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10/23/2014

Engenheiro de São Paulo inventa máquina que 'fabrica' água


Por: Felipe Souza da Folha De S.Paulo

Falta de água, racionamento e calor são temas que preocupam o governo paulista nos últimos meses, em meio à maior crise hídrica da história. Para um inventor de Valinhos, a 85 km de São Paulo, a solução para esses problemas veio, literalmente, do ar.

Engenheiro mecatrônico, Pedro Ricardo Paulino patenteou em 2010 a Wateair, máquina que faz água condensando a umidade do ar.

A água produzida -que passa por um sistema de purificação que elimina as bactérias- é tão limpa que seu uso inicial foi em máquinas de hemodiálise. Para ser consumida, ela precisa passar por um segundo filtro, que adiciona sais minerais à solução.

Tudo o que a Wateair precisa para funcionar é estar ligada na tomada. Quanto mais úmido estiver o ambiente, mais ela produz. Porém, se a umidade cair a menos de 10%, ela para de funcionar. Isso elimina o risco de deixar um ambiente fechado muito seco. No dia mais seco deste ano em São Paulo, o nível chegou a 19%.

Salgada A contadora Maria Helena Castro, 31, comprou uma máquina em maio para suprir a falta d'água no sítio dela em Itu (a 101 km de SP). Ela desembolsou R$ 120 mil na versão que produz até mil litros por dia. "Tinha problemas com falta de água desde fevereiro. Hoje, crio minhas galinhas, porcos, coelhos e irrigo minha plantação sem dor de cabeça", diz. Maria Helena conta que o preço compensa e que ainda não precisou fazer nenhuma troca de filtro ou manutenção. O inventor explica que, como os componentes da máquina são importados e a demanda ainda é pequena, os custos são elevados. "Tudo é encomendado e praticamente não existe nada feito em linha de produção", afirma. A menor máquina, que produz 30 litros por dia com a umidade relativa do ar a 80%, custa R$ 7.000. A maior, que chega a 5.000 litros por dia, é vendida por R$ 350 mil. Segundo o criador, o gasto de energia elétrica para fazer um litro de água é equivalente a R$ 0,17 em São Paulo. Portanto, encher uma caixa d'água de mil litros custa R$ 170. A Sabesp cobra em média R$ 7,25 (incluindo a tarifa de esgoto) para distribuir a mesma quantidade a uma família de quatro pessoas. Ainda assim, o inventor diz que a procura pela máquina aumentou exponencialmente nos últimos meses. "Os clientes antes eram escolas ou pessoas que precisavam de água potável em menor quantidade. Agora, vendemos a restaurantes, produtores de remédios e outros prejudicados pelo fornecimento de água e pela dificuldade da captação por poços", diz. Segundo o engenheiro, um aparelho de ar-condicionado comum faz algo semelhante, mas produz água com metais pesados e bactérias. Paulino começou o projeto nos anos 1990, numa multinacional. Em 2006, passou a desenvolver a máquina com o próprio dinheiro. Quatro anos depois, conseguiu atestar a qualidade da água produzida e patenteou a Wateair. Para o inventor, o aparelho pode ser uma das soluções para a crise. "Máquinas como essa em escala gigante e a dessalinização da água do mar são opções para o futuro de São Paulo." Como funciona 1 - Turbinas aspiram o ar para dentro da máquina 2 - As moléculas de água são condensadas e tornam-se líquidas 3 - Filtros e raios ultravioleta purificam a água 4 - Outro filtro adiciona sais minerais 5 - Pronta para ser consumida, a água é armazenada em um reservatório Fonte: Folha De S. Paulo
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Rio de Janeiro terá Memorial às Vítimas do Holocausto, monumento deve ficar pronto em 2015

Maquete do projeto. Fotos: João Paulo Engelbrecht.
Em encontro com lideranças judaicas, o prefeito Eduardo Paes informou que está montando o processo licitatório para a construção do “Memorial às Vítimas do Holocausto”, na Barra da Tijuca. A previsão é que as obras sejam iniciadas dentro de dois meses e o projeto entregue em abril de 2015, antes do “Yom Hashoá” (“Dia da Lembrança do Holocausto”). “Nunca podemos esquecer o Holocausto, foi um momento muito triste da história da humanidade. O Rio de Janeiro é um lugar em que o ódio não é alimentado, aceitamos o próximo e as diferenças. A liberdade de crença é uma das características da nossa cidade”, afirmou ele, destacando que o local escolhido é de grande visibilidade e deverá receber um significativo público, sobretudo nos “Jogos Olímpicos-Rio 2016”.

