, antes que acontecessem?

*Determinado o tempo do ataque de 11 de setembro de 2001?

*Está por trás da origem da América como superpotência global ... e TAMBÉM DE SUA QUEDA?

*Previu a ascensão e queda do mercado de ações do mundo ao longo dos tempos modernos?

O mais importante: O SHEMITÁ AMPLAMENTE ESQUECIDO DETÉM A CHAVE PARA O QUE ESTÁ POR VIR AO MUNDO ?

Jonathan Cahn diz o Shemitá já está afetando sua vida, e isso afetará o seu futuro.

"*Como a Grande Depressão e outros eventos econômicos se encaixam no Shemitá?
*Como o "padrão dos sete" previu o 11 de setembro para a hora exata?
*Como o World Trade Center foi concebido, começou sua construção e terminou por ser destruído, nos anos do Shemitá ?
*Como a ascensão e, possivelmente, a queda da América podem estar ligados ao exercício da Shemitá ?

O próximo Shemitá vai ocorrer a partir de setembro 2014 (nesse mês) a setembro de 2015. Será que Deus já nos deu pistas sobre o que vai acontecer a seguir? Junte-se a Jonathan Cahn como ele decodifica O Mistério da Shemitá e sua relevância para os nossos tempos."

Shemitá (hebraico): שמיטה, literalmente "libertação"), também chamado de Ano Sabático, é o sétimo ano do ciclo de sete anos da agricultura ordenado pela Torá para o povo de Israel.
Assim como o sábado é o descanso semanal das pessoas e dos animais, a terra também tem o seu sábado: seis anos são para a semeadura, mas o sétimo ano é de descanso.
Neste sétimo ano, é proibido semear o campo, podar a vinha, segar o que nascer da seara e colher as uvas da vinha não podada.
Apenas o produto do descanso da terra servirá como alimento, inclusive o gado e os animais da terra.
Após sete períodos de sete anos, o quinquagésimo ano é santificado - este é o ano do jubileu.

Elul 29



Referência:Sidroth

Fonte: Youtube - fconst42
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9/13/2014

Proposta sobre juros Bancários

Os juros do cheque especial, cartão de crédito e crédito pessoal beiram as taxas de 20% a.m. Agora queremos ouvir as propostas dos candidatos. Participe!

Escrito por Wenderson Wanzeller



ENTENDA

A presidente candidata Dilma Rousseff, que já recebeu mais de R$ 6 Milhões em doações do Banco BTG Pactual, e que também faz vista grossa aos juros de quase 20% ao mês em operações de crédito pessoal (para pessoa física), agora insinua que, dar mais autonomia ao banco central, seria entregar o poder de nossas vidas aos banqueiros.

Veja a seguir um dos exemplos de propaganda eleitoral feitos pela presidente:



Se por um lado a presidente Dilma e o PT já receberam milhões em doações do Banco BTG Pactual, por outro, tanto Marina Silva quanto Aécio Neves, também já receberam vultuosas quantias doadas pelo Banco Itaú.

Aliás, os Bancos Itaú e o BTG Pactual estão participando significativamente dessas eleições. O Itaú, por exemplo, já doou mais de R$ 10 milhões. Foram beneficiados 3 candidatos a presidente, 10 a governador, 2 a senador e 34 a deputado federal. Já o Banco BTG optou pelos comitês. Até o momento, os dois bancos já doaram (juntos) mais de R$ 17 milhões para 5 partidos políticos.
Para consultar estas informações e verificar as doações de outros bancos ou empresas, acesse o SPCE (Sistema de Prestação de Contas Eleitorais do TSE) clique aqui.

Desafio

Juntos, nós já fizemos coisas incríveis. E é por esse motivo que convoco para mais um desafio, as centenas de internautas que participam ativamente de nossas demandas.

Como fizemos nas vezes anteriores, nós vamos enviar por e-mail a cópia do texto que está aqui no topo deste artigo. O objetivo, dessa vez, é o de convidarmos os candidatos para que apresentem propostas objetivas em relação ao futuro dos juros bancários no Brasil. Especificamente, os juros do cheque especial, do cartão de crédito e do empréstimo pessoal que, individualmente, chegam a cobrar absurdas taxas de 20% ao mês.

Se tudo der certo, no dia 22 de setembro nós publicaremos aqui no site do Canal do Otário e no canal do Dr. Grana no YouTube – e sem nenhum corte – um compilado de todos as respostas dos candidatos. 

