background img
Segundo um estudo recente, aditivos comuns em sorvetes, margarina, pão embalado e muitos alimentos processados ​​podem promover a doenças inflamatórias do intestino, colite ulcerativa e doença de Crohn, bem como um grupo de condições relacionadas com a obesidade. Os pesquisadores se concentraram em emulsionantes – substâncias químicas adicionadas aos alimentos para melhorar a textura e aumentar sua duração (validade).

Em experiências com ratos, eles descobriram que emulsionantes podem alterar a composição de espécies de bactérias do intestino e induzir inflamação intestinal. Esta inflamação está associada com a frequentemente debilitante doença de Crohn e colite ulcerativa, assim como a síndrome metabólica, um grupo de condições que aumentam o risco de diabetes tipo 2, doença cardíaca e derrame.

Os camundongos foram alimentados com emulsionantes diluídos em água potável ou adicionados a alimentos. Descobriu-se que eles acionam baixos graus de inflamação intestinal e características da síndrome metabólica, como anormalidades no nível de glicose no sangue, aumento de peso corporal e da gordura abdominal.

De acordo com a pesquisa, consumir emulsionantes aumentou o risco de colite, que imita a doença inflamatória do intestino humano, em camundongos geneticamente suscetíveis à condição. O microbiologista da Universidade Estadual da Georgia (GSU) Benoit Chassaing, cujo estudo foi publicado na revista “Nature”, disse que os efeitos vistos nos ratos também podem ser observados em seres humanos.

O estudo envolveu dois emulsionantes amplamente utilizados, polissorbato 80 e carboximetil celulose. Os pesquisadores estão planejando estudos em humanos e já estão estudando outros emulsionantes.
Emulsionantes são utilizados na margarina, maionese, molhos cremosos, doces, sorvetes, alimentos processados ​​e embalados assados. Eles podem deixar produtos como maionese suaves e cremosos em vez de uma gororoba de água e glóbulos oleosos.

Alteração na flora intestinal

Uma característica fundamental de doenças inflamatórias intestinais e síndrome metabólica é uma alteração na microbiota intestinal – os cerca de 100 trilhões de bactérias que habitam o trato intestinal – de forma a promover a inflamação. Em ratos que receberam emulsionantes, as bactérias foram mais aptas para digerir e infiltrar-se na densa camada de muco que reveste e protege os intestinos.

A incidência de doença inflamatória intestinal e da síndrome metabólica começaram a subir em meados do século XX, mais ou menos ao mesmo tempo em que os fabricantes de alimentos começaram a usar o emulsificante de forma generalizada, disseram os pesquisadores.

“Nós estávamos pensando que havia algum fator não genético aí, algum fator ambiental, que poderia explicar o aumento destas doenças inflamatórias crônicas”, conta o imunologista Andrew Gewirtz da GSU. “E nós achamos que os emulsionantes eram um bom candidato, porque eles são tão onipresentes e sua utilização tem um paralelo aproximado ao aumento destas doenças. Mas eu acho que ficamos surpresos com o quão forte os efeitos foram”, conclui.

Fontes: HypeScience , Reuters

Estes alimentos podem estar MATANDO VOCÊ?

Segundo um estudo recente, aditivos comuns em sorvetes, margarina, pão embalado e muitos alimentos processados ​​podem promover a doenças inflamatórias do intestino, colite ulcerativa e doença de Crohn, bem como um grupo de condições relacionadas com a obesidade. Os pesquisadores se concentraram em emulsionantes – substâncias químicas adicionadas aos alimentos para melhorar a textura e aumentar sua duração (validade).

Em experiências com ratos, eles descobriram que emulsionantes podem alterar a composição de espécies de bactérias do intestino e induzir inflamação intestinal. Esta inflamação está associada com a frequentemente debilitante doença de Crohn e colite ulcerativa, assim como a síndrome metabólica, um grupo de condições que aumentam o risco de diabetes tipo 2, doença cardíaca e derrame.

Os camundongos foram alimentados com emulsionantes diluídos em água potável ou adicionados a alimentos. Descobriu-se que eles acionam baixos graus de inflamação intestinal e características da síndrome metabólica, como anormalidades no nível de glicose no sangue, aumento de peso corporal e da gordura abdominal.