O autor do projeto, o deputado estadual Gerson Bergher, comemorou, emocionado, o resultado de um esforço de 14 anos: “Hoje iniciamos a concretização de um sonho! Desde 2000, quando o Instituto de Arquitetos do Brasil fez um concurso ganho pelo arquiteto André Orioli, não paramos sequer um minuto para que pudéssemos chegar a este momento”.

Já a vereadora Teresa Bergher, que durante todo este período também se empenhou dia a dia, destacou a importância da obra: “O Rio de Janeiro merece, estamos muito felizes! O Memorial é um culto à memória. O espaço será tão bonito que sempre que as pessoas passarem por ele vão lembrar da violência que acontece todos os dias no mundo e dizer: holocaustos nunca mais!”. A parlamentar fez questão de ressaltar que a viabilidade do Memorial contou com uma ajuda fundamental do deputado federal Pedro Paulo, que atuou árdua e eficientemente nos bastidores políticos.

O Memorial, cujo investimento será de R$ 4.450.000,00, contará com anfiteatro (80 lugares), galeria para exposição, sala de mídia digital e estacionamento. Terá, ainda, um símbolo de 22 metros de altura que estará em uma base circular com a inscrição “Não matarás”. A programação cultural oferecida aos visitantes será elaborada por uma curadoria a ser criada pela comunidade judaica.

Fontes: CONIB , Blog Web Judaica , Alef News
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10/18/2014

Notícias Absurdas:A falência do sistema eleitoral brasileiro

Por Lúcio Big

Com um sistema eleitoral vicioso, que ajuda quem mais tem dinheiro, o resultado final dessas eleições chega a ser angustiante. Muitos dos eleitos e reeleitos são velhos conhecidos da justiça e dos escândalos financeiros. Outros, apesar de não mostrarem competência em mandatos anteriores, conseguem votações expressivas porque são “boa-praças”.

De acordo com levantamento feito pelo jornal O Globo, quase 40% dos deputados federais e senadores mais votados nestas eleições de 2014 são investigados pela Justiça e possuem acusações na polícia e no Ministério Público (MP), com suspeitas que variam desde desvios de recursos e improbidade administrativa, até crimes de tortura e desrespeito à Lei Seca.

Exemplos

No Amapá, Roberto Góes teve a maior votação para deputado federal do estado. Já foi cassado quando era prefeito de Macapá e sua lista, nada honrada, ainda conta com um processo na justiça por formação de quadrilha, fraude em licitações e superfaturamento de cestas básicas. Ainda sim, obteve a maior votação entre os candidatos do Amapá para a Câmara Federal.

Tiririca, que como parlamentar é um ótimo humorista, mostrou que realmente não sabe o que faz um deputado, pois passou os quatro últimos anos apenas comparecendo aos compromissos parlamentares (100% de presença), mas em contrapartida, nenhuma ação concreta e eficaz que venha beneficiar a sociedade brasileira como um todo.

Fernando Collor ganhou mais oito anos no Senado. Sua biografia dispensa comentários.

Mas há casos ainda mais insensatos:

- No Pará, Eder Mauro foi o mais votado do estado para a Câmara. Ele possui um processo na justiça por crime de tortura, envolvendo um pai e sua filha de dez anos.

- Em Goiás, o Delegado Waldir, também o mais votado em seu estado, responde processo por improbidade administrativa.

- No Distrito Federal, um velho conhecido dos Fóruns é Alberto Fraga. Ele é réu em ações de improbidade administrativa, peculato, de crimes previstos da Lei de Licitações e já foi condenado por porte ilegal de armas. Além disso, ele ainda é suspeito de pagar sua empregada doméstica com dinheiro público.

Estes exemplos são apenas alguns dentre vários. E isso demonstra que o sistema eleitoral brasileiro é absurdamente falho.