E agora é com você Espartano. Copie o texto do modelo, citado no logo abaixo deste artigo, envie-o para os candidatos e compartilhe a nossa demanda pedindo para que todos os seus amigos façam o mesmo. O texto já está pronto. Só não esqueça de mandar uma cópia para juros@doutorgrana.com.br, que é para acompanharmos e cobrarmos as respostas de nossos candidatos.

E só para garantir, mande também um twitter com o link do vídeo para os candidatos: @AecioNeves @Dilmabr @EduardoJorge43 @Eymaeloficial @levyfidelix @lucianagenro @silva_marina @MauroIasi @Everaldo_20 @zemaria_pstu @Ruicpimenta29

Modelo de e-mail

Para: psdb.imprensa@psdb.org.br; imprensaptbsb@gmail.com; nacional.pv@gmail.com; secretaria@psdc.org.br; prtb@prtb.org.br; contato@lucianagenro.com.br; contato@equipe40.com.br; imprensa@mauroiasi.com.br; faleconosco@psc.org.br; imprensa@pco.org.br; assessoria@pstu.org.br
Cc: juros@doutorgrana.com.br

Prezado(a)s candidato(a)s:
Gostaria de sua participação no debate aberto sobre os juros bancários no Brasil, levando-se em consideração o conteúdo do vídeo-convite abaixo.
Peço por favor que não cite nenhum outro candidato em sua apresentação, pois meu único objetivo é o de conhecer as suas propostas em relação ao tema abordado.
Vídeo-convite:
youtu.be/uAMwkWZ4KLw

Atenciosamente,
Seu nome – Cidade e Estado
 

Wenderson Wanzeller, Jornalista, atuário, apresentador de TV, radialista e ator. Criador do Canal Doutor Grana, no Youtube.

Fonte: Canal do Otário
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9/12/2014

Jornalista investigativo dos EUA diz que CIA está envolvida no 'assassinato' de Eduardo Campos

Imagem: Reprodução / PressTV
Por: Lígia Ferreira - Folha Política

O jornalista Wayne Madsen se especializou em inteligência e relações internacionais, tornando-se conhecido por suas denúncias, de repercussão mundial, a respeito da espionagem empreendida pela NSA - National Security Agency.

Wayne trabalhou, após sair da Marinha dos Estados Unidos, para a RCA como consultor governamental para contratos com a NSA.

O norte-americano acredita que o avião de Eduardo Campos foi derrubado propositalmente, e que nesse acidente houve envolvimento da CIA, agência de inteligência norte-americana.

O artigo

Sua posição é apresentada no artigo "All factors point to CIA aerially assassinating Brazilian presidential candidate", no site da "Strategic Culture Foundation". Como argumentos para sua tese, o jornalista enfatiza três pontos: o modelo do avião tinha um histórico perfeito em relação à segurança de vôo; a caixa-preta do avião não registrou o vôo; e o avião foi comprado com o uso de empresas fantasma, ficando pouco claro quem era o verdadeiro proprietário da aeronave. Este último aspecto, para o jornalista, é o que chama mais a atenção, e seria uma das marcas registradas das ações da CIA - Central Intelligence Agency.

Imagem: Reprodução/Strategic Culture Foundation


Ainda segundo o jornalista, a agência que enviou uma equipe ao Brasil para investigar o acidente seria, na verdade, especializada em acobertar ações criminosas.

Motivação

A motivação para o assassinato de Campos seria sua substituição por Marina Silva, que seria, de acordo com ele, "a George Soros puppet", isto é, uma 'queridinha' do movimento da globalização dirigida e da 'sociedade civil', movimento este financiado pelo bilionário George Soros. Segundo ele, Marina teria mais chances de ser eleita e, uma vez eleita, seria muito mais favorável aos interesses do governo Barack Obama, presidente dos EUA, que o governo atual.

Imagem: Reprodução
"The plane crash that killed Brazilian presidential candidate Eduardo Campos, who was running in second place behind incumbent President Dilma Rousseff, has severely harmed Rousseff’s chances for re-election. Campos’s successor on the ticket, former Green Party leader Marina Silva, a George Soros puppet, now stands a very good chance of unseating Rousseff in an expected run-off election.", introduziu.