De acordo com a pesquisa, consumir emulsionantes aumentou o risco de colite, que imita a doença inflamatória do intestino humano, em camundongos geneticamente suscetíveis à condição. O microbiologista da Universidade Estadual da Georgia (GSU) Benoit Chassaing, cujo estudo foi publicado na revista “Nature”, disse que os efeitos vistos nos ratos também podem ser observados em seres humanos.

O estudo envolveu dois emulsionantes amplamente utilizados, polissorbato 80 e carboximetil celulose. Os pesquisadores estão planejando estudos em humanos e já estão estudando outros emulsionantes.
Emulsionantes são utilizados na margarina, maionese, molhos cremosos, doces, sorvetes, alimentos processados ​​e embalados assados. Eles podem deixar produtos como maionese suaves e cremosos em vez de uma gororoba de água e glóbulos oleosos.

Alteração na flora intestinal

Uma característica fundamental de doenças inflamatórias intestinais e síndrome metabólica é uma alteração na microbiota intestinal – os cerca de 100 trilhões de bactérias que habitam o trato intestinal – de forma a promover a inflamação. Em ratos que receberam emulsionantes, as bactérias foram mais aptas para digerir e infiltrar-se na densa camada de muco que reveste e protege os intestinos.

A incidência de doença inflamatória intestinal e da síndrome metabólica começaram a subir em meados do século XX, mais ou menos ao mesmo tempo em que os fabricantes de alimentos começaram a usar o emulsificante de forma generalizada, disseram os pesquisadores.

“Nós estávamos pensando que havia algum fator não genético aí, algum fator ambiental, que poderia explicar o aumento destas doenças inflamatórias crônicas”, conta o imunologista Andrew Gewirtz da GSU. “E nós achamos que os emulsionantes eram um bom candidato, porque eles são tão onipresentes e sua utilização tem um paralelo aproximado ao aumento destas doenças. Mas eu acho que ficamos surpresos com o quão forte os efeitos foram”, conclui.

Fontes: HypeScience , Reuters

O Leitor tem um smartphone?
Gosta de Facebook então decidiu instalar a aplicação Messenger?
Muito bem. Então faça um favor a si mesmo: desinstale-a.

Não? Gosta e quer ficar com ela? Ok, tudo bem. Mas sabe quais autorizações concedeu na altura da instalação?

Se calhar vale a pena lembra-las, pois o Leitor autorizou a aplicação Messenger a:
  • gravar o áudio com o microphone do Seu smartphone em qualquer altura e sem pedir a Sua autorização. 
  • tirar fotografias ou gravar vídeo em qualquer altura sem pedir a Sua autorização.
  • ler e modificar todos Seus contactos
  • efectuar chamadas telefónicas
  • determinar qual a Sua posição geográfica
  • controlar as chamadas efectuadas (número ligado, ID dos dispositivos, etc.)
  • ler e modificar o registo das chamadas efectuadas e recebidas
  • efectuar o download de dados de internet
  • recuperar informações acerca das aplicações utilizadas

Falta só entregar-lhe as chaves do carro.

"Mas" diz o Leitor "ninguém lê todas aquelas autorizações na altura de instalar uma aplicação".
Verdade. Mas se calhar seria melhor começar a lê-las, pois Messenger não é a única App que chupa dados.

"Mas " diz ainda o Leitor "estão quase sempre em inglês e eu falo só Português e o dialecto da parte ocidental do Madagáscar".
Tá bom, mas hoje temos internet: sem traduzir linha após linha, podemos procurar informações acerca da nova aplicação, ver se já outros descobriram alguma coisa acerca dela.

"Mas" diz ainda o Leitor "este são apenas avisos, depois são coisas que nunca acontecem".
Ó Leitor, desculpe lá: mas por qual razão Messenger pediu-lhe a autorização para funções que sabe nunca vai utilizar? Se Messenger (que depois é Facebook) pediu é porque acha que tais funções podem ser utilizadas. Além disso, na maior parte dos casos, estas funções activam-se sem o Seu consentimento: tem a certeza de que até hoje nunca foram utilizadas? E como pode ter esta certeza?

"Mas, diz ainda o Leitor "eu não tenho nada a esconder"
Ahi Minha Nossa da Telefonia Móvel...olhe, fique com Messenger, tá bom? Eu avisei, depois a escolha é Sua, e que raio. Afinal já foi instalada entre 500 mil e 1 bilião de vezes, mais um ou menos um...


Ipse dixit.