Primeiro, porque a quantidade de dinheiro define quem vai ganhar as eleições e, segundo, porque temos um exército de eleitores cuidadosamente despreparados para exercerem a nobre missão de escolher seus representantes e governantes.

No vídeo abaixo eu falo sobre o recém eleito, deputado federal Roberto Góes, e também de mais alguns assuntos absurdos que envolvem a nossa política. Ainda neste vídeo você saberá qual foi o destino dado ao Abaixo Assinado entregue na semana passada ao deputado Eudes Xavier, O Rei da Papelaria, e também assistirá a entrega de mais doze requerimentos nos gabinetes dos nobres Senadores da República.



Links das Notícias Absurdas:
http://congressoemfoco.uol.com.br/not...
http://congressoemfoco.uol.com.br/not...
http://www.correiobraziliense.com.br/...
http://veja.abril.com.br/noticia/bras...


Lúcio Big, ativista no combate à corrupção. Morador de Brasília e com uma vontade enorme de ajudar o Brasil a ser mais justo.

Contatos:
luciobig@ops.net.br
https://www.facebook.com/groups/opera...
https://www.facebook.com/groups/notic... 

Fonte: Canal do Otário , Blog Lúcio Big
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Relatório Chocante da OMS: O Período de Incubação do Ebola é de 42 Dias e não 21 Dias!

Natural News

Um relatório de cair o queixo divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 14 outubro de 2014 revela que 1 em cada 20 infecções por Ebola tem um período de incubação mais longo do que os 21 dias que tem sido repetidamente alegados pelos Centros de Controle de Doenças (CDC) dos EUA.

Isto pode ser o único e mais importante – e descaradamente honesto – relatório de pesquisa divulgado por qualquer órgão oficial, desde o início do surto de Ebola. O relatório da OMS “Avaliação da situação do Ebola“, encontrado aqui, explica que apenas 95% das infecções de Ebola experimentam a incubação dentro do prazo amplamente relatado de 21 dias. Aqui está a linguagem real do relatório:

95% dos casos confirmados tem um período de incubação no intervalo de 1 a 21 dias; 98% têm um período de incubação que cai dentro do intervalo de 1 a 42 dias. [1]

A não ser que a estrutura da frase seja de alguma forma enganosa, esta passagem parece indicar o seguinte:

95% das incubações do Ebola ocorrem entre 1 à 21 dias
3% das incubações do Ebola ocorrem entre 21 à 42 dias
2% das incubações do Ebola não são explicadas (por quê?)

Se esta interpretação das estatísticas da OMS estiver correta, isso significaria que:

1 em cada 20 infecções por Ebola pode resultar em incubações com duração significativamente maior que 21 dias•
A quarentena de 21 dias sendo imposta pelo CDC é totalmente insuficiente para deter um surto
As pessoas que são liberadas da observação ou auto-quarentena após 21 dias ainda podem se tornar pacientes de Ebola completos nas próximas três semanas mesmo que eles não tenham mostrado sintomas de infecção durante os primeiros 21 dias. (Sim, leia isso de novo…)

Qualquer declaração de que um surto tenha terminado requer 42 dias sem novas infecções

Ressaltando a importância da regra de 42 dias, o documento da OMS declara abertamente que um período de observação de 42 dias sem novos surtos é necessário antes de se declarar que o surto esteja sob controle. Nas próprias palavras da OMS:

A OMS está, portanto, confiante de que a detecção de novos casos, com vigilância ativa no local, ao longo deste período de 42 dias significa que um surto de Ebola está de fato terminado. [1]

A OMS “alarmou” sobre falsas declarações de testes negativos do Ebola

Também perturbador é o alerta aberto da OMS que as autoridades de saúde do governo que estão anunciando resultados negativos de Ebola em pacientes meras horas após eles serem testados, estão grosseiramente enganando o público e, essencialmente, praticando charlatanismo.