Para Madsen, a 'Terceira Via' é um movimento internacional, utilizado por políticos financiados por George Soros, para se infiltrar em partidos históricos de esquerda. O grupo não veria problemas no assassinato de um de seus membros para promover outro, como seria o caso no Brasil. Na opinião do jornalista, a morte de Eduardo Campos é uma cópia exata do assassinato do primeiro-ministro de Portugal Sá-Carneiro. Neste caso, os beneficiários da ação seriam Marina Silva e seus aliados.

Neste artigo, Madsen não apresentou provas, restringindo-se a especulações e comparações com estudos anteriores e informações a respeito do modus operandi da CIA e de supostos interesses da administração Obama e dos EUA na ocorrência.

Controvérsia e histórico

A despeito de ser colunista dos mais diversos jornais e sites, além de ter sido convidado para os mais variados programas de televisão, o jornalista é visto, também, com ceticismo. Devido aos temas que aborda e em razão, também, da maneira como discorre sobre os mais diversos assuntos de política internacional, chegou a ser classificado, por críticos, como "teórico da conspiração". Wayne alega ter trabalhado, também, para a NSA, quando ocupava o cargo de tenente na US Navy (Marinha dos Estados Unidos).

Em 1999, Wayne foi ouvido, como testemunha, pelo Parlamento Europeu a respeito dos programas de espionagem da NSA, em especial o "ECHELON". Na ocasião, declarou acreditar que a prioridade do programa, destinado a interceptações telefônicas, passou a ser levantar informações relevantes para a economia dos Estados Unidos, com o objetivo favorecer as empresas do país.

Fontes: SemeandoFolha Política
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Brasil pode ser o primeiro a aprovar eucalipto transgênico

Variedade desenvolvida pela FuturaGene / Suzano pode ser a primeira árvore transgênica plantada em todo mundo; estudos apresentados são insuficientes para garantir a segurança. Maior produtor mundial de celulose, o Brasil está perto de despontar como o primeiro país a liberar comercialmente o plantio de eucalipto geneticamente modificado. Experimentos de empresas florestais estão em campo há quase uma década e uma variedade transgênica que promete produtividade 20% maior — em tempo de crescimento — poderá ser aprovada ainda neste ano pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). A introdução de um novo gene na planta reduziu de sete para cinco anos e meio o período entre plantio e colheita e aumentou o diâmetro do tronco.

O Greenpeace participou da audiência pública sobre o eucalipto transgênico, realizada pela CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança). O encontro é parte do processo de liberação comercial da variedade de eucalipto geneticamente modificada da FuturaGene / Suzano Papel e Celulose, desenvolvida com o objetivo de produzir mais celulose em menos tempo.

A audiência contou com a participação de representantes das empresas envolvidas, membros da CTNBio, cientistas autônomos, representantes de Ministérios, apicultores e representantes de ONGs e movimentos sociais. Caso o pedido seja aprovado pela CTNBio, o Brasil será o primeiro país do mundo a plantar árvores transgênicas em escala comercial.

Se o uso indiscriminado de soja, milho e algodão transgênicos já é preocupante, o pedido de liberação comercial feito pela FuturaGene / Suzano polemiza a questão ainda mais. Árvores vivem por muito mais tempo e fazem parte de cadeias alimentares naturais e de ecossistemas complexos, e portanto representam ameaças ambientais de longo prazo para ecossistemas ricos em biodiversidade - ameaças que podem ser difíceis (se não impossíveis) de prever e avaliar. O escape de pólen ou semente de árvores de eucalipto geneticamente modificadas pode colocar em risco a vida natural.

Variedade produzida em laboratório em São Paulo, na Bahia e no Piauí , Foto: Divulgação / Futuragene
“Não é à toa que nenhum país do mundo tenha autorizado o plantio comercial de árvores transgênicas até hoje”, lembra Gabriela Vuolo, coordenadora da campanha de agricultura e alimentação do Greenpeace Brasil. “É importante que a CTNBio tenha realizado esta audiência pública, porque ficou ainda mais claro que a liberação desta variedade transgênica de eucalipto poderá trazer danos seríssimos para o meio ambiente, para a população e para a economia”, acrescenta ela.

Durante a audiência, diversas intervenções pontuaram a insuficiência ou inadequação dos estudos apresentados pela FuturaGene / Suzano. Perguntada, a empresa declarou que não realizou, por exemplo, estudos específicos para comparar o consumo de água da variedade transgênica com a variedade convencional. Representante do Ministério do Meio Ambiente afirmou que não foram apresentados estudos de longa duração, e lembrou que os efeitos da soja e do milho transgênicos no médio e longo prazo não foram positivos. Destacou-se também que a Convenção de Biodiversidade, da qual o Brasil é signatário, recomenda cautela com relação a árvores geneticamente modificadas.

O representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário alertou que os estudos realizados para avaliar os efeitos do eucalipto nas abelhas e na produção de mel são insatisfatórios, pois levaram em conta apenas cinco colmeias de uma única localidade. Cerca de 25% do mel produzido no Brasil vem do eucalipto, e a pesquisa apresentada pela FuturaGene / Suzano não avalia os aspectos nutricionais do mel produzido a partir de pólen trangênico, tampouco sua toxicidade ou alergenicidade.

A Associação Brasileira dos Exportadores de Mel (ABEMEL) se mostrou preocupada com a possível liberação: como não há aprovação desta variedade em nenhum outro lugar do mundo, as exportações brasileiras de mel e própolis poderão ser afetadas, numa situação semelhante à ocorrida no México em 2011.

“Com base nos estudos apresentados, não dá pra dizer que o mel produzido a partir destes eucaliptos é seguro para consumo”, alerta Gabriela. E questiona: “O que vai acontecer com os 350 mil apicultores brasileiros que dependem da produção de mel para sobreviver? E a produção orgânica de mel, própolis, pólen e geleia real? Liberar o eucalipto transgênico sem estas respostas é uma temeridade, uma irresponsabilidade”.

Selo FSC

Outra preocupação levantada foi a de que os critérios do FSC (Forest Stewardship Council) não aceitam variedades transgênicas para certificação florestal.

A Assembleia Geral do FSC se reúne na Espanha, na próxima semana, e a Campanha Internacional para Parar Árvores Geneticamente Modificadas (CSGET, na sigla em inglês) irá apresentar uma carta, pedindo que o FSC se desvincule da Suzano caso a liberação do eucalipto transgênico seja aprovada no Brasil.

Vejam estes videos da audiência pública :






Um conjunto de organizações lideradas pelo Movimiento Mundial pelos Bosques (http://www.wrm.org.uy) e pelo Global Justice Ecology Project (http://www.globaljusticeecology.org) lançou no ano de 2008 uma campanha internacional contra a liberação de árvores transgênicas.

Fontes: Greenpeace , Revista Globo Rural , Exame Abril , Pratos Limpos , Gondola Segura , Forum Anti Nova Ordem Mundial
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Como Vivem os Políticos na Suécia: um Trecho Revelador de um Novo Livro

No jornal Aftonbladet, o primeiro-ministro sueco dá dicas de limpeza.
Claudia Wallin, jornalista brasileira radicada na Suécia, acaba de lançar um livro sobre os políticos suecos – “Um País Sem Excelências e Mordomias” (Geração Editorial). Abaixo, um trecho que retrata, em detalhes, a cultura escandinava.

”É preciso aceitar os sacrifícios que se avizinham”, murmura para si próprio um sueco no momento revelador em que a sua real vocação para a carreira política se manifesta como um desejo irrefreável. ”Serão abomináveis os desafios”, alerta um forasteiro: os cintos apertados como os da amorfa massa do povo, a ausência de alegres comitivas de inúteis, os apartamentos funcionais que lembram quartos de hotéis de duas estrelas, a falta que hão de fazer os batalhões de assessores e parasitas. Quando tal provação parecer insuportável, será prudente invocar Mímir, o deus venerado pelos vikings por sua sabedoria infinita e pela cabeça que, mesmo decepada pelos inimigos, continua a pensar.

A Suécia não oferece luxo aos seus políticos: nesta sociedade essencialmente igualitária, a classe política não tem o status de uma elite bajulada e nem os privilégios de uma nobreza encastelada no poder. Sem direito a imunidade, políticos suecos podem ser processados e condenados como qualquer cidadão. Sem carros oficiais e motoristas particulares, deputados se acotovelam em ônibus e trens, como a maioria dos cidadãos que representam.

Sem salários vitalícios, não ganham a merecida aposentadoria após alguns poucos anos de trabalho pelo bem do povo. Sem secretária particular na porta, banheiro privativo ou copa com cafezinho, os gabinetes parlamentares são espartanos e diminutos como a sala de um funcionário de repartição pública. Sem verbas indenizatórias para alugar escritório nas bases eleitorais, deputados suecos usam a própria casa, a sede local do partido ou a biblioteca pública para trabalhar quando estão em suas regiões de origem.