Fontes: Informação Incorrecta ,  Hack Your Mind, The Times (1, 2, 3)

Messenger, a App que faz o que lhe apetecer

O Leitor tem um smartphone?
Gosta de Facebook então decidiu instalar a aplicação Messenger?
Muito bem. Então faça um favor a si mesmo: desinstale-a.

Não? Gosta e quer ficar com ela? Ok, tudo bem. Mas sabe quais autorizações concedeu na altura da instalação?

Se calhar vale a pena lembra-las, pois o Leitor autorizou a aplicação Messenger a:
  • gravar o áudio com o microphone do Seu smartphone em qualquer altura e sem pedir a Sua autorização. 
  • tirar fotografias ou gravar vídeo em qualquer altura sem pedir a Sua autorização.
  • ler e modificar todos Seus contactos
  • efectuar chamadas telefónicas
  • determinar qual a Sua posição geográfica
  • controlar as chamadas efectuadas (número ligado, ID dos dispositivos, etc.)
  • ler e modificar o registo das chamadas efectuadas e recebidas
  • efectuar o download de dados de internet
  • recuperar informações acerca das aplicações utilizadas

Falta só entregar-lhe as chaves do carro.

"Mas" diz o Leitor "ninguém lê todas aquelas autorizações na altura de instalar uma aplicação".
Verdade. Mas se calhar seria melhor começar a lê-las, pois Messenger não é a única App que chupa dados.

"Mas " diz ainda o Leitor "estão quase sempre em inglês e eu falo só Português e o dialecto da parte ocidental do Madagáscar".
Tá bom, mas hoje temos internet: sem traduzir linha após linha, podemos procurar informações acerca da nova aplicação, ver se já outros descobriram alguma coisa acerca dela.

"Mas" diz ainda o Leitor "este são apenas avisos, depois são coisas que nunca acontecem".
Ó Leitor, desculpe lá: mas por qual razão Messenger pediu-lhe a autorização para funções que sabe nunca vai utilizar? Se Messenger (que depois é Facebook) pediu é porque acha que tais funções podem ser utilizadas. Além disso, na maior parte dos casos, estas funções activam-se sem o Seu consentimento: tem a certeza de que até hoje nunca foram utilizadas? E como pode ter esta certeza?

"Mas, diz ainda o Leitor "eu não tenho nada a esconder"
Ahi Minha Nossa da Telefonia Móvel...olhe, fique com Messenger, tá bom? Eu avisei, depois a escolha é Sua, e que raio. Afinal já foi instalada entre 500 mil e 1 bilião de vezes, mais um ou menos um...


Ipse dixit.

Fontes: Informação Incorrecta ,  Hack Your Mind, The Times (1, 2, 3)


Google se opõe à tentativa por parte do Departamento de Justiça dos Estados Unidos de ampliar os poderes federais para buscar e incautar dados digitais. Segundo Google, isso permitiria que aos Estados Unidos “piratear qualquer instalação” do mundo.

Google diz que o aumento dos poderes do FBI plantearia “preocupações constitucionais, legais e geopolíticas monumentais”

O gigante das buscas alerta que sob as propostas atuais, os agentes do FBI seriam capazes de realizar operações encobertas em servidores sem importar onde se encontrem, dando ao governo dos Estados Unidos acesso mundial sem restrições a vasta quantidade de informação privada.

Em particular, Google chama a atenção sobre o desejo do FBI de buscar remotamente em qualquer lugar do planeta, a localização de computadores que ocultaram sua localização, seja através da criptografia ou ocultando seus endereços IP utilizando serviços de anonimato como o Tor.

Fontes: theguardian.com, el Microlector , Caminho Alternativo

Google alerta que o Governo dos EUA poderá “hackear qualquer instalação” do mundo

Google se opõe à tentativa por parte do Departamento de Justiça dos Estados Unidos de ampliar os poderes federais para buscar e incautar dados digitais. Segundo Google, isso permitiria que aos Estados Unidos “piratear qualquer instalação” do mundo.

Google diz que o aumento dos poderes do FBI plantearia “preocupações constitucionais, legais e geopolíticas monumentais”

O gigante das buscas alerta que sob as propostas atuais, os agentes do FBI seriam capazes de realizar operações encobertas em servidores sem importar onde se encontrem, dando ao governo dos Estados Unidos acesso mundial sem restrições a vasta quantidade de informação privada.