Conforme explicado pela OMS:
A OMS está alarmada com relatos pela mídia de casos suspeitos de Ebola importados em novos países que são ditos, por funcionários do governo ou ministérios da saúde, para serem descartados como “negativos” dentro de horas após o caso suspeito entrar no país. Essa determinação rápida do estado da infecção é impossível, lançando sérias dúvidas em alguns sobre a informação oficial que está sendo comunicada ao público e à mídia. [1]
Em outras palavras, a OMS está nos dizendo que todos os pronunciamentos públicos por parte das autoridades de saúde do governo são sem sentido. Uma determinação de infecção por Ebola não pode ser feita em poucas horas, ao que parece. Na verdade, como explica a OMS, um caso suspeito de Ebola deve ser observado e testado por 48 horas antes que qualquer grau de certeza possa ser alcançado sobre o estado da infecção por Ebola:

Dois resultados do teste de RT-PCR negativos, com pelo menos 48 horas de intervalo, são necessários para um paciente clinicamente assintomático ter alta do hospital, ou para um caso de suspeita de Ebola para ter alta conforme o teste dê negativo para o vírus. [1]

“Não há sinais” que os focos estão sob controle

Por fim, o relatório da OMS passa a concluir que os surtos de Ebola da Guiné, Libéria e Serra Leoa estão se multiplicando fora de controle. O relatório ainda cita o curioso fenômeno de inesperados surtos ocorrendo em áreas que se pensava estar erradicados:

Na Guiné, Libéria e Serra Leoa, novos casos continuam a explodir em áreas que pareciam que estavam sob controle. Uma característica incomum desta epidemia é um padrão cíclico persistente de aumento gradual do número de novos casos, seguido por súbitas crises. Os epidemiologistas da OMS não vêem sinais de que os surtos em qualquer um destes três países estejam sob controle. [1]

É possível que esses ressurgimentos de surtos estão sendo causados ​​por governos que não monitoram as potenciais vítimas do Ebola infectadas por 42 dias completos? Se eles só os observam durante 21 dias, em seguida, uma das 20 vítimas infectada pode ser diagnosticada como “limpa” e autorizada a regressar à população, onde logo se tornam sintomáticas e espalham a doença ainda mais.

Os médicos e funcionários da saúde dos EUA tem ensinado o número errado: 21 dias é apenas METADE da duração

É extremamente preocupante perceber que, para o nosso melhor conhecimento, cada pessoa nos Estados Unidos que foi suspeita de abrigar o vírus Ebola foi instruída a monitorar os sintomas para apenas 21 dias, e não os necessários 42 dias.

Isto significa que os cidadãos norte-americanos infectados pelo Ebola que estão “limpas” do Ebola ainda podem entrar em erupção com o vírus mortal por um período de mais de três semanas.

Porque é que ninguém relatou isso até agora? Como isso não é um dos únicos fragmentos de informação mais importantes do mundo neste momento em que toda a vida humana em nosso planeta está agora legitimamente ameaçada por um surto viral descontrolado com uma taxa de mortalidade de 70 por cento e sem tratamentos ou curas reconhecidas?

Fontes: Natural News , World Health Organization , Notícias Naturais (1) , Notícias Naturais (2)
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Sobrevivencialismo: pandemia, Com que velocidade uma doença pode se espalhar?

Por

 Com os casos de Ebola continuando a surgir em vários pontos do mundo é importante entender qual o real risco que sofremos em casos de doenças contagiosas. Hoje vamos discutir qual a velocidade que uma doença pode se espalhar e chegar aí, na sua casa.

Nós sabemos que gripes podem se espalhar como fogo selvagem principalmente em escritórios fechados e escolas, porém é virtualmente impossível termos dados de contágio que sejam fiéis a realidade. Isso acontece pois ninguém conseguirá lembrar com quantas pessoas entrou em contato direto ou indireto no dia.

Para obter uma estimativa geral, estudantes da Universidade de Stanford realizaram um experimento bastante interessante. Os pesquisadores selecionaram 788 estudantes voluntários para um projeto de pesquisa onde cada indivíduo carregou consigo um sensor de proximidade do tamanho de uma caixa de fósforo ao redor do pescoço durante o dia.
Sensor utilizado no experimento
O sensor registrou uma interação quando chegava próximo de outro sensor, ou seja, quando um aluno estava em contato próximo com o outro. Os sensores foram configurados para só registrarem quando chegassem a uma distância semelhante a necessária para realizar o contágio da gripe.