”Está bom, mas pode ficar melhor”, resmunga o motorista de táxi que me leva do aeroporto de Arlanda ao centro de Estocolmo, a capital sueca. Ele reclama indignado, como tantos outros, do valor do salário líquido de um deputado do Parlamento sueco: horror dos horrores, é cerca de 50 por cento a mais do que ganha em média um professor primário no país. Um privilégio indefensável, que na lógica do motorista deveria estar em processo acelerado de extinção. Não é preciso consultar a cabeça de Mímir para deduzir que este é um povo que sabe quem é o patrão.

”Sou eu que pago os políticos”, resumiu o cidadão sueco Joakim Holm, durante entrevista gravada em uma rua de Estocolmo para reportagem do Jornal da Band. ”Não vejo razão alguma para dar a eles uma vida de luxo”.

”Os políticos são eleitos para trabalhar para mim e para todos os outros cidadãos que pagam impostos. Aqui ninguém acha que os políticos são uma classe superior com direito a privilégios”, disse outro entrevistado, Mikael Forslund.

A nível municipal, o desejo de exercer a atividade política poderia ser mal interpretado, fora da Suécia, como um caso clínico: vereadores suecos não ganham sequer salários, e também não têm direito a gabinete – trabalham de casa. Estarão os seus nervos em desordem?
O que o modelo sueco demonstra é que as camisas de força se ajustariam melhor ao figurino das platéias entorpecidas de outras latitudes, que assistem, bovinizadas, ao fascinante espetáculo diário dos abusos do poder. A experiência da Suécia subverte o desconexo conceito de que aos políticos deve-se dispensar um tratamento reverencial digno de uma casta superior, formada por cavalheiros e damas mais ilustres do que a média, e portanto com direitos quase divinos a benesses jamais alcançáveis pelos cidadãos que vivem sob o Olimpo político.

Ainda lembro da estranha sensação de estar presenciando um fenônemo extraterreno quando encontrei, pela primeira vez, o ex-primeiro-ministro e atual ministro das Relações Exteriores, Carl Bildt, empurrando seu carrinho de compras no supermercado que frequento em Estocolmo. E o prefeito de Estocolmo, Sten Nordin, na fila do ônibus. E o presidente do Parlamento, Per Westerberg, em um vagão do metrô.

Sem desesquilíbrios sociais monstruosos, este é sem dúvida um país mais seguro e menos violento, onde provavelmente os únicos carros blindados que circulam pelas ruas são guiados pelas forças de segurança. Mas mais que isso, esta é uma sociedade que elege políticos mais próximos da realidade e das dores do cidadão comum. Políticos que em geral não colocam a vaidade ou os interesses próprios na frente dos bois, em uma sociedade que mostra que o exercício da função política pode ser digno.

”Na Suécia, os políticos vivem uma vida simples, em condições semelhantes às que vivem os cidadãos. É uma tradição”, diz o jornalista Mats Knutson, apresentador e comentarista político da TV pública SVT.

Na década de 70, o então primeiro-ministro Olof Palme morava em sua própria casa no subúrbio de Vällinby, e costumava dirigir para a sede do Governo em um velho Fiat vermelho.

”Era um Fiat 600, fabricado na antiga Alemanha Oriental”, conta Mårten Palme, filho de Olof Palme e professor de Economia da Universidade de Estocolmo. ”Meu pai prezava a igualdade e a simplicidade, e vivíamos uma vida normal. Nossa casa de verão na ilha de Fårö era bastante primitiva, e não havia sequer água ou eletricidade”, ele me diz.

O antecessor de Palme, Tage Erlander, tomava o bonde para a sede do Governo. Ou ia de carona com a mulher, que trabalhava perto dali.

Os suecos só decidiram criar uma residência oficial para o primeiro-ministro depois de 1986, quando Olof Palme foi assassinado a tiros na saída do cinema quando caminhava para casa sem escolta, em um crime brutal e nunca solucionado. Seu sucessor, o também social-democrata Ingvar Carlsson, mudou-se aparentemente contrariado para a nova residência oficial. Diz-se que Carlsson, que renunciaria ao poder tempos depois, achava inapropriado para um primeiro-ministro sueco morar num lugar chamado de Palácio – ao construir a casa em 1884, a abastada família Sager a batizara de Palácio Sagerska.