Em particular, Google chama a atenção sobre o desejo do FBI de buscar remotamente em qualquer lugar do planeta, a localização de computadores que ocultaram sua localização, seja através da criptografia ou ocultando seus endereços IP utilizando serviços de anonimato como o Tor.

Fontes: theguardian.com, el Microlector , Caminho Alternativo

O Bilionário Bill Gates acredita que o mundo deve aprender com a batalha contra o vírus Ebola para se preparar para uma guerra contra uma possível doença fatal e global, utilizando para isso a ajuda das novas tecnologias.

O americano, que participou em Berlim de uma conferência de doadores da organização Gavi, a Aliança Global para Vacinas e Imunização, considera que seria imprudente não se preparar para o risco de uma pandemia mundial. "Um patógeno ainda mais difícil (que o Ebola) poderia surgir: uma forma de gripe, de SARS ou um tipo de vírus nunca antes visto", declarou em uma entrevista à AFP.

"Nós não sabemos se isso vai acontecer, mas o risco é significativo o suficiente, e uma coisa que deveríamos aprender com o Ebola é perguntar-nos: Estamos prontos o suficiente? É como quando estamos nos preparando para a guerra, temos aviões e precisamos treinar", continuou ele.

Segundo ele, se preparar pode significar recrutar voluntários para serem treinados para responder rapidamente às emergências de saúde, à imagem dos planos desenvolvidos nos países mais atingidos pelo Ebola - a Guiné, Libéria e Serra Leoa -, que registraram quase 8.700 mortos, segundo o último relatório da OMS.

Campanha de vacinação infantil

Bill Gates, classificado pela revista Forbes como o homem mais rico do mundo, com uma fortuna de cerca de 80 bilhões de dólares, explicou que a fundação que dirige com sua esposa Melinda tem distribuído em torno de 4 bilhões de dólares por ano para ajudar os mais pobres do mundo.

A fundação também é um dos principais contribuintes da organização Gavi, que arrecadou promessas de doação de 7,5 bilhões de dólares para prosseguir com sua campanha de vacinação infantil de 2016 a 2020.

As vacinas são "os maiores salva-vidas de vidas humanas", de acordo com o americano de 59 anos de idade, que comemora o fato de a chanceler alemã Angela Merkel ter recebido esta conferência de doadores em Berlim e feito da vacinação no mundo uma das prioridades do G7 presidido pela Alemanha este ano.

Ele também expressou sua preocupação com a ascensão de uma corrente anti-vacinação nos países ocidentais, ligada a um medo exagerado dos riscos associados às vacinas. "Nós nos concentramos em crianças pobres. Milhões delas morrem de doenças que poderiam ser evitadas por meio de vacinas", acrescenta. "É uma pena não haver uma taxa de 100% (de vacinação) nos países ricos."

"Eles escolhem infectar potencialmente pessoas que não podem se proteger", considera Bill Gates, observando que doenças como sarampo e a coqueluche podem voltar a se espalhar. O co-fundador da empresa de software Microsoft também salienta a importância da tecnologia na realização de campanhas de vacinação.

"Nós usamos fotos de satélite para determinar onde as pessoas vivem, usamos o GPS com telefones móveis para ver se as equipes de vacinação estão indo em todos os lugares que precisam ir, fazemos uma análise estatística para ver se alguma criança não foi atendida", explica.

"As novas tecnologias inovadoras vão nos permitir ver o que está acontecendo, a um custo muito mais baixo", disse ele. Bill Gates também diz estar orgulhoso de ter incentivado outros bilionários americanos, como Warren Buffett, a dedicar uma parcela significativa de sua riqueza à caridade.

Ele diz que quer levar esta mensagem para a Europa, Índia e China, "onde quer que eu vá, eu digo às pessoas o quanto eu me deleito na filantropia e eu encorajo outros a se envolver."
Por Deborah Cole - Berlim, Alemanha

Fontes: Revelação Final , Tecmundo , EmResumo

Bill Gates alerta que o mundo deve se preparar para uma pandemia mundial

O Bilionário Bill Gates acredita que o mundo deve aprender com a batalha contra o vírus Ebola para se preparar para uma guerra contra uma possível doença fatal e global, utilizando para isso a ajuda das novas tecnologias.