Resultado? No final de apenas um dia os pesquisadores coletaram os dados e encontraram um total de 762.868 interações registradas, isso em apenas 788 estudantes! Apesar de haverem algumas diferenças nas quantidades de interações entre cada indivíduo, os números eram muito próximos de maneira geral.

Fato é que, ao aumentarmos estes números em termos de escala global, os dados se tornam impressionantes e preocupantes. Além disso, com velocidade de transporte que temos hoje em dia a distância geográfica se torna irrelevante, visto que em menos de um dia um indivíduo contaminado pode cruzar continentes.

Se vocês quiserem conferir, o site do Financial Times disponibilizou uma simulação de como o contágio aconteceria por meio de viagens internacionais.

Basta clicar aqui para verificar o simulador.

Enfim, com todos estes dados é clara a necessidade dos países tomarem medidas rígidas para controlar o avanço de tais doenças, não é? Infelizmente não é o que acontece. Veja só:

Atualmente 8 países já tiveram casos confirmados de Ebola;
Mais de 200 profissionais da área da saúde já morreram durante a luta contra a pandemia;
Na Espanha um paciente em isolamento acabou por contaminar uma enfermeira que o atendia, mesmo esta usando todas as proteções adequadas, o que evidencia falha nos processos de segurança;
Nos EUA, dos 5.700 hospitais disponíveis em todo o país, somente quatro estão equipados para tratar pacientes com Ebola e nestes quatro só existem 19 leitos.

Preferi manter os dados somente de países mais avançados que o nosso para mostrar que se a realidade deles está ruim, a nossa provavelmente poderá ficar pior se não nos cuidarmos. Se um dos países mais ricos atualmente só pode tratar 19 pessoas contaminadas, quantas nós podemos?

Pois é. O maior ponto de preocupação é que pelo o Ebola é um vírus e, por isso, pode facilmente sofrer uma mutação (dado o contágio persistente entre humanos) e piorar o cenário radicalmente. Não gosto de ser alarmista, mas é fato de que estou severamente preocupado com o aumento dos relatos e principalmente das informações e boatos desencontrados que ouvimos por aí.

Se você quiser entender um pouco mais sobre o Ebola e como se proteger contra uma possível pandemia deste vírus recomendo que veja este vídeo que gravei mês passado. Apesar de ter alguns dados relativamente desatualizados, o contexto ainda é o mesmo. Segue:



Estejam atentos e não se deixem enganar. Procurem por mais de uma fonte quando ouvirem uma notícia preocupante e busquem criar planos de isolamento para você e sua família caso as coisas desandem de vez.

Até.

Fonte: Sobrevivencialismo
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SP tem recorde histórico de calor com 37,8°C de temperatura, diz Inmet

Medição ocorreu na Zona Norte da capital às 14h desta sexta-feira.Estação da Prefeitura marcou 39,3°C, com sensação térmica de 47ºC.
Paulistanos enfrentam calor no Viaduto do Chá, no centro de São Paulo (SP), no começo da tarde desta sexta-feira (17) (Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo)

A cidade de São Paulo registrou temperatura máxima de 37,8ºC às 14h desta sexta-feira (16) e bateu recorde histórico de calor, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Esse é o registro mais alto desde o início das medições, em 1943, na estação do Inmet no Mirante de Santana, Zona Norte.

Até então, a máxima absoluta mais alta na capital havia sido de 37ºC, registrada em 10 de janeiro de 1999, ainda de acordo com o Inmet. Os dados do instituto de meteorologia mostram que 2014 teve cinco das dez temperaturas mais altas na cidade em 71 anos (veja tabela abaixo).

A estação Jaçanã/Tremebé, também na Zona Norte, controlada pelo Centro Gerenciamento de Emergências (CGE), órgão da Prefeitura, marcou temperatura ainda mais alta, de 39,3°C, às 13h50. A sensação térmica na região, segundo os meteorologistas, chegou a 47°C em locais descobertos. Mesmo os números do CGE sendo mais altos que os registros do Inmet, os dados histórios consideram as medições do instituto nacional de meteorologia.