Turistas menos atentos pisam, sem se dar conta, a um metro da porta de entrada da casa do primeiro-ministro sueco. Sem portões externos, a residência oficial de Sagerska está situada na Strömgatan, a rua de pedestres que margeia o Mar Báltico e o lago Mälaren nas proximidades do Parlamento. Com uma área de 305 metros quadrados, os aposentos privados do premier ocupam o andar superior da residência de 1,195 metros quadrados, vigiada do lado de fora por duas câmeras disfarçadas e pela presença ocasional de um Volvo das forças de segurança suecas.

Sagerska é uma bela mansão. Mas não há serviçais no apartamento do primeiro-ministro sueco, Fredrik Reinfeldt.

”A limpeza dos aposentos privados do primeiro-ministro é feita uma vez por semana. Por este serviço, o primeiro-ministro deve pagar impostos em sua declaração de renda”, diz Anna Dahlén, assessora de imprensa do governo sueco.

Sem provocar reações de espanto sobrenatural entre a população, Fredrik Reinfeldt fala com naturalidade que lava, passa e cozinha como a maioria dos cidadãos deste país. ”E por que ele não faria isso, se todos nós fazemos?”, ouço de vários suecos.

Há quem vá sentir o cheiro acre da demogagia populista ao saber que na Suécia o primeiro-ministro dá dicas de limpeza em reportagens de jornal, e aconselha seus concidadãos a ajoelhar para raspar a sujeira. Mas a verdade é que cuidar das tarefas domésticas por aqui é tão natural como beber snaps, o destilado consumido em quantidades imoderadas no país.
Na Suécia, como em tantos outros países do mundo, a instituição da empregada doméstica não existe. Entre os suecos mais radicais, o zelo pela igualdade e o medo do ressurgimento de uma subclasse social chega a provocar reações exaltadas. Em um debate da campanha eleitoral de 2006, flechas voaram contra a então líder do Partido de Centro (Centerpartiet), Maud Olofsson, quando ela defendeu a introdução de abatimentos fiscais para permitir aos suecos contratar faxineiras e aliviar assim sua dupla jornada.

”E quem limpa o banheiro da empregada?”, perguntou, irritado, o intermediador do debate na TV4, Göran Rosenberg.

”E quem pinta a casa do pintor?”, retrucou Maud. ”A faxineira também pode contratar ajuda quando precisar”, argumentou ela.

A inesperada proposta de Maud também foi atacada pelo primeiro-ministro da época, o social-democrata Göran Persson.

”Cada pessoa deve cuidar das próprias tarefas domésticas, é o que eu digo”, falou o primeiro-ministro.

Persson disse mais: contou, com orgulho indisfarçável, que era capaz de passar sua camisa social em um minuto. Foi, então, rapidamente convidado para provar a façanha ao vivo no estúdio de um programa de TV, onde foi montada uma tábua de passar roupa. O feito, devidamente cronometrado pelo apresentador do programa, pode ser visto no Youtube .

As peripécias com o ferro renderam picos de audiência ao primeiro-ministro. Mas naquele ano, depois de dez anos no poder, Persson perdeu as eleições. Maud tornou-se vice-primeira-ministra, e muitos suecos passaram a ter a ajuda ocasional de faxineiras, em sua maioria imigrantes polonesas. Praticamente todos continuam no entanto a lavar, cozinhar e passar, como Göran Persson.

Ministros também vivem sem luxo: eleito pelo jornal britânico Financial Times como o melhor ministro das Finanças da Europa em 2011, o sueco Anders Borg mora em Estocolmo durante a semana, segundo confirma seu porta-voz, em um apartamento funcional conjugado de cerca de 25 metros quadrados.

”Políticos suecos são despretensiosos”, comenta o porta-voz de Borg, Peter Larsson.
O apartamento de um só cômodo do ministro das Finanças, segundo o porta-voz, fica em um edifício que serve de acomodação para estudantes da Escola Superior de Guerra sueca (Försvarshögskolan). No prédio vivem ainda alguns funcionários do Ministério sueco das Relações Exteriores. Nos finais de semana, Borg vive com a família em sua casa na região de Katrineholm, ao sul de Estocolmo.