O americano, que participou em Berlim de uma conferência de doadores da organização Gavi, a Aliança Global para Vacinas e Imunização, considera que seria imprudente não se preparar para o risco de uma pandemia mundial. "Um patógeno ainda mais difícil (que o Ebola) poderia surgir: uma forma de gripe, de SARS ou um tipo de vírus nunca antes visto", declarou em uma entrevista à AFP.

"Nós não sabemos se isso vai acontecer, mas o risco é significativo o suficiente, e uma coisa que deveríamos aprender com o Ebola é perguntar-nos: Estamos prontos o suficiente? É como quando estamos nos preparando para a guerra, temos aviões e precisamos treinar", continuou ele.

Segundo ele, se preparar pode significar recrutar voluntários para serem treinados para responder rapidamente às emergências de saúde, à imagem dos planos desenvolvidos nos países mais atingidos pelo Ebola - a Guiné, Libéria e Serra Leoa -, que registraram quase 8.700 mortos, segundo o último relatório da OMS.

Campanha de vacinação infantil

Bill Gates, classificado pela revista Forbes como o homem mais rico do mundo, com uma fortuna de cerca de 80 bilhões de dólares, explicou que a fundação que dirige com sua esposa Melinda tem distribuído em torno de 4 bilhões de dólares por ano para ajudar os mais pobres do mundo.

A fundação também é um dos principais contribuintes da organização Gavi, que arrecadou promessas de doação de 7,5 bilhões de dólares para prosseguir com sua campanha de vacinação infantil de 2016 a 2020.

As vacinas são "os maiores salva-vidas de vidas humanas", de acordo com o americano de 59 anos de idade, que comemora o fato de a chanceler alemã Angela Merkel ter recebido esta conferência de doadores em Berlim e feito da vacinação no mundo uma das prioridades do G7 presidido pela Alemanha este ano.

Ele também expressou sua preocupação com a ascensão de uma corrente anti-vacinação nos países ocidentais, ligada a um medo exagerado dos riscos associados às vacinas. "Nós nos concentramos em crianças pobres. Milhões delas morrem de doenças que poderiam ser evitadas por meio de vacinas", acrescenta. "É uma pena não haver uma taxa de 100% (de vacinação) nos países ricos."

"Eles escolhem infectar potencialmente pessoas que não podem se proteger", considera Bill Gates, observando que doenças como sarampo e a coqueluche podem voltar a se espalhar. O co-fundador da empresa de software Microsoft também salienta a importância da tecnologia na realização de campanhas de vacinação.

"Nós usamos fotos de satélite para determinar onde as pessoas vivem, usamos o GPS com telefones móveis para ver se as equipes de vacinação estão indo em todos os lugares que precisam ir, fazemos uma análise estatística para ver se alguma criança não foi atendida", explica.

"As novas tecnologias inovadoras vão nos permitir ver o que está acontecendo, a um custo muito mais baixo", disse ele. Bill Gates também diz estar orgulhoso de ter incentivado outros bilionários americanos, como Warren Buffett, a dedicar uma parcela significativa de sua riqueza à caridade.

Ele diz que quer levar esta mensagem para a Europa, Índia e China, "onde quer que eu vá, eu digo às pessoas o quanto eu me deleito na filantropia e eu encorajo outros a se envolver."
Por Deborah Cole - Berlim, Alemanha

Fontes: Revelação Final , Tecmundo , EmResumo

Tribuna do Advogado
OAB-RJ, 12/02/2015




As comissões de Direito Ambiental (CDA) e de Bioética e Biodireito (CBB) da OAB/RJ receberam, na última semana, membros da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), que recentemente se manifestaram criticamente à forma como a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou a produção de mosquitos geneticamente modificados para o combate ao Aedes aegypti , inseto transmissor do vírus da dengue.

Na reunião, os pesquisadores Hermano Castro, diretor da Escola Nacional de Saúde Pública, da Fiocruz; Lia Giraldo da Silva Augusto, professora na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e Carlos dos Santos Silva, que é secretário executivo da Abrasco, relataram estar sofrendo pressão da empresa Oxitec, que produz os mosquitos, em razão de uma nota técnica que a associação teria soltado sobre a questão.

De acordo com o texto, que reflete a posição dos cientistas que integraram o grupo de trabalho para estudo do tema na Abrasco, não foram realizados os estudos dos impactos ambientais da inserção de tal espécime no ambiente, causando surpresa não só a falta de estudos como a rapidez na aprovação.