De acordo com a Climatempo, vários municípios que já atingiram recordes de temperatura absolutos, ou as maiores marcas de 2014, podem registrar valores superiores até domingo (19), quando é previsto o ápice de calor por causa de uma massa de ar quente e seca na atmosfera.

Massa de ar seco

O Centro de Gerenciamento de Emergências também registrou umidade relativa do ar mínima de 38% na capital paulista nesta sexta-feira. A massa de ar seco formada é do mesmo tipo que a que atingiu alguns estados brasileiros no começo do ano e provocou um longo período de estiagem no Sudeste – que teve consequências graves para o abastecimento de água na Grande São Paulo. No entanto, ela deve se dissipar ainda na segunda-feira (20) (leia mais abaixo).

De acordo com Vitor Kratz, meteorologista da Climatempo, a “bolha de calor histórica” se formou devido ao fortalecimento do ar seco na atmosfera. Com isso, ela bloqueia desde o início desta semana a entrada de frentes frias, responsáveis por dar um refresco com a derrubada das temperaturas e formação de chuvas.

Segundo ele, o calor teria relação com o surgimento do El Niño, provocado quando a temperatura do Oceano Pacífico aumenta. De acordo com os cientistas, a anomalia na costa pacífica da América do Sul enfraquece os ventos alísios (que sopram de leste para oeste) na região equatorial e provoca uma mudança no padrão de transporte de umidade pelo globo, variações na distribuição de chuvas em regiões tropicais e de latitudes médias e altas, além de inconstância nas temperaturas.

Frio e chuva chegando
Mas a partir da segunda-feira (20), a atmosfera deve ficar mais úmida e o ar seco começa a perder força. A tendência é que a partir da próxima semana, novas frentes frias cheguem ao Sudeste, Centro-Oeste e parte do Nordeste e provoquem chuvas, mas sem grandes acumulados de precipitação.

Entre segunda e sábado, a previsão é que chova na Grande São Paulo em torno de 10 milímetros e 20 milímetros. Para outubro, a meteorologia espera que o nível de chuva seja menor ou igual a 127 mm, média do mês em anos anteriores.

O total, segundo Kratz, não será suficiente para encher os níveis do reservatórios que formam o Sistema Cantareira, que operava com 4,3% da capacidade de abastecimento, segundo balanço divulgado pela Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp) na manhã de quinta-feira (16).

Fonte: G1
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10/17/2014

O Que? A Vacina Contra o Ebola não Está Sendo Testada contra o Ebola?

Natural News

Em pouco tempo, todos nós vamos ser inundados com uma campanha de propaganda da grande mídia, exigindo que todos nós aceitemos uma vacina contra o Ebola. Neste momento, uma vacina já entrou em testes em humanos na África, informa a NBC News. [1] A vacina foi desenvolvida pelo NIH, e o ensaio clínico está sendo executado pela Universidade de Maryland.

Mas há um grande problema em tudo isso: a vacina não será testada contra o Ebola. Ela será “aprovada” pela FDA em tempo recorde, sem nunca ter sido mostrada sendo eficaz, em outras palavras.

Você pode achar isso estranho… e é. Os medicamentos são normalmente testados contra a droga afirma tratar. Por exemplo, os medicamentos de pressão arterial alta são testados em pessoas que têm pressão arterial alta para determinar se a droga “funciona” na redução da sua pressão arterial. Estes resultados são tipicamente comparados com um grupo de controle, que também tem uma pressão arterial alta, mas receberam um placebo. A diferença dos resultados entre os dois grupos é atribuída ao medicamento.

Um teste de vacina contra o Ebola corretamente construída também teria que usar dois grupos de pessoas: um grupo de controle que não recebe nenhuma vacina e, em seguida, fica exposto ao Ebola, e um grupo tratado que recebe a vacina e depois fica exposto ao Ebola. A diferença entre os resultados dos dois grupos seria atribuída à vacina. Obviamente, nenhum ensaio clínico de vacina vai expor intencionalmente alguém ao Ebola. Assim, a questão se a vacina funciona até mesmo contra o Ebola não será respondida, mesmo quando a vacina for “aprovada” para uso na população.
Os ensaios clínicos não vão testar a eficácia da vacina contra o Ebola

Em vez de testar se a vacina funciona contra o Ébola, os ensaios clínicos estão apenas tentando determinar se a vacina provoca efeitos colaterais e produz uma resposta imune. Como o Dr. Myron Levine, diretor do Centro de Desenvolvimento de Vacinas (DCV) da Universidade de Maryland, explica:

Esta pesquisa vai nos dar informações cruciais se a vacina é segura, bem tolerada e capaz de estimular respostas imunológicas adequadas na maior população-alvo prioritária, os profissionais de saúde na África Ocidental.