Nem ministros, nem prefeitos e nem o presidente do Parlamento têm direito a residência oficial. Apenas políticos com base eleitoral fora da capital recebem auxílio-moradia para viver em apartamentos ou mesmo quitinetes funcionais, que têm em média 18 metros quadrados.
Parece pouco para criaturas tão excelsas, mas está melhor do que nunca: até o fim dos anos 80, apartamentos funcionais sequer existiam na Suécia. Todos os parlamentares dormiam em sofás-cama, em seus próprios gabinetes. Hoje, todos têm um apartamento garantido. E esta garantia é, para muitos suecos que disputam um imóvel no centro da capital, uma mordomia inexplicável.

”Por que os deputados não precisam entrar na fila das imobiliárias para conseguir um apartamento, como todos nós?”, diz uma funcionária da creche que funciona dentro do Parlamento. Sim, há uma creche no Parlamento para cuidar de filhos de deputados.
O apartamento funcional pode ser um direito garantido. Mas a cama, não. Em grande parte dos imóveis parlamantares, onde um único cômodo serve como sala e quarto de dormir, há apenas um sofá-cama.

Qual é a origem da frugal existência dos políticos suecos? Vou ao encontro da jornalista Lena Mehlin na sede do jornal Aftonbladet, onde ela assina uma das colunas políticas mais lidas do país.

”Mas eles têm privilégios”, reage Lena.

”Quais?”, quero saber.

”Os políticos não precisam pagar suas contas de telefone. Eles têm direito a viver de graça em apartamentos no centro de Estocolmo. Eles recebem um computador para levar para casa, e não pagam pela assistência técnica. Eles ganham mais do que a média dos cidadãos. E os parlamentares que vêm de outras bases eleitorais também viajam de graça para suas casas, nos finais de semana”, enumera a jornalista. ”Se algum cidadão arranjar emprego em outra cidade, nenhum empregador vai pagar suas viagens no fim de semana”.

Pergunto a Lena se estes são benefícios considerados razoavelmente modestos na Suécia, em comparação às benesses que políticos recebem em outros países.

”Pode ser. Os políticos suecos não têm luxo, pois somos uma sociedade que elegeu a igualdade entre os cidadãos como um valor fundamental. Mas eles têm privilégios”, ela insiste.

”Mas não privilégios como, por exemplo, parlamentares circulando em carros oficiais com motoristas particulares?”, digo.

”Carros com motorista para deputados? Meus Deus, não!”, sobressalta-se Lena. ”Benesses deste gênero criam problemas que você não precisa ter. Como a corrupção. Para obter um emprego desses na política, muitos não hesitariam em cometer atos sujos”, pondera Lena.

Pergunto qual seria a reação dos suecos se os políticos do país decidissem, em uum devaneio impensado e incontrolável, aumentar seus próprios salários, ter direito a pensão vitalícia, ocupar espaçosos gabinetes com copa e cafezinho servido por secretárias, empregar dezenas de assistentes particulares e parentes, andar de jatinhos e circular em carros oficiais com motorista. Tudo pago com o dinheiro dos cidadãos.

”A sociedade sueca jamais toleraria a concessão de privilégios aos seus políticos”, ela diz.

”Isto é uma das poucas coisas que poderiam causar uma revolução aqui na Suécia.”

Fontes: A Nova Ordem Mundial , Outras Palavras
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9/11/2014

ISIS e a NWO

Chocante! EUA admitem ter criado ISIS" para criar "Coalizão Internacional" - em prol de um Governo Mundial?

Por:Susan Duclos – All News PipeLine
Traduzido e adaptado por Um Novo Despertar


Um deslizamento interessante de língua por parte da Porta- voz do Dep. de Estado dos Estados Unidos , Jen Psaki durante um período de perguntas e respostas no que diz respeito ao vídeo lançado recentemente por ISIS de um segundo jornalista norte-americano com o nome de Steven Sotloff sendo executado.

Enquanto muitos outros voltados para a recusa de Ms. Psaki para rotular esses vídeos de decapitação ISIS como um ato de guerra, cinegrafista Scott Anthony destaca o que ele considera um ato falho Maior, sua explicação do que está no segundo vídeo abaixo. A primeira é a resposta completa de Psaki às questões colocadas, onde é perguntada se o governo Obama considera os vídeos de decapitação e assassinato de cidadãos norte-americanos um ato de guerra, e ela diz que não irá fornecer uma "nova etiqueta" para as ações, mas então ela continua a afirmar que esses vídeos decapitantes "ajudam a", antes de reformular seu lapsus linguae, afirmando que "não ajudou ao que eu deveria dizer, tem sido um ... um dos fatores de motivação no esforço, nós temos que submeter a criação de uma coalizão internacional para enfrentar essa ameaça ".