Representando a OAB/RJ, o presidente da CDA, Flávio Ahmed; a vice-presidente e o membro da CBB, Fernanda Bianco e Gabriel Bianconi Fernandes, respectivamente, manifestaram repúdio a qualquer tentativa de inibir posicionamentos científicos em relação a meio ambiente e saúde pública.

“O direito à informação e a participação são fundamentais quanto tratamos do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem constitucionalmente protegido e de titularidade difusa, exigindo as discussões que envolvem seu uso ampla reverberação. Daí porque a censura à discussão envolve também a violação ao livre acesso à informação e ao próprio direito ambiental como direito humano fundamental”, afirmou Ahmed. Segundo ele, as comissões pretendem realizar uma série de discussões sobre o tema.

Após o encontro, a Abrasco decidiu publicar uma segunda nota, em que ratifica alguns pontos da original e retifica outros: “Há questões que realmente não precisamos discutir, mas outras reforçamos, porque entendemos que é dever da Abrasco mostrar o posicionamento de seus cientistas”, explicou Lia.

Segundo os pesquisadores da entidade, os dados colhidos nos testes realizados nas cidades de Jacobina e Juazeiro, do estado da Bahia, seriam “insuficientes para um posicionamento consistente e qualquer órgão de pesquisa, muito mais, para a CTNBio”. Eles também alertam para o fato de não existem ainda normas adequadas de liberação planejada para avaliação de insetos e que a alteração na reprodução do Aedes aegypti pode atrair outros insetos, como o A. albopictus, espécie selvagem existente no Brasil e com capacidade vetorial para o vírus da dengue.

OAB-RJ acompanhará alerta da Abrasco sobre mosquitos transgênicos

Tribuna do Advogado
OAB-RJ, 12/02/2015




As comissões de Direito Ambiental (CDA) e de Bioética e Biodireito (CBB) da OAB/RJ receberam, na última semana, membros da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), que recentemente se manifestaram criticamente à forma como a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou a produção de mosquitos geneticamente modificados para o combate ao Aedes aegypti , inseto transmissor do vírus da dengue.

Na reunião, os pesquisadores Hermano Castro, diretor da Escola Nacional de Saúde Pública, da Fiocruz; Lia Giraldo da Silva Augusto, professora na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e Carlos dos Santos Silva, que é secretário executivo da Abrasco, relataram estar sofrendo pressão da empresa Oxitec, que produz os mosquitos, em razão de uma nota técnica que a associação teria soltado sobre a questão.

De acordo com o texto, que reflete a posição dos cientistas que integraram o grupo de trabalho para estudo do tema na Abrasco, não foram realizados os estudos dos impactos ambientais da inserção de tal espécime no ambiente, causando surpresa não só a falta de estudos como a rapidez na aprovação.

Representando a OAB/RJ, o presidente da CDA, Flávio Ahmed; a vice-presidente e o membro da CBB, Fernanda Bianco e Gabriel Bianconi Fernandes, respectivamente, manifestaram repúdio a qualquer tentativa de inibir posicionamentos científicos em relação a meio ambiente e saúde pública.

“O direito à informação e a participação são fundamentais quanto tratamos do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem constitucionalmente protegido e de titularidade difusa, exigindo as discussões que envolvem seu uso ampla reverberação. Daí porque a censura à discussão envolve também a violação ao livre acesso à informação e ao próprio direito ambiental como direito humano fundamental”, afirmou Ahmed. Segundo ele, as comissões pretendem realizar uma série de discussões sobre o tema.

Após o encontro, a Abrasco decidiu publicar uma segunda nota, em que ratifica alguns pontos da original e retifica outros: “Há questões que realmente não precisamos discutir, mas outras reforçamos, porque entendemos que é dever da Abrasco mostrar o posicionamento de seus cientistas”, explicou Lia.

Segundo os pesquisadores da entidade, os dados colhidos nos testes realizados nas cidades de Jacobina e Juazeiro, do estado da Bahia, seriam “insuficientes para um posicionamento consistente e qualquer órgão de pesquisa, muito mais, para a CTNBio”. Eles também alertam para o fato de não existem ainda normas adequadas de liberação planejada para avaliação de insetos e que a alteração na reprodução do Aedes aegypti pode atrair outros insetos, como o A. albopictus, espécie selvagem existente no Brasil e com capacidade vetorial para o vírus da dengue.

Curta-nos no Facebook Siga-nos no Twitter Assine os Feeds Entre em contato