Observe cuidadosamente que ele não diz se o ensaio clínico vai dizer-lhes se a vacina realmente interrompe a transmissão do vírus Ebola. O que eles estão procurando neste ensaio clínico é saber se a vacina provoca efeitos colaterais e se produz uma “resposta imune” de anticorpos.

Estes anticorpos, ao que parece, não são anticorpos do Ebola. Eles são anticorpos para uma pequena cadeia de proteínas (que se assemelham a uma parte do Ebola) ligados a um adenovírus (um vírus da gripe comum). A esperança entre os desenvolvedores de vacinas é que os anticorpos que aparecerem em resposta a esta estrutura de proteínas construída artificialmente também vão trabalhar contra o Ebola. Mas não haverá nenhuma prova disso. Será simplesmente uma “melhor estimativa” e que pode não funcionar em todos.

Uma vez que a vacina experimental e não testada for implantada, duas coisas vão acontecer

Independentemente do fato de que a vacina contra o Ebola não será testada contra o Ebola, há duas coisas que irão acontecer imediatamente após a implantação da vacina:

1) Todo o progresso na contenção do surto do Ebola será imediatamente e exclusivamente creditado à vacina contra o Ebola.

2) Todas as falhas na contenção do surto de Ebola serão imediatamente e exclusivamente atribuídas às pessoas que se recusarem a se vacinar contra o Ebola.

Tal é o dogma da religião da vacina: Mesmo sem qualquer prova científica que seja, a cada evento que acontecer será interpretado como uma confirmação da infalibilidade absoluta da vacina. Aqueles que ousam questionar a eficácia ou segurança da vacina serão marcados como “assassinos”, enquanto aqueles que cegamente aceitam a adoração da vacina e que tudo dará certo, serão rotulados como “salvadores”.

Mesmo que a vacina contra o Ebola fosse uma solução salina pura, com nenhum fragmento viral qualquer – ou seja, “placebo” – os dois pontos acima ainda seriam verdadeiros. O simples fato de ser uma vacina faz com que as mentes uma vez científicas, sejam sobrecarregadas com o fervor religioso e abandonem todo o ceticismo racional. Nenhum questionamento da vacina contra o Ebola será tolerado em qualquer lugar, e qualquer um que ouse levantar questões sobre a segurança, eficácia ou ingredientes da formulação, será cruelmente responsabilizado pelo agravamento do surto, quase como se tivessem correndo por aí com uma seringa cheia de Ebola, injetando deliberadamente as pessoas em shopping centers e aeroportos.

Por que na ditadura científica de hoje executada por empresas farmacêuticas, o único pecado pior do que ser um portador de Ebola que infecta outros é ser um cético da vacina que faz perguntas científicas sobre os ingredientes da vacina, do controle de qualidade de sua produção e da eficácia da vacina. Na religião do cientificismo, há tolerância zero para aqueles que não têm fé cega nas vacinas. Ou você adora a vacina e os seus proponentes, ou você vai ser condenado como um perigo à segurança pública.

No clima médico politizado de hoje, você percebe que, se a vacina realmente “funciona” é irrelevante. É por isso que a prata coloidal nunca será testada contra o Ebola pelas autoridades de saúde. Eles não querem saber se ela funciona. Todo esse sistema ocidental da medicina não está interessado no que funciona. Ele só está interessado no que oferece lucros.

E parece que o Ebola está prestes a criar uma colheita de lucros para todos eles, mesmo que o seu produto ‘vacina’ na verdade não funcione. Mas quem tem tempo para ciência de verdade quando há uma pandemia avançando, certo?  ;)

Fontes: Natural News , Noticias Naturais
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