Vamos recapitular agora alguns relatos recentes sobre tanto Barack Obama e Joe Biden em referência a uma "nova ordem mundial", que segundo alguns é parte de um esforço global para criar um "governo mundial".
Mas se as pessoas vêem o que está acontecendo na Ucrânia, e a suposta agressão da Rússia em relação aos seus vizinhos na forma em que está no financiamento e armando os separatistas; para o que aconteceu na Síria - a devastação que Assad tem feito ao seu próprio povo; para o fracasso no Iraque por sunitas e xiitas e curdos para comprometer -se embora estamos tentando ver se conseguimos montar um governo que realmente pode funcionar; às ameaças terroristas em curso; ao que está acontecendo em Israel e Gaza - parte da preocupação das pessoas é apenas a sensação de que todo o mundo na velha ordem não está suportando-na e não temos muito ainda para onde precisamos estar em termos de uma nova ordem que se baseia em um conjunto diferente de princípios, que será baseado em um senso de humanidade comum, que é baseado em economias que funcionam para todas as pessoas. - Barack H. Obama

"Eu acredito que nós e, principalmente, você tem uma oportunidade incrível para levar a formação de uma nova ordem mundial para o século XXI, de forma coerente com os interesses americanos e interesses comuns." Vice-Pres. Joe Biden

Escolha de Psaki de redação, além de sua correção afobada, traz algumas questões lógicas de se o governo dos EUA está usando estas execuções brutais de americanos por ISIS para promover sua própria agenda de criação de uma "nova ordem mundial", e um "governo mundial? "Ou, como alguns acreditam, se ISIS é uma criação dos EUA, são essas mortes brutais e violentamente os vídeos de ser liberado para chocar e horrorizar os americanos seja tudo parte de um plano?

Então, novamente, ela poderia ser apenas uma porta-voz que é muito descuidada com a sua escolha de fraseado ... .. assista aos dois vídeos abaixo e decida por si mesmo.





Fontes: Um Novo Despertar Horizonte News 2 , All News PipeLine

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Governo japonês está preocupado com os efeitos da vacina contra HPV, como infertilidade e paralisia

Os HPV são vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas

O governo do Japão está preocupado com cerca de 2.000 reações adversas da vacina HPV
O Ministério da Saúde do Japão está expondo os efeitos colaterais destrutivos provenientes das populares vacinas contra o HPV como a Gardasil e a Cervarix, promovidas mundialmente. Até hoje, cerca de 3,28 milhões de japoneses exclusivamente foram inoculados com estas vacinas contra a HPV. Até o momento, 1.968 casos adversos foram apresentados ao governo japonês, detalhando efeitos colaterais médicos graves, relata o Tokyo Times.

Gardasil é fabricada pela Merck e Cervarix é fabricada pela GlaxoSmithKline.

Os japoneses estão relatando efeitos colaterais variando desde "dor prolongada e dormência à infertilidade e paralisia." Por causa destas queixas, o governo japonês decidiu retirar seu apoio a estas amplamente difundidas e controversas vacinas contra o HPV.

O governo do Japão está preocupado com cerca de 2.000 reações adversas da vacina HPV.

As vacinas de HPV não foram paralisadas ou suspensas no Japão. O governo simplesmente apenas não está promovendo ativamente mais o uso delas. Estas vacinas contra o HPV ainda estão disponíveis gratuitamente para meninas, fornecidas através de subsídios, exigido por lei. A única diferença agora é que as instituições médicas japonesas devem agora informar as jovens garotas que o ministério de saúde do governo japonês não recomenda mais a vacina contra HPV.

O que significa "HPV"?

É a sigla em inglês para papilomavírus humano. Os HPV são vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas. Existem mais de 100 tipos diferentes de HPV, sendo que cerca de 40 tipos podem infectar o trato ano-genital.

A infecção pelo HPV é muito frequente, mas transitória, regredido espontaneamente na maioria das vezes. No pequeno número de casos nos quais a infecção persiste e, especialmente, é causada por um tipo viral oncogênico (com potencial para causar câncer), pode ocorrer o desenvolvimento de lesões precursoras, que se não forem identificadas e tratadas podem progredir para o câncer, principalmente no colo do útero, mas também na vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e boca.

Você já leu a bula da vacina HPV?


Fonte: International Press
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